JIU-JITSU

Alexander Ortiz conquista o 4º lugar no Campeonato Brasileiro de Jiu-jitsu

Com essa vitória, o atleta várzea-grandense garantiu vaga no Mundial

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Esporte

Secom VG

O atleta e Guarda Municipal de Várzea Grande, Alexander Ortiz, conquistou a quarta colocação no Campeonato Brasileiro de Jiu-jitsu, realizado neste fim de semana, em São Paulo, onde participaram esportistas de diversos Estados do país. Esta é a primeira vez que ele participa da competição com a faixa roxa e na categoria peso pesado. A subida ao pódio lhe rendeu a vaga para o mundial deste ano.  

“Essa foi a minha estreia na categoria peso pesado e o quarto lugar já é um bom começo. A partir de agora, sigo com a minha rotina puxada de treinos e exercícios físicos, me preparando para novos desafios. Determinação e amor ao esporte são fatores que nos levam ao sucesso”, comemorou Alexander Ortiz, que fez questão de subir ao pódio com a bandeira de Várzea Grande.

Alexander pratica jiu-jitsu há 05 anos e já conquistou os títulos de bicampeão mundial e campeão brasileiro da sua categoria. O atleta, apaixonado por artes marciais, também é faixa marrom em Aikidô, ambas técnicas japonesas.

O prefeito Kalil Baracat disse que o atleta e Guarda Municipal Alexander Ortiz é orgulho para a gestão municipal que incentiva e apoia todo e qualquer tipo de esporte. “O esporte em nosso município se manifesta em diferentes modalidades e em diferentes espaços, por isso a nossa gestão está focada em realizar políticas públicas que possam contribuir para o fortalecimento deste setor, além de ser uma alternativa na formação humana de adolescentes e jovens”.

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O Brasil perde um gigante: morre Oscar Schmidt, o eterno “Mão Santa”

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Morreu, aos 68 anos, Oscar Schmidt, o maior nome da história do basquete nacional e um dos maiores pontuadores de todos os tempos no esporte mundial.

Ídolo de gerações, Oscar não foi apenas um jogador — foi símbolo de talento, dedicação e amor pelo Brasil. Dono de mais de 49 mil pontos na carreira, o “Mão Santa” construiu uma trajetória que ultrapassou estatísticas e se transformou em legado.

Foram cinco Olimpíadas disputadas, jogos históricos e atuações que desafiaram gigantes do basquete mundial. Um dos momentos mais marcantes foi no Pan-Americano de 1987, quando liderou a seleção brasileira em uma vitória histórica sobre os Estados Unidos, dentro da casa deles.

Oscar fez uma escolha rara: recusou a NBA para continuar defendendo a seleção brasileira. Não foi apenas uma decisão profissional — foi uma declaração de amor à camisa, ao país e ao esporte.

Nos últimos anos, também se tornou exemplo de força fora das quadras, enfrentando um tumor cerebral com coragem e dignidade, inspirando milhares de brasileiros com sua luta pela vida.

A morte de Oscar não representa o fim de uma história, mas a eternização de um nome. Um atleta que transformou o basquete no Brasil, que inspirou gerações e que colocou o país no mapa do esporte mundial.

Hoje, o Brasil não perde apenas um ídolo.
Perde um símbolo.

Eternamente, Mão Santa. 🏀



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