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Pelo menos 13 pessoas são presas após fraudar saque de contas do FGTS em SP

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Um grupo criou site falso para obter informações de usuários

Da Redação

 

A Polícia Federal prendeu ao menos 13 pessoas em São Paulo neste sábado suspeitas de sacar indevidamente o dinheiro de contas inativas do FGTS. Elas foram levadas até a superintendência da Polícia Federal nesta tarde.

As ocorrências são as mais variadas, segundo informou ao GLOBO um policial de plantão. As informações ainda são preliminares, disse a PF.

Alguns dos detidos, segundo a Globonews, fariam parte de um grupo que criou um site falso na internet de consulta ao saldo do FGTS inativo. Com as informações dos usuários, como senhas, a quadrilha fez saques em caixas que não exigem cartão.

Elas foram presas em flagrante, por furto mediante fraude. Três foram presas em frente a um café ao lado de uma agência da Caixa, na região da Avenida Paulista, por volta das 9h30min. Eles estavam com R$2.567 em espécie e 50 comprovantes de saque.

A Caixa Econômica Federal informou à Globo News que “detalhes sobre eventos criminosos são repassados exclusivamente às autoridades policiais, no caso, para a Polícia Federal”. O banco disse que “coopera integralmente com as investigações das autoridades competentes”.

A Caixa informou que, caso alguém identifique alguma divergência, “orienta que ele compareça a uma das agências do banco, munido do respectivo documento de identificação e carteira de trabalho, ou outro documento que comprove o término do vínculo trabalhista que deu origem aos depósitos ao FGTS, para atendimento e obtenção de informações sobre a conta de sua titularidade”.

As prisões aconteceram no primeiro dia de saque do quarto lote das contas inativas do FGTS. A partir de hoje, podem sacar os trabalhadores nascidos nos meses de setembro, outubro e novembro.

 

 

 

Fonte: O Globo

 

 

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Inflação recua para 0,07% em julho e volta para meta do governo

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Os alimentos ficaram mais baratos no mês de julho e ajudaram a inflação oficial a perder força pelo quarto mês seguido e fechar em 0,07%. O resultado faz o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) acumular 4,44% em 12 meses, trazendo o indicador de volta para a meta do governo.

O IPCA de julho veio em linha com a estimativa do mercado financeiro. O boletim Focus desta segunda-feira (10), sondagem do Banco Central (BC) com instituições econômicas, projetava que a inflação de julho ficaria em 0,07%. Para o fim de 2026, o mercado espera IPCA em 5,02%. 

Veja o resultado da inflação oficial em 2026:

Janeiro: 0,33%

Fevereiro: 0,70%

Março: 0,88%

Abril: 0,67%

Maio: 0,58%

Junho: 0,16%

Julho: 0,07%

Os dados foram divulgados nesta terça-feira (11) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Dentro da meta

O comportamento dos preços fez com que o acumulado de 12 meses (4,44%) entrasse novamente na meta do governo: de 3%, com tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou para menos, ou seja, um intervalo de 1,5% a 4,5%. 

Em abril, o acumulado estava em 4,39%, mas o índice extrapolou o limite máximo em maio (4,72%) e junho (4,64%).

Desde o início de 2025, o período de avaliação da meta é referente aos 12 meses imediatamente passados e não apenas ao alcançado no fim do ano (dezembro). A meta é considerada descumprida se a inflação estourar o intervalo de tolerância por seis meses seguidos.

Julho

O resultado de julho foi o menor desde agosto de 2025, quando o IPCA marcou 0,11%. Levando em consideração apenas os meses de julho, o desempenho do mês passado é o menor desde 2022 (-0,68).

O índice de difusão em julho, que mostra o quanto a inflação está espalhada no mês, foi de 50%, ou seja, metade dos 377 produtos e serviços pesquisados pelo IBGE tiveram aumento de preço. 

Confira como foi o comportamento dos preços e o impacto em ponto percentual (p.p.) nos nove grupos pesquisados pelo IBGE:

Alimentação e bebidas: -0,67% (-0,14 p.p.)

Habitação: 0,99% (0,15 p.p.)

Artigos de residência: 0,07% (0 p.p.)

Vestuário: -0,66% (-0,03 p.p.)

Transportes: 0,05% (0,01 p.p.)

Saúde e cuidados pessoais: 0,40% (0,06 p.p.)

Despesas pessoais: 0,22% (0,02 p.p.)

Educação: -0,03% (0 p.p.)

Comunicação: 0,04% (0 p.p.)

O índice

O IPCA apura o custo de vida para famílias com rendimentos entre um e 40 salários mínimos. Ao todos, são coletados preços de 377 subitens (produtos e serviços).

A coleta de preços é feita em dez regiões metropolitanas – Belém, Fortaleza, Recife, Salvador, Belo Horizonte, Vitória, Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba, Porto Alegre – além de Brasília e nas capitais Goiânia, Campo Grande, Rio Branco, São Luís e Aracaju. 

(Em atualização)



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