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Ação integrada da PM e PRF apreende carga irregular de pneus avaliada em mais de R$ 500 mil, caminhões e prende homens por contrabando

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Uma ação integrada de policiais militares do 4º Comando Regional e da Polícia Rodoviária Federal resultou na apreensão de uma carga irregular de 309 pneus, avaliada em pouco mais de R$ 500 mil, nesta quinta-feira (13.2), no município de Alto Araguaia. Na ação, as equipes recolheram, ainda, dois caminhões, dois reboques, dois semi-reboques e prenderam em flagrante dois homens suspeitos por contrabando.

Conforme informações do boletim de ocorrência, as equipes do 15º Batalhão da PM e da 14º Companhia Independente de Força Tática, prestavam apoio à PRF durante as ações de fiscalização na divisa do Estado, momento em que realizaram abordagem em dois caminhões, no Posto Fiscal Henrique Peixoto, na BR-364.

As equipes identificaram que um dos suspeitos não apresentava nenhuma documentação da carga e o comparsa continha um documento que não condizia com a quantidade de pneus transportados.

Um dos suspeitos alegou que saiu da cidade de Campo Grande, no Mato Grosso do Sul, com destino a cidade de Miritituba, no Pará. Já o outro alegou que carregou o veículo em Araçatuba, em São Paulo, com destino a sede de uma fazenda localizada em Sorriso.

Os militares identificaram, ainda, que um dos suspeitos possui passagens criminais por estelionato e lavagem de dinheiro. Diante dos fatos, a carga, os veículos e os suspeitos foram encaminhados à sede da Polícia Federal em Rondonópolis para registro do boletim de ocorrência.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT



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Wanderley nega manobra e diz que eleição pode ocorrer até dezembro

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O presidente da Câmara Municipal de Várzea Grande, Wanderley Cerqueira (MDB), negou que esteja tentando adiar deliberadamente a eleição da Mesa Diretora para o biênio 2027/2028. Segundo ele, o Legislativo ainda está dentro do prazo previsto para realizar a votação, que pode ocorrer até 31 de dezembro.

A declaração ocorre em meio à pressão de um grupo de vereadores ligado à prefeita Flávia Moretti (PL), que cobra a convocação de uma nova eleição e acusa Wanderley de postergar o processo por não contar com votos suficientes para garantir a permanência na presidência.

“Eu não estou me recusando em nada, eu não tenho nenhuma ordem judicial, então eu não estou recusando nada”, afirmou o presidente.

Wanderley ressaltou que cumprirá eventual determinação da Justiça, mas defendeu que, enquanto não houver uma ordem nesse sentido, a Câmara pode seguir o calendário que considera previsto nas normas vigentes.

“Se a lei determinar que eu tenho que fazer, não tem problema nenhum. Enquanto a lei não determinar, nós estamos dentro do prazo. Porque tem até 31 de dezembro para fazer eleição”, declarou.

O presidente também destacou que o mandato da próxima Mesa Diretora começa em 1º de janeiro de 2027.

“E eu não tô [negando], tem presidente, e o próximo presidente assume a partir de 1º de janeiro de 2027. Nós estamos dentro do marco temporal, que é outubro a 31 de dezembro”, acrescentou.

A eleição anterior da Mesa Diretora, realizada em maio, reconduziu Wanderley ao comando da Câmara para o próximo biênio, mas acabou anulada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), que considerou irregular a antecipação da votação.

Após a anulação, vereadores contrários ao presidente passaram a cobrar a realização de um novo pleito. O grupo apresentou à Justiça um pedido para obrigar Wanderley a convocar a votação em até 24 horas. A iniciativa recebeu apoio de 15 dos 23 parlamentares da Casa.

No início de outubro, o juiz Carlos Roberto Barros de Campos, da 3ª Vara Especializada da Fazenda Pública de Várzea Grande, determinou que o presidente prestasse esclarecimentos antes de decidir sobre o pedido de urgência. Na ocasião, o magistrado não concedeu nem negou a liminar.

Wanderley afirma que não existe, até o momento, determinação judicial obrigando a convocação imediata da eleição. A disputa sobre o calendário do pleito segue em análise, enquanto os vereadores aguardam uma definição sobre os próximos passos.



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