Esporte
Palmeiras empata em 0 a 0 com o San Lorenzo em jogo morno na Libertadores
Esporte
Em um duelo morno válido pela sexta e última rodada da fase de grupos da Libertadores, o Palmeiras recebeu o San Lorenzo no Allianz Parque e terminou a partida empatada em 0 a 0. Com esse resultado, o Verdão não conseguiu garantir a liderança geral, mas avançou às oitavas de final como líder do Grupo F, somando 14 pontos. Já o time argentino, com oito pontos, ficou com a última vaga no grupo.
Na classificação geral, o Palmeiras ocupa a terceira posição, ficando atrás de River Plate, com 16 pontos, e Atlético-MG, com 15.
Antes do jogo, a torcida palmeirense prestou uma homenagem emocionante ao atacante Endrick, que fez sua despedida do clube. Um mosaico com a mensagem “até breve” foi exibido, juntamente com uma imagem do jogador com o símbolo do Palmeiras.
O próximo desafio do Palmeiras será neste domingo, com a retomada do Campeonato Brasileiro, enfrentando o Criciúma às 16 horas (de Brasília), no Estádio Heriberto Hulse, em Santa Catarina. Já o San Lorenzo terá seu próximo jogo na segunda-feira, contra o Sarmiento, pelo Campeonato Argentino.
O sorteio das oitavas de final da Libertadores está marcado para o dia 3 de junho, na sede da Conmebol em Luque, no Paraguai, e os jogos serão realizados entre os dias 14 e 21 de agosto.
O jogo entre Palmeiras e San Lorenzo começou truncado, com poucas chances claras de gol. O Verdão teve mais posse de bola, mas não conseguiu criar oportunidades perigosas contra o San Lorenzo. Apesar de algumas tentativas de ambas as equipes, o placar permaneceu inalterado ao longo da partida. A defesa palmeirense se destacou em alguns momentos, assim como o goleiro Weverton, que fez boas defesas ao longo do jogo.
Com um empate sem gols, o Palmeiras encerrou sua participação na fase de grupos da Libertadores e agora se prepara para os próximos desafios que virão no cenário nacional e internacional.
FICHA TÉCNICA
PALMEIRAS 0 X 0 SAN LORENZO
Local: Allianz Parque, em São Paulo
Data: 30/05/2024
Horário: 19 horas
Árbitro: Felipe González (CHI)
Assistentes: Cláudio Urrutia (CHI) e Juan Serrano (CHI)
VAR: Fernando Vejar (CHI)
Cartão vermelho: nenhum
Cartões amarelos: Richard Ríos (Palmeiras); Alexis Cuello, Romaña e Braida (San Lorenzo)
Público: 40.114 torcedores
Renda: R$ 4.512.164,57
PALMEIRAS: Weverton; Marcos Rocha, Gustavo Gómez (Gabriel Menino), Murilo e Piquerez; Aníbal Moreno (Mayke), Richard Rios, Raphael Veiga (Flaco López); Luis Guilherme, Estêvão (Rony) e Endrick (Rômulo)
Técnico: Abel Ferreira
SAN LORENZO: Altamirano; Agustín Giay, Jhohan Romaña, Gastón Campi e Gonzalo Luján; Eric Remedi, Elian Irala, Alexis Cuello (Cerutti) e Leguizamón (Peruzzi); Malcom Braida e Adam Bareiro (Herazo).
Técnico: Leandro Romagnoli
Fonte: Esportes
Esporte
O Brasil perde um gigante: morre Oscar Schmidt, o eterno “Mão Santa”
Morreu, aos 68 anos, Oscar Schmidt, o maior nome da história do basquete nacional e um dos maiores pontuadores de todos os tempos no esporte mundial.
Ídolo de gerações, Oscar não foi apenas um jogador — foi símbolo de talento, dedicação e amor pelo Brasil. Dono de mais de 49 mil pontos na carreira, o “Mão Santa” construiu uma trajetória que ultrapassou estatísticas e se transformou em legado.
Foram cinco Olimpíadas disputadas, jogos históricos e atuações que desafiaram gigantes do basquete mundial. Um dos momentos mais marcantes foi no Pan-Americano de 1987, quando liderou a seleção brasileira em uma vitória histórica sobre os Estados Unidos, dentro da casa deles.
Oscar fez uma escolha rara: recusou a NBA para continuar defendendo a seleção brasileira. Não foi apenas uma decisão profissional — foi uma declaração de amor à camisa, ao país e ao esporte.
Nos últimos anos, também se tornou exemplo de força fora das quadras, enfrentando um tumor cerebral com coragem e dignidade, inspirando milhares de brasileiros com sua luta pela vida.
A morte de Oscar não representa o fim de uma história, mas a eternização de um nome. Um atleta que transformou o basquete no Brasil, que inspirou gerações e que colocou o país no mapa do esporte mundial.
Hoje, o Brasil não perde apenas um ídolo.
Perde um símbolo.
Eternamente, Mão Santa. 🏀
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