Economia
Procon e Assistência Social são parceiros das ACES em campanha solidária para dia das mães em Sinop
Economia
Da Redação
O Procon Sinop é parceiro da campanha do dia das mães lançada no início desta semana, segunda-feira, 27, pela Associação Comercial e Empresarial de Sinop (ACES). Com o mote “Alegria de Mãe”, a campanha estimula as vendas no comércio para a data e ajuda famílias carentes.
Com o trabalho de fiscalização de preços e de uso correto máscaras faciais pelo munícipe, o Procon entra na campanha para somar e dar maior transparência, haja vista que um dos pré-requisitos para o comerciante aderir é que ele cumpra todas as regras de prevenção à contaminação pelo coronavírus, importas pela Organização Mundial de Saúde (OMS).
O Procon dará seu apoio à campanha como forma de uma ação casada, pois já está percorrendo o comércio local fazendo orientação e notificação quanto aos preços praticados na venda do álcool em gel das máscaras e, agora, em virtude do Decreto Estadual 462/20, sobre o uso obrigatório e correto das máscaras.
“Nós sempre fomos parceiros do comércio e ficamos muito felizes que eles entenderam e nos convidaram para essa campanha. Faremos uma dobradinha, uma casadinha onde aproveitaremos a nossa ação de orientação e fiscalização do uso de máscaras para somar à campanha que a ACES desenhou tão elegantemente. O dia das mães é uma data de grande movimento econômico para o comércio de Sinop, mas por conta dessa pandemia que assola o Brasil e o mundo precisamos nos reinventar”, salienta a diretora do Procon, Juliana Torres Baptista ao elogiar o estímulo da entidade para as compras em sistema de delivery.
Ao tomar conhecimento da campanha, a secretária de Assistência Social, Trabalho e Habitação, Jôsi Palmasola, além de elogiar a instituição e engajamento dos empresários, colocou os serviços da secretaria à disposição da causa pontuando a importância do direcionamento das doações. “Nós entendemos e agradecemos a mão amiga, mas é preciso saber a quem e onde doar porque, senão, quem realmente precisa pode continuar precisando e a doação não chegar em suas mãos. Temos um cadastro e um mapeamento da cidade e das famílias. Trabalhamos com programas sociais como Bolsa Família Benefício de Prestação Continuada e o Cadastro Único, por exemplo”, aponta.
A campanha “Alegria de Mãe” trabalhará da seguinte forma: o comerciante que aderir pagará uma taxa que será revertida em compras de cestas básicas e quite de álcool em gel e máscaras para serem entregues a famílias carentes. Já o consumidor que comprar nas lojas participantes concorrerá à vales compras que varia de R$500 a R$1,5 mil.
Foto: Prefeitura de Sinop
Economia
Durigan defende que Brasil deve ampliar comércio exterior
O ministro da Fazenda, Dario Durigan, defendeu nesta segunda-feira (17) a estratégia de abertura do comércio de produtos brasileiros para outros países. 

Segundo ele, outros governos e investidores olham para o Brasil com confiança. “Em um mundo de incertezas, temos de construir o Brasil como um porto seguro, temos de projetar segurança e previsibilidade”, disse ao participar de evento na capital paulista.
Para Durigan, essa abertura deve ser baseada em negociações e não de dependência de um parceiro exclusivo, na Ásia ou na América do Norte, por exemplo.
“[O Brasil] vai fazer o debate sabendo de suas fraquezas e fortalezas”, apontou.
A fala do ministro ocorre no momento de tensão entre Brasil e Estados Unidos. Na semana passada, o governo federal anunciou a abertura formal do processo para avaliar se a imposição unilateral de tarifas por parte dos Estados Unidos (EUA) contra exportações brasileiras será respondida com base na Lei da Reciprocidade Econômica.
Aprovada no ano passado, justamente em reação ao primeiro tarifaço do governo de Donald Trump, a Lei nº 15.122 estabelece critérios para suspensão de concessões comerciais em resposta a ações, políticas ou práticas unilaterais de outro país que impacte negativamente a competitividade econômica do Brasil.
Medidas fiscais
Durigan também argumentou sobre a adoção de medidas, como bloqueio de orçamento e limite de gastos obrigatórios, para que o país mantenha a estabilidade fiscal.
“Precisamos manter uma trajetória fiscal, sem desestabilizar”, disse.
Sobre a reforma tributária, o ministro reconhece que pode amedrontar, por impor muitas mudanças. Porém, Durigan acredita que 2027 será um importante ano para a transição, e que, ao final, resultará em um sistema melhor, a médio e longo prazo, para o país.
A questão dos juros também foi abordada. Durigan afirmou que não há condições de discutir crédito no país sem “juros civilizados”, por, conforme o ministro, serem a “milha final” dos ajustes de médio prazo necessários para o desenvolvimento do país.
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