Copa Sul-Americana

Cuiabá e Racing se enfrentam nesta terça-feira na Arena Pantanal

Os valores vão de R$ 15 a R$ 150, de acordo com cada setor. No Camarote Oeste, o preço é de R$ 400 inteira e R$ 340 meia, com open bar e open food

Publicado em

Esporte

Foto: Cuiabá Esporte Clube

Nesta terça-feira (03), acontece partida entre Cuiabá e Racing, da Argentina, pela 4ª rodada da Copa Sul-Americana, na Arena Pantanal às 18h15 (horário de Cuiabá). Na partida de ida, realizada na primeira quinzena de abril, o clube argentino venceu o Dourado por 2×0.

Os ingressos para o duelo estão à venda. Os valores vão de R$ 15 a R$ 150, de acordo com cada setor. No Camarote Oeste, o preço é de R$ 400 inteira e R$ 340 meia, com open bar e open food.

Os setores Leste Superior e Inferior, Oeste Inferior, Camarote Oeste e Sul Inferior, destinado para as torcidas organizadas, estão disponíveis para a torcida auriverde. Os visitantes irão ficar no Norte Superior.

Confira abaixo os locais de vendas, além, é claro, da comercialização online pelo www.tickethub.com.br.

Sócio-torcedor do Dourado tem que realizar o check-in até um dia antes da partida, ou seja, à meia-noite de segunda-feira (02.05). Para isso, basta acessar o www.sociodourado.com.br ou pelo e-mail.

Horários dos pontos de vendas

– Dourado Store (Piso L3 Shopping Estação) – 10h às 22h

– Escolinha do Cuiabá (Av. Beira-Rio) – 8h às 20h

– LuckSports (Shopping Popular) – 9h às 20h

– Lojas Tube (Shopping Pantanal e 3 Américas) – 10h às 22h

– Loja Moda Verão (Tijucal, Centro, CPA 1 e Pedro 90, Cristo Rei, Av. Alzira Santana) – 8h às 18h

– www.tickethub.com.br (vendas até a hora do jogo)

Divisão de sócios

Leste Superior: Dourado

Sul Inferior: Bronze

Leste Inferior: Prata

Oeste Inferior: Ouro

Camarote Oeste: Diamante

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Esporte

Quando perder músculo também ameaça o cérebro

Publicados

em


Durante muito tempo, falar em obesidade significava olhar apenas para o peso e para o IMC. Hoje sabemos que isso é insuficiente.

Duas pessoas com o mesmo peso podem ter condições completamente diferentes. Uma pode apresentar boa massa muscular e força preservada. A outra pode acumular gordura, especialmente abdominal, enquanto perde músculo e capacidade funcional.

Essa combinação é chamada de obesidade sarcopênica.

Ela reúne dois problemas importantes: excesso de gordura corporal e redução da massa ou da força muscular. Além de aumentar o risco de fragilidade, quedas, diabetes e doenças cardiovasculares, novas evidências mostram que essa condição também pode estar associada a maior risco de demência.

O que a ciência mostra :

 

Um grande estudo publicado na revista Clinical Nutrition avaliou dados de centenas de milhares de pessoas e analisou a relação entre composição corporal, força muscular e desenvolvimento de demência.

Os resultados mostraram que tanto a sarcopenia isolada quanto a obesidade sarcopênica estavam associadas a um risco maior de declínio cognitivo. Um dos achados mais relevantes foi a importância da força de preensão manual, medida por dinamometria.

Quanto menor a força e quanto maior sua redução ao longo dos anos ,maior foi o risco observado.

Isso reforça uma mudança importante na forma de avaliar a saúde: Não basta saber quanto peso uma pessoa perdeu. Precisamos saber quanto músculo e quanta força ela conseguiu preservar.

Emagrecer , nem sempre significa melhorar a saúde ?

 

Uma perda de peso mal conduzida pode incluir perda significativa de massa muscular, principalmente em pessoas mais velhas, sedentárias, submetidas a dietas muito restritivas ou a tratamentos sem acompanhamento adequado.

Mesmo com o avanço dos medicamentos para obesidade, o objetivo não deve ser apenas reduzir o número na balança. O tratamento precisa preservar músculo, reduzir gordura visceral, melhorar o metabolismo e manter a autonomia.

O paciente não deve apenas ficar mais leve. Deve ficar mais saudável, mais forte e funcionalmente mais capaz.

Por que o músculo influencia a saúde cerebral?

A relação entre músculo e cérebro é complexa, mas alguns mecanismos ajudam a explicá-la.

A perda muscular pode piorar a resistência à insulina, reduzir o gasto energético, aumentar o sedentarismo e favorecer inflamação crônica. Ao mesmo tempo, fatores como hipertensão, diabetes, apneia do sono e colesterol elevado afetam os vasos sanguíneos que irrigam tanto o coração quanto o cérebro.

Por isso, preservar músculo é muito mais do que uma questão estética. É uma estratégia de proteção metabólica, cardiovascular, funcional e possivelmente cognitiva.

Como enfrentar cientificamente esse problema ?

 

O primeiro passo é avaliar mais do que o peso. Circunferência abdominal, composição corporal, força de preensão, velocidade da marcha, capacidade funcional e exames cardiometabólicos ajudam a identificar riscos que o IMC isolado não mostra.

O treinamento de força deve ocupar posição central. Caminhar é importante, mas pode não ser suficiente para preservar ou recuperar massa muscular. Exercícios resistidos, progressivos e individualizados são fundamentais.

A alimentação também precisa garantir quantidade adequada de proteínas e energia, distribuídas ao longo do dia e ajustadas à idade, função renal, rotina e condição clínica.

Além disso, é essencial tratar fatores que aceleram a perda muscular e o envelhecimento vascular, como sedentarismo, diabetes, hipertensão, alterações do sono, tabagismo e obesidade visceral.

Envelhecer bem ,exige preservar força

A obesidade sarcopênica mostra por que o cuidado não pode ser fragmentado. Peso, metabolismo, coração, músculo e cérebro fazem parte do mesmo sistema.

Entendemos que o acompanhamento precisa ir além da balança. Avaliamos composição corporal, força, risco cardiovascular, alimentação, sono, rotina e capacidade funcional para construir estratégias verdadeiramente individualizadas.

Porque o objetivo não é apenas perder peso. É preservar autonomia, proteger o cérebro, fortalecer o corpo e construir saúde antes que a doença se manifeste.

 

Saúde não é sorte. É rotina.

Dr. Max Wagner de LimaCardiologista — CRM 6194 | RQE 2308
Prevenção cardiovascular, cardiometabolismo e medicina de antecipação.

Maristela Luft — CRN -16431Nutricionista e Mestre em nutrição clínica, composição corporal e cuidado cardiometabólico.



COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍTICA

POLÍCIA

ESPORTE

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA