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Ação conjunta prende suspeito e apreende 70 quilos de droga

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O entorpecente estava escondido em um compartimento secreto de uma caminhonete e tinha como destino a cidade de Goiânia

Uma ação conjunta do Grupo Especial de Segurança na Fronteira (Gefron-MT), a Polícia Militar (PM), Polícia Federal (PF) do estado de Goiás (GO) e a Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (FICCO), de Uberaba (MG), na manhã desta quinta-feira (11.03), na cidade de Itauço (GO) resultou na apreensão de 70 quilos de pasta base de cocaína.

Uma pessoa sem antecedentes criminais foi presa e um veículo foi apreendido. Por volta das 10 horas da manhã, os policiais abordaram um veículo modelo caminhonete F-1000. Durante busca veicular, foi encontrado em um compartimento secreto, o entorpecente.

O condutor do veículo, um mato-grossense de 37 anos, confirmou que carregou a droga na Bolívia e levaria até a cidade de Goiânia. Diante dos fatos, o homem foi preso e encaminhado para a Polícia Federal de Goiânia. Somente nesta ação, o prejuízo ao crime ultrapassou os R$ 2 milhões.

Também nesta quinta-feira, por volta das 13 horas, no município de Indiavaí (a 266 ao Oeste de Cuiabá), os policiais abordaram três pessoas em um caminhão. Durante checagem da placa do veículo via sistema, foi constatada uma queixa de roubo da cidade de Curvelândia. Diante dos fatos, os suspeitos foram presos e o caminhão foi apreendido.

Outra recuperação de veículo aconteceu na MT-246, na cidade de Vila Bela da Santíssima Trindade (a 521 km a Oeste de Cuiabá). Por volta das 15 horas, durante patrulhamento, os policiais avistaram um veículo Gol estacionado próximo a uma área de mata.

Após checagem via sistema, foi constatado que a placa não pertencia ao veículo e, posteriormente, foi identificado que o automóvel possuía queixa de furto. Diante da situação foi encaminhado para Delegacia de Polícia Civil da cidade de Vila Bela da Santíssima Trindade.

Os policiais fizeram buscas na região para localizar o suspeito, porém, não foi encontrado.

Hérica Teixeira – Sesp – MT

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Wanderley nega manobra e diz que eleição pode ocorrer até dezembro

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O presidente da Câmara Municipal de Várzea Grande, Wanderley Cerqueira (MDB), negou que esteja tentando adiar deliberadamente a eleição da Mesa Diretora para o biênio 2027/2028. Segundo ele, o Legislativo ainda está dentro do prazo previsto para realizar a votação, que pode ocorrer até 31 de dezembro.

A declaração ocorre em meio à pressão de um grupo de vereadores ligado à prefeita Flávia Moretti (PL), que cobra a convocação de uma nova eleição e acusa Wanderley de postergar o processo por não contar com votos suficientes para garantir a permanência na presidência.

“Eu não estou me recusando em nada, eu não tenho nenhuma ordem judicial, então eu não estou recusando nada”, afirmou o presidente.

Wanderley ressaltou que cumprirá eventual determinação da Justiça, mas defendeu que, enquanto não houver uma ordem nesse sentido, a Câmara pode seguir o calendário que considera previsto nas normas vigentes.

“Se a lei determinar que eu tenho que fazer, não tem problema nenhum. Enquanto a lei não determinar, nós estamos dentro do prazo. Porque tem até 31 de dezembro para fazer eleição”, declarou.

O presidente também destacou que o mandato da próxima Mesa Diretora começa em 1º de janeiro de 2027.

“E eu não tô [negando], tem presidente, e o próximo presidente assume a partir de 1º de janeiro de 2027. Nós estamos dentro do marco temporal, que é outubro a 31 de dezembro”, acrescentou.

A eleição anterior da Mesa Diretora, realizada em maio, reconduziu Wanderley ao comando da Câmara para o próximo biênio, mas acabou anulada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), que considerou irregular a antecipação da votação.

Após a anulação, vereadores contrários ao presidente passaram a cobrar a realização de um novo pleito. O grupo apresentou à Justiça um pedido para obrigar Wanderley a convocar a votação em até 24 horas. A iniciativa recebeu apoio de 15 dos 23 parlamentares da Casa.

No início de outubro, o juiz Carlos Roberto Barros de Campos, da 3ª Vara Especializada da Fazenda Pública de Várzea Grande, determinou que o presidente prestasse esclarecimentos antes de decidir sobre o pedido de urgência. Na ocasião, o magistrado não concedeu nem negou a liminar.

Wanderley afirma que não existe, até o momento, determinação judicial obrigando a convocação imediata da eleição. A disputa sobre o calendário do pleito segue em análise, enquanto os vereadores aguardam uma definição sobre os próximos passos.



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