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Após ser presos jovens diz a PM que não tem medo da Covid

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Da Redação

A polícia militar prendeu quatro homens de 20, 22 e 23 anos durante a noite da última segunda-feira (22), no bairro Parque das Araras, na Cidade de Sinop (500 km de Cuiabá), por estar nas ruas após o toque de recolher, aglomerados, e sem máscaras e consumindo bebidas alcoólicas.

De acordo com informações da Polícia Militar, que estava em rondas pela cidade, se depararam com os bandidos em uma praça, aglomerados, e consumindo bebidas alcoólicas.

Durante a abordagem, os homens resistiram e alegaram que era aniversário de 23 anos de um deles, e por isso iriam continuar com a festa. Eles afirmaram ainda que não temem a covid-19 e não acatariam nenhum decreto.

Diante dos fatos, os policiais deram voz de prisão para os acusados e os conduziram até a delegacia da Polícia Civil da cidade.

No local, os policiais também apreenderam uma Fiat Strada branca e uma moto Yamaha 125 com documentos irregulares. Os veículos foram encaminhados para o pátio da 19ª Ciretran.

O caso foi registrado com natureza de desobediência, resistência, embriaguez, além de infração de determinação do poder público destinada a impedir introdução ou propagação de doença contagiosa.

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Wanderley nega manobra e diz que eleição pode ocorrer até dezembro

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O presidente da Câmara Municipal de Várzea Grande, Wanderley Cerqueira (MDB), negou que esteja tentando adiar deliberadamente a eleição da Mesa Diretora para o biênio 2027/2028. Segundo ele, o Legislativo ainda está dentro do prazo previsto para realizar a votação, que pode ocorrer até 31 de dezembro.

A declaração ocorre em meio à pressão de um grupo de vereadores ligado à prefeita Flávia Moretti (PL), que cobra a convocação de uma nova eleição e acusa Wanderley de postergar o processo por não contar com votos suficientes para garantir a permanência na presidência.

“Eu não estou me recusando em nada, eu não tenho nenhuma ordem judicial, então eu não estou recusando nada”, afirmou o presidente.

Wanderley ressaltou que cumprirá eventual determinação da Justiça, mas defendeu que, enquanto não houver uma ordem nesse sentido, a Câmara pode seguir o calendário que considera previsto nas normas vigentes.

“Se a lei determinar que eu tenho que fazer, não tem problema nenhum. Enquanto a lei não determinar, nós estamos dentro do prazo. Porque tem até 31 de dezembro para fazer eleição”, declarou.

O presidente também destacou que o mandato da próxima Mesa Diretora começa em 1º de janeiro de 2027.

“E eu não tô [negando], tem presidente, e o próximo presidente assume a partir de 1º de janeiro de 2027. Nós estamos dentro do marco temporal, que é outubro a 31 de dezembro”, acrescentou.

A eleição anterior da Mesa Diretora, realizada em maio, reconduziu Wanderley ao comando da Câmara para o próximo biênio, mas acabou anulada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), que considerou irregular a antecipação da votação.

Após a anulação, vereadores contrários ao presidente passaram a cobrar a realização de um novo pleito. O grupo apresentou à Justiça um pedido para obrigar Wanderley a convocar a votação em até 24 horas. A iniciativa recebeu apoio de 15 dos 23 parlamentares da Casa.

No início de outubro, o juiz Carlos Roberto Barros de Campos, da 3ª Vara Especializada da Fazenda Pública de Várzea Grande, determinou que o presidente prestasse esclarecimentos antes de decidir sobre o pedido de urgência. Na ocasião, o magistrado não concedeu nem negou a liminar.

Wanderley afirma que não existe, até o momento, determinação judicial obrigando a convocação imediata da eleição. A disputa sobre o calendário do pleito segue em análise, enquanto os vereadores aguardam uma definição sobre os próximos passos.



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