Esporte
Ao exigir DNA, senador Jorge Kajuru diz ser pai de uma das filhas do ex-jogador Túlio
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Dizendo-se “pronto para assumir a paternidade”, o jornalista Jorge Kajuru se proclamou novamente pai biológico de Marcela, uma das filhas do ex-jogador Túlio Maravilha, celebrizado em 97 como um dos melhores atletas do Vitória. O atual senador exige que seja feito exame comprobatório de DNA, o que irá facultar oficialmente sua convivência regular com a jovem, fruto de relacionamento com Alessandra. Pelas redes sociais, Twitter, ele refuta que tenha tido caso extraconjugal com a esposa de Túlio. O envolvimento amoroso aconteceu quando Alessandra tinha 17 anos, momento em que estava solteira. Na ocasião, a mãe até quis fazer o exame de DNA, mas depois desistiu, salienta Kajuru.
Trata-se da reedição de um caso que o próprio senador, no exercício das funções de jornalista, havia já comentado” no programa “Esporte Interativo”, repercutindo-o no programa “Balanço Geral” dessa terça-feira, 9, quando reafirmou sua disposição de fazer exame de DNA. Kajuru disse ser hoje senador da República, mas frisou que continua sendo o “Kajuru cidadão”.
“Nunca tive nada para esconder, quem me conhece, sabe disso. Falo as coisas normalmente, como sempre falei durante toda minha vida, sem esconder nada. Até hoje tenho isso na minha cabeça como se fosse verdade. Mas… parece que não é… Então, na dúvida, basta fazer o DNA. Estou à disposição, como estive em outras ocasiões. Alessandra, a mãe de Marcela, é que não quis, até agora”.
Empolgado, Jorge Kajuru acentuou estar pronto para assumir a paternidade de uma menina linda e maravilhosa que é a Marcela. “Agora, dizer que é minha filha, porque parece com meu olho, porque é estrábica, porque usa óculos… Aí não , né?”
Também o apresentador do “Balanço Geral”, Roberto Gottino, comentou o caso nas suas redes sociais. Até ironizou a insistência do seu colega jornalista, e senador, que reclama paternidade em tempos de pandemia. “No meio de tudo isso, senador Jorge Kajuru diz que faz o exame de DNA hoje (9) para provar que a filha de Túlio Maravilha é filha dele. Esse país não para!”
Esporte
Brasil vira sobre a Austrália e vence por 4 a 2 em amistoso
A Seleção Brasileira superou um primeiro tempo de sustos e derrotou a Austrália por 4 a 2, nesta terça-feira (29.09), em amistoso disputado no Suncorp Stadium, em Brisbane. Vanderson, Raphinha, Bruno Guimarães e Vinicius Júnior balançaram as redes para o Brasil; Circati e Metcalfe marcaram para os donos da casa. A Seleção ainda tem mais um compromisso nesta Data Fifa: no sábado, encara a Índia às 11h (de Brasília), no Vivekananda Yuba Bharati Krirangan Stadium, em Calcutá.
O jogo começou da melhor forma possível para os brasileiros. Aos dois minutos, uma jogada ensaiada pela ponta direita terminou com Rayan servindo Bontempo, que encontrou Vanderson livre para acertar um belo chute no ângulo e abrir o placar.
O segundo quase saiu em seguida. Raphinha recebeu na entrada da área e soltou uma pancada forte, obrigando Patrick Beach a fazer grande defesa. No rebote, o atacante do Barcelona voltou a finalizar, mas parou novamente no goleiro australiano.
Com o controle da posse de bola e do ritmo da partida, o Brasil ditava as ações, mas foi pego em falha pontual. Aos 29 minutos, após cobrança de escanteio fechado, a defesa brasileira se atrapalhou e Circati empatou para os mandantes.
