Mato Grosso

Batalhão de Trânsito aprende armas e drogas em rodovias estaduais

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Mato Grosso

A atenção dos policiais não se restringe à segurança do condutor, passageiros e documentação do veículo e motorista

Da Redação

 

As ações dos policiais do Batalhão de Trânsito de Polícia Militar nas rodovias de Mato Grosso não se restringem à fiscalização da segurança dos condutores, passageiros e checagem da documentação dos veículos e motoristas.

Quando abordam e revistam um carro, as equipes do BPMTran podem optar pela revista completa e minuciosa do carro, motorista e passageiros. Isso significa que além das medidas comuns, como verificar a data de validade da CNH do motorista e o uso do cinto de segurança, por exemplo, os policiais fazem buscas sobre armas, drogas e o transporte de produtos cujo comércio e uso constituem crime.

Foi assim que esta semana uma guarnição de Trânsito apreendeu arma e munição no KM 08 da MT-040 (Palmiro Paes de Barros), que liga Cuiabá a municípios como Santo Antônio de Leverger e Barão de Melgaço.

Policiais do 1º Pelotão encontraram uma espingarda calibre .22, com carregador e 13 munições em um veículo Ford Ka dirigido por J.C.N., de 28 anos, que seguia viagem para o interior do Estado.

Já no final do mês passado, na MT-251, que liga Cuiabá a Chapada dos Guimarães, policiais do posto do 3º Pelotão apreenderam explosivos, armas, 30 munições, uma escopeta calibre 12, três pares de luva, uma toca ninja e um carregador de rádio HT. Todos os materiais estavam em um carro que circulava na rodovia.   

Semanas antes, na mesma rodovia, no KM-16, policiais prenderam um homem e no carro dele apreenderam mais de 30 comprimidos ecstasy que estavam no porta-luvas. O carro, um Fox, de cor branca,  era conduzido por R.S.B., de 32 anos. A droga sintética de uso proibido também é conhecida como a “pílula do amor” e seria levada para uma festa em Chapada dos Guimarães.

Na MT-010 (rodovia Helder Cândia), via de acesso ao distrito de Nossa Senhora da Guia, KM-22, em maio deste ano foram apreendidos quase 50 quilos de pasta base de cocaína. A droga, dividida em 49 tabletes, estava no compartimento falso instalado na capota de uma caminhonete Ford, modelo F-1000 Turbo, de cor preta, com placa de Cuiabá.

O Batalhão de Trânsito é uma unidade do Comando de Policiamento Especializado (Cesp), o mesmo que integra os batalhões Ambiental, Bope, Rotam e Cavalaria.

 

 

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Servidores da Corregedoria concluem curso de mediação e conciliação

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Dez servidores do Departamento de Apoio aos Juizados Especiais (Daje) e assessores de gabinetes da Corregedoria-Geral da Justiça de Mato Grosso (CGJ-MT) concluíram o Curso Básico de Mediação e Conciliação Judiciais. A capacitação desenvolveu conhecimentos teóricos e práticos sobre mediação e conciliação judiciais, para a atuação autocompositiva no âmbito judicial.

O gestor de capacitação e avaliação do Nupemec, Carlos Campelo é um homem de pele clara, cabelos curtos grisalhos e barba grisalha, veste camisa polo escura. Ele está em um corredor, ao fundo há uma placa de identificação do Nupemec.Segundo o gestor de capacitação e avaliação do Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos (Nupemec), Carlos Campelo, a formação contribui para ampliar a cultura do diálogo e da solução consensual de conflitos.

“As técnicas aprendidas durante a capacitação não se restringem ao ambiente de trabalho e podem ser aplicadas em diversas situações do cotidiano. Quando mais profissionais estiverem atuando nessa área, sejam servidores ou sociedade em si, mais pessoas irão conseguir resolver seus conflitos com diálogo, pois o primeiro passo para que isso ocorra é saber se comunicar”, afirmou.

A diretora do Daje, Shusiene Machado, é uma mulher de pele clara, cabelos castanhos lisos na altura dos ombros, veste blazer cinza sobre blusa da mesma tonalidade e usa colar com pingente em formato de cruz. Ela está em um corredor, ao fundo há uma placa de identificação do Nupemec.A diretora do Daje, Shusiene Tassinari Machado, destacou que a capacitação contribuiu para ampliar o conhecimento da equipe sobre os mecanismos consensuais de resolução de conflitos e irá fortalecer o apoio às atividades desenvolvidas pelos Juizados Especiais.

“Esse curso será um divisor de águas na nossa atuação, na gestão dos conciliadores credenciados que atuam nos processos judicias dos Juizados Especiais. Pois agora compreendemos não apenas a parte administrativa, mas também a teoria e a prática da mediação judicial”, explicou.

Curso – A capacitação foi dividida em duas etapas. A parte teórica, realizada presencialmente entre 24 e 28 de setembro de 2025, com carga horária de 40 horas e que incluiu simulações práticas de audiências de mediação. E a segunda etapa, o estágio supervisionado realizado entre fevereiro a junho deste ano, pela plataforma Microsoft Teams, com 60 horas práticas com casos reais.

Ana Tereza Pereira Meira, instrutora de mediação e justiça restaurativa, é um mulher de pele clara, cabelos longos castanho-claros, veste blusa sem mangas em tom claro com detalhes escuros e usa brincos discretos. Ela está em um corredor, ao fundo há uma placa de identificação do Nupemec.A instrutora de mediação e justiça restaurativa, Ana Tereza Pereira Meira, responsável pelo acompanhamento da etapa prática, destacou que a formação proporciona mudanças que refletem diretamente no atendimento prestado à população. “A pessoa que faz um curso de mediação, se torna diferente. Os alunos aprendem uma comunicação melhor, uma comunicação mais harmônica e isso ajuda no atendimento do público e do Poder Judiciário”, disse.

O gestor administrativo do Daje, Gláucio Corrêa é um homem de pele clara, cabelos curtos grisalhos, veste camisa social amarela de mangas longas. Ele está em um corredor, ao fundo há uma placa de identificação do Nupemec.Para o participante da capacitação, o gestor administrativo do Daje, Gláucio Corrêa, a formação proporcionou uma compreensão melhor da realidade dos conciliadores e juízes leigos que atuam nos Juizados Especiais. “Antes a gente trabalhava mais sob a perspectiva administrativa, agora nós sabemos exatamente como funciona, quais os desafios e isso contribuirá para o nosso trabalho de apoio e gestão”, pontuou.

O treinamento é uma iniciativa da CGJ-MT, com apoio da Escola dos Servidores e do Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos (Nupemec) do Tribunal de Justiça de Mato Grosso.

Autor: Larissa Klein

Fotografo:

Departamento: Assessoria de Comunicação da CGJ-TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT



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