Economia
Nos 20 anos da firma, chefe leva funcionários para balneário na Espanha com tudo pago
Economia
O dono de uma empresa de viagens e festas levou todos os 42 membros da equipe para uma miniférias no Balneário Marbella
Da Redação
Todos os 42 funcionários da Red7, com sede em Brighton, Inglaterra, participaram da viagem pelos 20 anos da empresa com todas as despesas pagas. Em entrevista ao jornal Daily Mail, o empresário Ian Lucas disse que queria recompensar seus funcionários pelos 20 anos de negócios.
Lucas disse que sua equipe era “o coração batendo” da empresa e merecia ser recompensada pelo seu árduo trabalho nos últimos anos. Ele acrescentou: “Alguns deles estiveram com a empresa desde que começou, por isso é justo que essas pessoas estejam no centro de nossas celebrações”.
“O que diferencia o Red7 de seus concorrentes é uma promessa de criar experiências premium únicas na vida – queria trazer esse elemento para a vida da minha equipe durante essa viagem. Um bônus em dinheiro ou um presente é uma boa recompensa no momento, mas não consigo pensar em uma maneira melhor de expressar meus agradecimentos do que tratando meus empregados com luxo, o dinheiro não pode criar memórias duradouras”.
Lucas também levou seus funcionários para uma viagem há uma década, uma celebração para marcar o 10º aniversário da Red7 e já está fazendo planos para o 30º aniversário, em 2027. Ele disse: “Estamos cada vez mais vendo uma tendência para viagens mais distantes. “Talvez para o 30º aniversário da Red7, nos encontraremos em Las Vegas”.
Fonte: O Estado de S.Paulo
Economia
Dólar sobe a R$ 5 e bolsa cai 2% em dia de tensão global
O dólar fechou acima de R$ 5 e a bolsa brasileira caiu mais de 2% nesta quarta-feira (29), em um dia marcado por cautela nos mercados globais. As negociações foram influenciadas pelas tensões no Oriente Médio, pela reunião do Banco Central estadunidense e pela expectativa pela definição de juros no Brasil.

O dólar comercial encerrou o dia vendido a R$ 5,001, com alta de R$ 0,019 (+0,4%). A cotação começou o dia estável, em torno de R$ 4,98, mas subiu após a abertura dos mercados nos Estados Unidos. Na máxima do dia, por volta das 16h, chegou a R$ 5,01.
A moeda estadunidense subiu perante as principais moedas do planeta. O movimento refletiu um cenário externo mais incerto, com impacto das tensões geopolíticas e da decisão do Federal Reserve (Fed), que manteve os juros nos Estados Unidos na faixa entre 3,50% e 3,75% ao ano.
Ibovespa
A Bolsa brasileira teve forte queda e atingiu o menor nível desde 30 de março, ampliando a sequência negativa recente. O Ibovespa encerrou o dia aos 184.750 pontos, com recuo de 2,05%. Durante a sessão, o índice oscilou entre a mínima de 184.504 pontos e a máxima de 188.709 pontos, em um intervalo superior a 4 mil pontos.
O índice acumula queda de 3,14% na semana e de 1,45% no mês, mas sobe 14,66% no ano. Desde a máxima histórica registrada em abril, o Ibovespa já recuou cerca de 14 mil pontos, sendo que a perda desta sessão foi a mais intensa desde 20 de março.
Petróleo
Os preços do petróleo dispararam no mercado internacional, impulsionados pela escalada das tensões entre Estados Unidos e Irã. O barril do tipo WTI, referência nos Estados Unidos, fechou cotado a US$ 106,88, com alta de 6,95%. Já o Brent, usado nas negociações da Petrobras, encerrou a US$ 110,44, avançando 5,78%.
A valorização ocorre em meio a incertezas sobre o fornecimento global da commodity, especialmente diante do risco de interrupções no fluxo pelo Estreito de Ormuz, uma das principais rotas de transporte de petróleo no mundo.
Contexto global
O cenário externo concentrou a atenção dos investidores ao longo do dia. O Federal Reserve manteve a taxa de juros e sinalizou preocupação com a inflação e com o aumento das incertezas globais. Ao mesmo tempo, a intensificação do conflito no Oriente Médio elevou a volatilidade nos mercados internacionais. A alta do petróleo, acima de US$ 100 por barril, também reforçou as pressões inflacionárias.
No Brasil, o mercado acompanhava ainda a expectativa pela decisão do Comitê de Política Monetária (Copom). O corte de 0,25 ponto percentual nos juros básicos, para 14,5% ao ano, só foi divulgado após o fechamento das negociações.
*com informações da Reuters
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