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Várzea Grande intensifica mutirão e leva serviços essenciais a diversas regiões nesta segunda-feira (27)

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O programa VG em Ação faz parte de um cronograma contínuo de manutenção urbana, estruturado de forma estratégica para atender demandas prioritárias e garantir mais eficiência nos serviços prestados.

A Prefeitura de Várzea Grande realiza, nesta segunda-feira (27), mais uma edição do programa VG em Ação, promovendo uma ampla mobilização de serviços urbanos em diferentes regiões do município.

Coordenada pela Secretaria Municipal de Serviços Públicos e Mobilidade Urbana, a ação ocorre ao longo de todo o dia, com a execução de serviços essenciais voltados à manutenção da cidade. Entre as atividades realizadas, destacam-se a varrição e limpeza urbana, além da retirada de resíduos e entulhos, poda de árvores, capinação e roçagem.

A iniciativa reforça o compromisso da gestão municipal com a conservação dos espaços públicos, a prevenção de problemas ambientais e a melhoria direta na qualidade de vida dos moradores. O programa VG em Ação faz parte de um cronograma contínuo de manutenção urbana, estruturado de forma estratégica para atender demandas prioritárias e garantir mais eficiência nos serviços prestados.

Regiões atendidas:

* Avenida Ary Paes Barreto

* Avenida João Ponce de Arruda

* Avenida Leôncio Lopes

* Avenida Prefeito Murilo Domingos

* Bairro Construmat

* Bairro Cristo Rei

* Bairro Jardim Ikaray

* Bairro Ipase

* Bairro José Carlos Guimarães

* Bairro Mapim

* Bairro Santa Isabel

* Bairro Vitória Régia

* Distrito de Bonucesso

* Parque Tanque do Fancho

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT



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Simples exigirá nota fiscal nacional única a partir de setembro

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As micro e pequenas empresas enquadradas no Simples Nacional terão que emitir notas fiscais de serviço por um sistema único em todo o país a partir de 1º de setembro. A mudança obriga o uso exclusivo do Emissor Nacional da Nota Fiscal de Serviço eletrônica (NFS-e), substituindo os sistemas próprios de cada município.

Definida por resolução do Comitê Gestor do Simples Nacional (CGSN), a regra tem como objetivo padronizar a emissão de notas fiscais, reduzir burocracia e integrar dados tributários entre União, estados e municípios.

Atualmente, cada cidade pode ter um modelo diferente de emissão de nota fiscal de serviço. Com a nova norma, todas as empresas do Simples passarão a usar o mesmo sistema, independentemente de onde atuam.

O que muda na prática?

A principal alteração é a obrigatoriedade de usar apenas o sistema nacional para emitir notas fiscais de serviços.

Quem será afetado:

  •     Microempresas (ME)
  •     Empresas de Pequeno Porte (EPP)
  •     Empresas com pedido de adesão ao Simples ainda em análise
  •     Negócios em disputa administrativa ou com pendências, se houver possibilidade de enquadramento

Mesmo quem ainda não está formalmente no Simples pode ter que seguir a regra.

A mudança vale apenas para:

  •     Operações com mercadorias (tributadas pelo ICMS) não entram na regra
  •     Esses casos continuam seguindo sistemas estaduais ou próprios

Por que o governo fez isso?

A ideia é tornar o sistema mais simples e integrado.

Hoje:

  •     Cada município tem seu próprio modelo
  •     Empresas que atuam em várias cidades precisam usar sistemas diferentes

Com a padronização:

  •     A emissão será feita em um único ambiente nacional
  •     Os dados serão automaticamente compartilhados com os fiscos

Principais benefícios:

  •     Padronização nacional: a mesma nota será válida em qualquer cidade do país
  •     Menos burocracia: empresas deixam de lidar com vários sistemas diferentes
  •     Integração de dados: informações fiscais serão compartilhadas entre União, estados e municípios

Facilidade tecnológica:

  •     Emissão via portal online
  •     Integração com API das empresas. As API são interfaces tecnológicas que conectam diferentes sistemas financeiros

O que esperar

Segundo o governo, a medida deve facilitar o cumprimento de obrigações fiscais, principalmente para empresas que prestam serviços em mais de um município.

Ao mesmo tempo, amplia o controle do Fisco sobre as operações e melhora a organização das informações tributárias no país.

A mudança faz parte de um movimento maior de digitalização e padronização do sistema tributário brasileiro.



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