Mato Grosso

30 kg de maconha são apreendidos pela polícia em Cuiabá

Publicado em

Mato Grosso

Da Redação

Policiais militares dos 3º e 24º Batalhões prenderam, na noite desta terça-feira (20), quatro pessoas envolvidas no tráfico de drogas nos bairros Novo Paraíso I e II, Jardim Vitória e Barreiro Branco. Com um dos presos foi apreendida uma arma de fogo.

A denúncia que chegou até a PM descrevia uma casa no bairro Novo Paraíso que seria usada no comércio de entorpecente. Durante ronda na região, a guarnição viu dois homens que, em atitude suspeita, correram para dentro do imóvel.

Dentro da casa foram abordados os suspeitos identificados pelas iniciais W.K.S.F. (24) e R.S. (29) e encontradas, dentro da geladeira, porções de maconha e uma balança.

A dupla indicou uma casa no bairro Jardim Vitória onde teriam adquirido o entorpecente. Os policiais foram até o local e encontraram uma adolescente de 13 anos, e D.M.C. (29), que é monitorada por tornozeleira eletrônica. Na casa, os policiais encontraram 13 tabletes de maconha em duas mochilas. A menor disse que a droga seria sua.

Na conversa com D. ela disse que mais droga estaria escondida em uma casa no bairro Barreiro Branco. Após o deslocamento até a residência apontada pela suspeita, os policiais apreenderam um tablete de maconha.

Na sequência, as suspeitas ainda indicaram uma casa no bairro Novo Paraíso II, onde poderia haver mais droga e armas. No local, estava R.C.C. (31), que autorizou a guarnição a fazer uma busca na casa. Os militares encontraram, dentro de um móvel, uma pistola calibre 380, com numeração raspada, com oito munições intactas. R. disse que a arma pertence ao seu irmão que está preso por porte ilegal de arma de fogo e tráfico de drogas.

Todos foram encaminhados à Central de Flagrantes para as devidas providências.

Serviço

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do disque-denúncia 0800.65.3939. Nesse número, sem custo de ligação, qualquer cidadão pode informar situações suspeitas ou crimes. Exemplos: a presença de foragidos da Justiça com mandado de prisão em aberto e ponto de venda de droga.

Fonte: PM-MT

COMENTE ABAIXO:
Propaganda
Clique para comentar

Você precisa estar logado para postar um comentário Login

Deixe uma resposta

Mato Grosso

TJ anula votação secreta e manda AL reanalisar veto a reajuste de 6,8%

Publicados

em


O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) anulou a votação secreta realizada pela Assembleia Legislativa (ALMT) que manteve o veto do Governo do Estado ao projeto que prevê reajuste salarial de 6,8% para os servidores do Poder Judiciário. Com a decisão, os deputados terão de analisar novamente o veto, desta vez em uma votação aberta e nominal.

A decisão foi tomada pela Turma de Câmaras Cíveis Reunidas de Direito Público e Coletivo do TJMT após recurso apresentado pelo Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso (Sinjusmat), que questionou a validade da votação realizada em dezembro de 2025.

O relator do processo, desembargador Márcio Vidal, destacou que o próprio Judiciário já havia reconhecido a inconstitucionalidade de dispositivos que permitiam o sigilo na apreciação de vetos. Para ele, não seria coerente manter uma votação baseada justamente em uma regra considerada inconstitucional.

“Não seria juridicamente coerente declarar inconstitucional a norma que autorizou o sigilo e, simultaneamente, preservar a votação realizada com fundamento direto nessa mesma disposição”, afirmou o magistrado.

A decisão, entretanto, não determina que o reajuste seja aprovado. O TJMT deixou claro que cabe à Assembleia decidir novamente se mantém ou derruba o veto do Executivo, apenas exigindo que o procedimento siga as regras constitucionais.

“Preserva-se a liberdade política da Assembleia Legislativa para deliberar acerca da manutenção ou da rejeição do veto governamental, sem que o Poder Judiciário interfira no conteúdo da decisão parlamentar”, destacou Vidal.

Na votação anulada, realizada em dezembro do ano passado, 12 deputados votaram pela manutenção do veto e 10 pela derrubada. Como a sessão ocorreu de forma secreta, não foi possível identificar como cada parlamentar se posicionou. Para derrubar o veto, eram necessários 13 votos.

O projeto havia sido aprovado anteriormente pela Assembleia e previa reajuste de 6,8% para os servidores do Judiciário. O então governador Mauro Mendes vetou integralmente a proposta, alegando que o aumento poderia provocar impacto nas contas públicas e gerar um efeito cascata sobre outras carreiras do funcionalismo.

Com a decisão do TJMT, a Assembleia deverá incluir novamente o veto na pauta e realizar uma votação pública, com registro nominal dos votos. O julgamento, portanto, não garante o reajuste aos servidores, mas reabre a discussão sobre a proposta e elimina o sigilo que marcou a primeira análise do veto.



COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍTICA

POLÍCIA

ESPORTE

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA