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Honda Forza 750 conquista o “RED DOT DESIGN AWARD” 2021

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A scooter Forza 750 conquistou um dos prêmios de design mais respeitados em todo o mundo. Trata-se do Red Dot, um importante reconhecimento que acontece desde 1955 e que em sua edição 2021 elegeu em mais de 51 categorias os melhores produtos industriais com base em critérios como grau de inovação, funcionalidade, durabilidade e ergonomia.

A scooter da Honda se destacou por apresentar atratividade funcional, incluindo desempenho esportivo, inovação e excelente facilidade de uso, bem como um design de estilo elegante que expressa atratividade funcional.

Forza 750: Principais características

Apresentada para o mercado europeu em outubro de 2020, a Forza 750 apresenta características amigáveis e uma combinação de alto torque e grande eficiência de combustível para um motor bicilíndrico de 745 cilindradas. Outro diferencial do modelo é o DCT (transmissão de dupla embreagem), que combina o conforto e a conveniência de uma scooter com o conceito “diversão de dirigir”, exclusivos para uma motocicleta de alta cilindrada da marca.

Entre outros destaques, o Forza 750 apresenta um design frontal que expressa sua presença como líder da Série Forza (compostas também pelos modelos Forza 125 e Forza 350) em uma aerodinâmica que permite tanto piloto e passageiro para desfrutar de um passeio confortável nas rodovias. Embora expresse uma forte presença, o estilo torna-se intuitivo para o usuário no uso diário reforçadas na facilidade de pilotagem no uso cotidiano, graças a altura de assento de 790 mm que torna mais fácil para o piloto colocar os pés no chão, além de amplo espaço de armazenamento de 22 litros sob o assento, o suficiente para armazenar um capacete integral.

Sobre o Red Dot Award

O prêmio instituído em 1955 é, desde então, reconhecido como um dos mais importantes no ambiente do design mundial. As 51 categorias agraciadas anualmente com o Red Dot Award são julgadas através de nove critérios que incluem grau de inovação, funcionalidade, durabilidade e ergonomia. A Honda já havia sido vencedora do Red Dot na categoria Design de produtos no ano de 2004, com a Honda CBF 600 e em 2020 com a CBR 1000RR-R Fireblade. 

Além da Forza 750, a Honda foi premiada na categoria carros compactos com os modelos Jazz e Jazz Crosstar, comercializados no mercado europeu. De acordo com Toshinobu Minami, diretor de operações do Centro de Design da Honda R&D Co.Ltd “ Tivemos mais um ano de sucesso, recebendo diversos prêmios na categoria Design de Produto no Red Dot Design, premiação reconhecida mundialmente. Acreditamos que isso é reconhecimento do nosso sucesso em projetar nossos produtos com a paixão de tornar o dia a dia de nossos clientes mais agradáveis, o que foi transmitido de geração em geração na Honda desde a fundação da empresa. Continuaremos a seguir esse princípio imutável de pensar “fora da caixa” para criar projetos que proporcionem surpresa e entusiasmo no dia a dia dos clientes”.

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Quando perder músculo também ameaça o cérebro

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Durante muito tempo, falar em obesidade significava olhar apenas para o peso e para o IMC. Hoje sabemos que isso é insuficiente.

Duas pessoas com o mesmo peso podem ter condições completamente diferentes. Uma pode apresentar boa massa muscular e força preservada. A outra pode acumular gordura, especialmente abdominal, enquanto perde músculo e capacidade funcional.

Essa combinação é chamada de obesidade sarcopênica.

Ela reúne dois problemas importantes: excesso de gordura corporal e redução da massa ou da força muscular. Além de aumentar o risco de fragilidade, quedas, diabetes e doenças cardiovasculares, novas evidências mostram que essa condição também pode estar associada a maior risco de demência.

O que a ciência mostra :

 

Um grande estudo publicado na revista Clinical Nutrition avaliou dados de centenas de milhares de pessoas e analisou a relação entre composição corporal, força muscular e desenvolvimento de demência.

Os resultados mostraram que tanto a sarcopenia isolada quanto a obesidade sarcopênica estavam associadas a um risco maior de declínio cognitivo. Um dos achados mais relevantes foi a importância da força de preensão manual, medida por dinamometria.

Quanto menor a força e quanto maior sua redução ao longo dos anos ,maior foi o risco observado.

Isso reforça uma mudança importante na forma de avaliar a saúde: Não basta saber quanto peso uma pessoa perdeu. Precisamos saber quanto músculo e quanta força ela conseguiu preservar.

Emagrecer , nem sempre significa melhorar a saúde ?

 

Uma perda de peso mal conduzida pode incluir perda significativa de massa muscular, principalmente em pessoas mais velhas, sedentárias, submetidas a dietas muito restritivas ou a tratamentos sem acompanhamento adequado.

Mesmo com o avanço dos medicamentos para obesidade, o objetivo não deve ser apenas reduzir o número na balança. O tratamento precisa preservar músculo, reduzir gordura visceral, melhorar o metabolismo e manter a autonomia.

O paciente não deve apenas ficar mais leve. Deve ficar mais saudável, mais forte e funcionalmente mais capaz.

Por que o músculo influencia a saúde cerebral?

A relação entre músculo e cérebro é complexa, mas alguns mecanismos ajudam a explicá-la.

A perda muscular pode piorar a resistência à insulina, reduzir o gasto energético, aumentar o sedentarismo e favorecer inflamação crônica. Ao mesmo tempo, fatores como hipertensão, diabetes, apneia do sono e colesterol elevado afetam os vasos sanguíneos que irrigam tanto o coração quanto o cérebro.

Por isso, preservar músculo é muito mais do que uma questão estética. É uma estratégia de proteção metabólica, cardiovascular, funcional e possivelmente cognitiva.

Como enfrentar cientificamente esse problema ?

 

O primeiro passo é avaliar mais do que o peso. Circunferência abdominal, composição corporal, força de preensão, velocidade da marcha, capacidade funcional e exames cardiometabólicos ajudam a identificar riscos que o IMC isolado não mostra.

O treinamento de força deve ocupar posição central. Caminhar é importante, mas pode não ser suficiente para preservar ou recuperar massa muscular. Exercícios resistidos, progressivos e individualizados são fundamentais.

A alimentação também precisa garantir quantidade adequada de proteínas e energia, distribuídas ao longo do dia e ajustadas à idade, função renal, rotina e condição clínica.

Além disso, é essencial tratar fatores que aceleram a perda muscular e o envelhecimento vascular, como sedentarismo, diabetes, hipertensão, alterações do sono, tabagismo e obesidade visceral.

Envelhecer bem ,exige preservar força

A obesidade sarcopênica mostra por que o cuidado não pode ser fragmentado. Peso, metabolismo, coração, músculo e cérebro fazem parte do mesmo sistema.

Entendemos que o acompanhamento precisa ir além da balança. Avaliamos composição corporal, força, risco cardiovascular, alimentação, sono, rotina e capacidade funcional para construir estratégias verdadeiramente individualizadas.

Porque o objetivo não é apenas perder peso. É preservar autonomia, proteger o cérebro, fortalecer o corpo e construir saúde antes que a doença se manifeste.

 

Saúde não é sorte. É rotina.

Dr. Max Wagner de LimaCardiologista — CRM 6194 | RQE 2308
Prevenção cardiovascular, cardiometabolismo e medicina de antecipação.

Maristela Luft — CRN -16431Nutricionista e Mestre em nutrição clínica, composição corporal e cuidado cardiometabólico.



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