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Batalhão de Trânsito fará fiscalização intensa neste Reveillon

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Da Redação

Dezessete prisões em flagrante foi o balanço da Operação Natal do Batalhão de Polícia Militar de Trânsito (BPMTran), realizada entre os dias 20 a 25 de dezembro. De acordo com o balanço, dez prisões ocorreram porque motoristas dirigiram embriagados, três foram de foragidos da justiça, com mandados em aberto, uma por porte ilegal de arma de fogo e uma por uso de documento falso. 

Durante a operação, os policiais abordaram 1.639 veículos e aplicaram testes de alcoolemia em 339 motoristas. A ação resultou ainda na aplicação de 846 multas, sendo 524, na área urbana e 322, em veículos que trafegavam em rodovias estaduais. Também foram realizadas apreensões de 25 carteiras de habilitação e de 62 certificados de registro veicular (CRLV).

Operação Reveillon

O comandante do Batalhão de Trânsito, tenente-coronel Adão César Rodrigues da Silva, alerta aos motoristas que estão circulando nas vias urbanas e nas rodovias estaduais para a Operação Reveillon, que já começou e segue até o dia 1º de janeiro de 2020.

PMMT

Adão César lembra que os policiais militares continuam nas ruas e rodovias, independente de ter ou não a Operação Lei Seca, abordando condutores e fazendo teste de alcoolemia (bafômetro), revistando os veículos, checando a documentação de quem dirige e, em muitos casos, também dos passageiros.

A atenção dos policiais também está voltada ao que está sendo transportado, como armas, drogas, explosivos e outros produtos ilícitos. As ações ocorrem durante o dia e no período noturno.

As dicas do Comando do BPMTran são para que o motorista não dirija depois de consumir bebida alcóolica, mantenha a documentação pessoal e do veículo regularizada, respeite a sinalização das vias, garantindo a própria segurança e dos passageiros.

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TJ anula votação secreta e manda AL reanalisar veto a reajuste de 6,8%

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O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) anulou a votação secreta realizada pela Assembleia Legislativa (ALMT) que manteve o veto do Governo do Estado ao projeto que prevê reajuste salarial de 6,8% para os servidores do Poder Judiciário. Com a decisão, os deputados terão de analisar novamente o veto, desta vez em uma votação aberta e nominal.

A decisão foi tomada pela Turma de Câmaras Cíveis Reunidas de Direito Público e Coletivo do TJMT após recurso apresentado pelo Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso (Sinjusmat), que questionou a validade da votação realizada em dezembro de 2025.

O relator do processo, desembargador Márcio Vidal, destacou que o próprio Judiciário já havia reconhecido a inconstitucionalidade de dispositivos que permitiam o sigilo na apreciação de vetos. Para ele, não seria coerente manter uma votação baseada justamente em uma regra considerada inconstitucional.

“Não seria juridicamente coerente declarar inconstitucional a norma que autorizou o sigilo e, simultaneamente, preservar a votação realizada com fundamento direto nessa mesma disposição”, afirmou o magistrado.

A decisão, entretanto, não determina que o reajuste seja aprovado. O TJMT deixou claro que cabe à Assembleia decidir novamente se mantém ou derruba o veto do Executivo, apenas exigindo que o procedimento siga as regras constitucionais.

“Preserva-se a liberdade política da Assembleia Legislativa para deliberar acerca da manutenção ou da rejeição do veto governamental, sem que o Poder Judiciário interfira no conteúdo da decisão parlamentar”, destacou Vidal.

Na votação anulada, realizada em dezembro do ano passado, 12 deputados votaram pela manutenção do veto e 10 pela derrubada. Como a sessão ocorreu de forma secreta, não foi possível identificar como cada parlamentar se posicionou. Para derrubar o veto, eram necessários 13 votos.

O projeto havia sido aprovado anteriormente pela Assembleia e previa reajuste de 6,8% para os servidores do Judiciário. O então governador Mauro Mendes vetou integralmente a proposta, alegando que o aumento poderia provocar impacto nas contas públicas e gerar um efeito cascata sobre outras carreiras do funcionalismo.

Com a decisão do TJMT, a Assembleia deverá incluir novamente o veto na pauta e realizar uma votação pública, com registro nominal dos votos. O julgamento, portanto, não garante o reajuste aos servidores, mas reabre a discussão sobre a proposta e elimina o sigilo que marcou a primeira análise do veto.



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