Mato Grosso
Bruno Rios: “Quem cobra tem, quem não cobra não tem”
Mato Grosso
Da Redação.
Mais uma vez, o vereador por Várzea Grande, Bruno Rios (PSB) demonstra falta de conhecimento político, administrativo e social, quando afirmou em uma programa de rádio, ao vivo, na manhã desta segunda-feira, 26.04.21, que a população tem que cobrar, mesmo o que já é do povo por direito, se referindo a “quem cobra tem, quem não cobra não tem”, dividindo assim, aqueles que serão beneficiados ou não.
O grande problema, é que infelizmente o vereador demonstrou que não refletiu antes de falar, porque na hora de pedir o voto, não perguntou para o eleitor se vai cobrar ou não, simplesmente realizou como político, atos que caracterizam como promessas, firmam compromissos e parcerias, se comprometendo a atender as demandas, necessidades e prioridades da população, independente de cobrar ou não.
“A população paga seus impostos, sendo assim, independente de cobrar ou não, tem por direito de receber os benefícios aplicados em saúde, educação, infraestrutura, segurança, etc”.
A ações e atuações do vereador Bruno Rios, já tomaram conta do cotidiano, cometendo a tão popular “gafe”, neste caso, quando afirma que a população: “quem cobra tem, quem não cobra não tem”, se esqueceu que a grande maioria trabalhadora do eleitorado, votou em seus representantes, para atuar em benefício social, da massa, dos bairros, do município baseados em suas capacidades e compromissos firmados durante campanha.
“A frase: quem cobra tem, quem não cobra não tem, caracteriza em uma divisão e direcionamento de ações, que beneficiam apenas um grupo, categoria ou classe social”.
No atua mercado empresarial, quando um colaborador apresenta seu curriculum, e é contratado de acordo com as suas supostas competências, se ele não corresponder aos dados informados, dentro do período estipulado, que geralmente é de 90 dias, o desligamento imediato deste colaborador é um fato.
Para o vereador Bruno Rios, que vem cometendo uma sequência de equívocos, demonstrando que existe a necessidade de interação, tanto com o regimento interno da Casa de Leis, para tomar conhecimento das reais funções, obrigações, direitos e deveres dos vereadores, como também, com as questões políticas, administrativas e sociais do município, cabe a ele decidir, se vai permanecer neste caminho, ou construir uma nova estrada.
“Será que o vereador Bruno Rios sabe é a Cidade Industrial, e o por que recebeu este nome”?

SECOM-VG
Mato Grosso
Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri
Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.
Fonte: Ministério Público MT – MT
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