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Botafogo vence o Fluminense e assume a liderança do Brasileirão
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Em um Nilton Santos vibrante, o Botafogo confirmou sua grande fase ao vencer o Fluminense por 1 a 0, na noite desta terça-feira (11.06), pela oitava rodada do Campeonato Brasileiro. O gol da vitória alvinegra foi marcado pelo zagueiro Bastos, de cabeça, no início do segundo tempo.
Com o resultado, o Glorioso chega à quinta vitória consecutiva no torneio, assume a liderança com 16 pontos e aumenta a pressão sobre Flamengo e Bahia, que ainda jogam na rodada. Já o Tricolor, em má fase, amarga a terceira derrota seguida, estaciona nos seis pontos e pode terminar a rodada na zona de rebaixamento.
O placar magro, no entanto, não refletiu o domínio do Botafogo durante a partida. Desde o início, a equipe comandada por Luís Castro impôs seu ritmo, sufocou a saída de bola do Fluminense e criou as melhores oportunidades. A principal válvula de escape alvinegra era o atacante Júnior Santos, que infernizou a defesa tricolor com sua velocidade e habilidade.
O Fluminense, por outro lado, sentiu a pressão do clássico e teve grande dificuldade para impor seu estilo de jogo. O técnico Fernando Diniz viu sua equipe ser dominada no meio-campo e pouco criar no ataque. O goleiro Fábio, com defesas importantes, evitou um placar elástico no primeiro tempo.
Na etapa final, o panorama da partida se manteve. Empurrado pela torcida, o Botafogo continuou melhor e chegou ao gol logo aos 20 minutos, com Bastos, após cobrança de escanteio. O gol incendiou ainda mais o Nilton Santos e obrigou o Fluminense a sair para o jogo. No entanto, mesmo com as mudanças promovidas por Diniz, o Tricolor seguiu errando muitos passes e pouco ameaçou a meta alvinegra.
O Botafogo, por sua vez, administrou a vantagem com inteligência e ainda teve chances de ampliar o placar. No fim, a vitória por 1 a 0 refletiu o domínio alvinegro durante os 90 minutos e consolidou o Fogão como um dos favoritos ao título brasileiro.
Próximos desafios:
As duas equipes voltam a campo no próximo final de semana, pela nona rodada do Brasileirão. No sábado, o Fluminense recebe o Atlético-GO no Maracanã, em busca de reabilitação. Já o Botafogo, embalado pela liderança, visita o Grêmio, no domingo, em Cariacica-ES.
O clássico no Nilton Santos confirmou a ótima fase do Botafogo, que se consolida como um dos principais candidatos ao título brasileiro. Já o Fluminense, em momento delicado, precisa reencontrar o bom futebol o quanto antes para não se aproximar da zona de rebaixamento.
FICHA TÉCNICA
BOTAFOGO 1 X 0 FLUMINENSE
Local: Estádio Nilton Santos, no Rio de Janeiro
Data: 11/06/2024
Horário: 20 horas
Árbitro: Flávio Rodrigues de Souza (Fifa-SP)
Assistentes: Alex Ang Ribeiro (Fifa-SP) e Evandro de Melo Lima (SP)
VAR: Rodrigo D Alonso Ferreira (SC)
Cartões amarelos: Tiquinho, Tchê Tchê, Damián Suárez (Bota); Martinelli, Ganso, Marcelo (Flu)
Gols: Bastos (Botafogo), aos 20 min do 2º tempo
BOTAFOGO: Jhon, Damián Suárez, Bastos, Alexander Barboza e Cuiabano; George, Marlon Freitas e Tchê Tchê (Patrick de Paula); Luiz Henrique (Yarlen), Tiquinho Soares (Óscar Romero) e Júnior Santos. Técnico: Artur Jorge
FLUMINENSE: Fábio, Samuel Xavier (Alexsander), Marlon, Manoel (Douglas Costa) e Marcelo; Martinelli, Lima (Kauã Elias) e Paulo Henrique Ganso (Renato Augusto); Marquinhos, Germán Cano (Isaac) e John Kennedy. Técnico: Fernando Diniz
Fonte: Esportes
Esporte
O Brasil perde um gigante: morre Oscar Schmidt, o eterno “Mão Santa”
Morreu, aos 68 anos, Oscar Schmidt, o maior nome da história do basquete nacional e um dos maiores pontuadores de todos os tempos no esporte mundial.
Ídolo de gerações, Oscar não foi apenas um jogador — foi símbolo de talento, dedicação e amor pelo Brasil. Dono de mais de 49 mil pontos na carreira, o “Mão Santa” construiu uma trajetória que ultrapassou estatísticas e se transformou em legado.
Foram cinco Olimpíadas disputadas, jogos históricos e atuações que desafiaram gigantes do basquete mundial. Um dos momentos mais marcantes foi no Pan-Americano de 1987, quando liderou a seleção brasileira em uma vitória histórica sobre os Estados Unidos, dentro da casa deles.
Oscar fez uma escolha rara: recusou a NBA para continuar defendendo a seleção brasileira. Não foi apenas uma decisão profissional — foi uma declaração de amor à camisa, ao país e ao esporte.
Nos últimos anos, também se tornou exemplo de força fora das quadras, enfrentando um tumor cerebral com coragem e dignidade, inspirando milhares de brasileiros com sua luta pela vida.
A morte de Oscar não representa o fim de uma história, mas a eternização de um nome. Um atleta que transformou o basquete no Brasil, que inspirou gerações e que colocou o país no mapa do esporte mundial.
Hoje, o Brasil não perde apenas um ídolo.
Perde um símbolo.
Eternamente, Mão Santa. 🏀
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