Economia
Prazo de adesão ao desenrola Brasil não é prorrogado, informa Fazenda
Economia
Termina na próxima quinta-feira (23) o prazo das inscrições para o processo de seleção simplificada da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), da Prefeitura de Cuiabá, que visa a contratação temporária de médicos e cirurgiões dentistas. As inscrições podem ser feitas pelo endereço eletrônico http://provimentoprefeitura.cuiaba.mt.gov.br:8080/seconcurso/com.secon.wsite. O Edital da seletiva pode ser acessado pelo link.
São oferecidas 120 vagas para contratação imediata e 260 vagas para cadastro reserva. Os salários chegam a R$10,9 mil. A seleção prevê a contratação imediata de 95 médicos e 25 cirurgiões dentistas. A carga horária da maioria dos cargos, é de 20 horas semanais.
As vagas são: 75 para clínico geral (150 para cadastro reserva), 20 vagas para Médico Clínico Geral – APS (60 para cadastro reserva), 7 vagas para cirurgião dentista com especialidade em bucomaxilofacial (14 para cadastro reserva), 3 vagas para dentista especialista em pacientes com necessidades especiais (6 para cadastro reserva), 1 vaga para periodontista (2 para cadastro reserva), 6 vagas para endodontista (12 para cadastro reserva), 3 vagas para protesista (6 para cadastro reserva), 1 vaga para ortodontista (2 para cadastro reserva) e 4 vagas para odontopediatra (8 para cadastro reserva).
As inscrições somente serão realizadas via internet até às 23h59 (vinte e três horas e cinquenta e nove minutos) do dia 23 de maio, considerado o horário local.
Economia
Tarifa zero no transporte poderia ser novo Bolsa Família, diz estudo
A implementação da gratuidade no transporte público nas 27 capitais brasileiras representaria uma injeção de R$ 60,3 bilhões anuais na economia do país e poderia ter um efeito semelhante ao do Bolsa Família. 

Essa é a principal conclusão de um estudo divulgado, nesta terça (5), por pesquisadores da Universidade de Brasília (UnB) e da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
Clique aqui e confira a íntegra da pesquisa.
Intitulada A Tarifa Zero no Transporte Público como Política de Distribuição de Renda, a pesquisa foi coordenada pelo professor Thiago Trindade, do Instituto de Ciência Política da UnB, e defende que essa seria uma ação que poderia ajudar a combater desigualdades raciais.
O estudo foi financiado pela Frente Parlamentar em Defesa da Tarifa Zero no Congresso Nacional, e conta com o apoio da Fundação Rosa Luxemburgo.
Liquidez imediata
Essa gratuidade estaria relacionada ao transporte metropolitano de ônibus e trilhos. Os pesquisadores utilizaram dados da Pesquisa Nacional de Mobilidade, de 2024, e de indicadores das operadoras de ônibus e sistemas metroferroviários.
O estudo descontou 24,38% das isenções e gratuidades que já existem hoje – como idosos, estudantes e pessoas com deficiências. Isso representa cerca de R$ 14,7 bilhões, que já circulam na economia. Por isso, segundo os pesquisadores, a injeção real seria de R$ 45,6 bilhões.
“Estamos falando de uma injeção de liquidez imediata no bolso das famílias brasileiras. Ao converter o gasto compulsório com passagens em renda disponível, o Estado promove um estímulo econômico que volta para a sociedade na forma de consumo e arrecadação de impostos sobre produtos”, explica o professor Thiago Trindade.
Salário indireto
Os pesquisadores defendem que, no atual cenário, a tarifa zero pode ter um papel tão relevante para o Brasil quanto o Programa Bolsa Família teve há duas décadas, já que poderia representar um “salário indireto”.
Isso porque a gratuidade beneficiaria mais as camadas vulneráveis, a população negra e os moradores de periferias.
Segundo o estudo, a gratuidade poderia ser tratada como um direito social, nos moldes do SUS ou da Educação Pública.
“A implementação da tarifa zero em escala nacional reforçaria o protagonismo do Brasil na vanguarda das experiências globais de redução de desigualdades e aprofundamento democrático.”
Financiamento
As possibilidades para o financiamento de uma política nacional de transporte gratuito poderiam incluir, segundo argumentaram professores da UnB, no ano passado, a substituição do sistema de vale-transporte por um outro tipo de financiamento inicialmente de empresas privadas e públicas que tenham a partir de dez funcionários.
A estimativa do grupo de pesquisa é de que 81,5% dos estabelecimentos estariam isentos da contribuição. “A gente tem como fazer um programa de tarifa zero sem onerar o orçamento da União”, diz Trindade.
Clique aqui e leia mais sobre possibilidade de financiamento.
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