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Leverger: Projeto de Hamilton beneficia mais 1500 produtores da agricultura familiar

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Da Redação.

O Projeto Lei denominado de “Selo Artesanal” de autoria do vereador Hamilton José da Silva, que visa fomentar o desenvolvimento econômico dos produtores rurais, foi aprovado pela Câmara Municipal de Santo Anônio de Leverger e sancionado pelo prefeito Valdir Castro Filho.

Hamilton explicou que na realidade se trata de um Programa Municipal de Certificação da Qualidade dos Produtos Produzidos pela agricultura familiar.

 “O projeto vai atender mais 1500 famílias que trabalham no campo e tinha dificuldade de comercializar seus produtos, com este “Selo Artesanal”, será possível vender em nos comércios da região”, explicou Hamilton.

Para o vereador, a inciativa vai alavancar a economia da região, já que tem muitos produtos como queijos, ovos e galinha caipira que ficavam de fora, mas que agora, tanto o produtor, como os consumidores serão beneficiados com a implantação deste selo, que vai disponibilizar produtos produzidos de forma artesanal, e de qualidade a população.

O vereador é um dos principais incentivadores do desenvolvimento econômico da agricultura familiar no município de Santo Antônio de Leverger, desenvolvendo atividades de buscam atender as necessidades e prioridades da população que vive na zona rural.

“Como vivo na zona rural, sei das necessidades dos moradores, são pessoas que precisam de uma boa estrada, de ponte, de energia elétrica, assim conseguimos ouvir diretamente as reivindicações do povo e levar para o prefeito”, ressaltou o vereador.

Hamilton aproveitou a oportunidade pra agradecer tantos os colegas vereadores que aprovaram o projeto, como também o prefeito Valdirzinho que sancionou a Lei de imediato

“Estamos trabalhando para proporcionar melhores condições de vida para nossa população, se o projeto apresenta só benefícios é claro que iremos sancionar e trabalhar para que seja colocando em prática o mais rápido possível”, ressaltou Valdirzinho.

Hamilton espera que o quanto antes os produtores possam comercializar seus produtores devidamente certificados, seja através das redes sociais ou nas gondolas dos comércios.

Foto: Júlio Rocha/Prefeitura Leverger.

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Durigan defende que Brasil deve ampliar relações comerciais

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O ministro da Fazenda, Dario Durigan, defendeu nesta segunda-feira (17) a estratégia de abertura do comércio de produtos brasileiros para outros países. 

Segundo ele, outros governos e investidores olham para o Brasil com confiança. “Em um mundo de incertezas, temos de construir o Brasil como um porto seguro, temos de projetar segurança e previsibilidade”, disse ao participar de evento na capital paulista.

Para Durigan, essa abertura deve ser baseada em negociações e não de dependência de um parceiro exclusivo, na Ásia ou na América do Norte, por exemplo.

“[O Brasil] vai fazer o debate sabendo de suas fraquezas e fortalezas”, apontou.

A fala do ministro ocorre no momento de tensão entre Brasil e Estados Unidos. Na semana passada, o governo federal anunciou a abertura formal do processo para avaliar se a imposição unilateral de tarifas por parte dos Estados Unidos (EUA) contra exportações brasileiras será respondida com base na Lei da Reciprocidade Econômica

Aprovada no ano passado, justamente em reação ao primeiro tarifaço do governo de Donald Trump, a Lei nº 15.122 estabelece critérios para suspensão de concessões comerciais em resposta a ações, políticas ou práticas unilaterais de outro país que impacte negativamente a competitividade econômica do Brasil.

Medidas fiscais

Durigan também argumentou sobre a adoção de medidas, como bloqueio de orçamento e limite de gastos obrigatórios, para que o país mantenha a estabilidade fiscal. 

“Precisamos manter uma trajetória fiscal, sem desestabilizar”, disse.

Sobre a reforma tributária, o ministro reconhece que pode amedrontar, por impor muitas mudanças. Porém, Durigan acredita que 2027 será um importante ano para a transição, e que, ao final, resultará em um sistema melhor, a médio e longo prazo, para o país. 

A questão dos juros também foi abordada. Durigan afirmou que não há condições de discutir crédito no país sem “juros civilizados”, por, conforme o ministro, serem a “milha final” dos ajustes de médio prazo necessários para o desenvolvimento do país.



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