O golpe abalou a equipe de Carlo Ancelotti, que três minutos depois viu o placar virar. Aos 32, a defesa saiu jogando errado, Metcalfe dominou com liberdade na entrada da área e finalizou com precisão, vencendo Otávio.
Aos poucos, a Seleção voltou a crescer. Aos 42, em mais uma boa trama coletiva, Danilo foi derrubado na área. O árbitro japonês Yusuke Araki revisou o lance no VAR e assinalou o pênalti. Raphinha cobrou com firmeza e deixou tudo igual antes do intervalo.
O segundo tempo começou mais equilibrado. A primeira grande chance foi australiana: aos 15 minutos, Circati apareceu livre na área após escanteio, mas cabeceou por cima, desperdiçando boa oportunidade para os donos da casa.
Do outro lado, o Brasil demorou a criar, mas foi cirúrgico quando chegou. Depois de um primeiro tempo discreto, Vinicius Júnior passou a aparecer mais no jogo. O atacante foi lançado pela esquerda e encontrou Endrick dentro da área, que deu um passe preciso para Bruno Guimarães completar para o fundo das redes e recolocar o Brasil em vantagem.
Aos 30 minutos, quase saiu o quarto. Vini arrancou pela esquerda e inverteu a jogada para Estêvão, que finalizou no canto e viu Patrick Beach fazer mais uma grande defesa. No rebote, a bola ainda bateu em Endrick antes de sair pela linha de fundo.
Aos 34, nada impediu o gol que selou a vitória. Vinicius Júnior fez bela jogada individual, driblou o marcador e foi derrubado dentro da área. O próprio camisa 7 cobrou o pênalti com categoria e converteu.
Nos minutos finais, a equipe de Carlo Ancelotti administrou a vantagem e controlou a partida até o apito final, confirmando o resultado.
| FICHA TÉCNICA | ||
|---|---|---|
| Austrália 2 x 4 Brasil | ||
| Competição | Amistoso | |
| Local | Suncorp Stadium, Brisbane (AUS) | |
| Data | 29 de setembro de 2026 (terça-feira) | |
| Horário | 7h (de Brasília) | |
| Cartões | Amarelos (Austrália) | Irankunda, Souttar |
| Cartões | Amarelos (Brasil) | Gabriel Magalhães, Endrick |
| Cartões | Vermelhos | Nenhum |
| Arbitragem | Árbitro | Yusuke Araki (JAP) |
| Arbitragem | Assistentes | Kota Watanabe (JAP) e Kohe Ando (JAP) |
| Arbitragem | Quarto árbitro | Ryo Tanimoto (JAP) |
| Gols | 1º gol | Vanderson, aos 2 do 1ºT (Brasil) |
| Gols | 2º gol | Circati, aos 29 do 1ºT (Austrália) |
| Gols | 3º gol | Metcalfe, aos 33 do 1ºT (Austrália) |
| Gols | 4º gol | Raphinha, aos 44 do 1ºT (Brasil) |
| Gols | 5º gol | Bruno Guimarães, aos 24 do 2ºT (Brasil) |
| Gols | 6º gol | Vinicius Júnior, aos 34 do 2ºT (Brasil) |
| Escalação | Austrália | Patrick Beach; Jacob Italiano (Geria), Alessandro Circati, Harry Souttar e Lucas Herrington; Aziz Behich, Jackson Irvine e Paul Okon-Engstler (O’Neill); Connor Metcalfe (McGree), Nestory Irankunda (Younis) e Tete Yengi. Técnico: Tony Popović |
| Escalação | Brasil | Otávio, Vanderson (Matheuzinho), Jair (Vitor Reis), Gabriel Magalhães e Mauro Júnior (Arthur Dias); Danilo (Breno Bidon), Bruno Guimarães (Martinelli) e Gabriel Bontempo (Andrey Santos); Rayan (Estêvão), Raphinha (Endrick) e Vini Júnior (Samuel Lino). Técnico: Carlo Ancelotti |
Fonte: Esportes
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