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Lei inclui Tocantins na Rota Nacional do Turismo

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O estado do Tocantins agora é Rota Nacional do Turismo de Aventura, Ecológico, Rural, de Sol e Praia Doce, de Vivência, Cultural, Religioso e Gastronômico. A Lei 14.658 foi sancionada pelo presidente em exercício Geraldo Alckmin e publicada no Diário Oficial da União desta quinta-feira (24).

De acordo com o texto, a meta é desenvolver o potencial turístico nacional, além de valorizar os atrativos naturais e culturais e assim fomentar o empreendedorismo e a inovação. Por meio do turismo, a lei também busca promover crescimento econômico local, sustentável e inclusivo.

Segundo o último Anuário Estatístico de Turismo – divulgado em 2022 com dados de anos anteriores – em 2021 Tocantins arrecadou mais de R$ 34,6 milhões, a quarta maior arrecadação da região Norte do país, atrás do Pará, que arrecadou mais de R$ 217 milhões no mesmo ano e do Amazonas, com quase R$ 170 milhões.

Cadeia produtiva

Com atrações com alto potencial turístico como Jalapão e Serras Gerais, o estado tem se estruturado para desenvolver cada vez mais a cadeia produtiva do setor. E aposta na natureza como principal atração nos destinos oferecidos pelo estado. Na Plataforma Integrada de Turismo disponibilizada pela Secretaria de Turismo do Tocantins, a maior parte das atrações cadastradas pelos municípios abrange fervedouros, rios, cachoeiras e praias de água doce.

Além disso, por meio do Consórcio Interestadual de Desenvolvimento do Brasil Central (BrC), o estado atua de forma integrada aos governos de Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rondônia, Maranhão e Distrito Federal, para tornar a região mais competitiva e promover o ecoturismo e o turismo de aventura.

Fonte: EBC Economia

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Dólar sobe a R$ 5,20 e volta a atingir maior valor em três meses

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Em um dia de nervosismo no mercado financeiro, o dólar avançou e atingiu o valor mais alto em quase três meses nesta quarta-feira (24). A bolsa de valores encerrou o pregão em queda de quase 0,5%, pressionada pela baixa das ações de petroleiras e mineradoras.

O movimento refletiu a expectativa de juros mais altos nos Estados Unidos e a forte queda do petróleo, que recuou para o menor nível desde o início da guerra. Isso reduziu o apetite por ativos ligados a commodities (bens primários com cotação internacional).

O dólar comercial fechou esta quarta-feira (24) em alta de 0,28%, cotado a R$ 5,202, após atingir máxima de R$ 5,22 durante a manhã. Foi o segundo pregão consecutivo de valorização e o maior nível de fechamento desde 30 de março.

A moeda americana ganhou força com a expectativa de que o Federal Reserve (Fed, Banco Central estadunidense) possa adotar uma postura mais restritiva diante de sinais de pressão inflacionária na economia dos Estados Unidos. O mercado aguarda a divulgação do índice de preços de gastos com consumo (PCE), principal indicador de inflação acompanhado pelo banco central americano.

O índice DXY, que mede o desempenho do dólar contra uma cesta de moedas fortes, operava próximo dos maiores níveis em mais de um ano, acumulando alta de cerca de 3% no ano.

No Brasil, analistas avaliam que a diferença entre as perspectivas de juros dos Estados Unidos e do Brasil reduziu a atratividade do chamado carry trade, estratégia baseada em ganhos com a diferença entre os juros altos na economia brasileira e as taxas estadunidenses, mais baixas.

Bolsa perde força

Principal índice da B3, o Ibovespa encerrou o dia aos 170.506 pontos, com queda de 0,44%, após três sessões consecutivas de alta. O índice chegou a subir pela manhã, mas perdeu força com a pressão das ações ligadas a commodities.

O desempenho ocorreu em meio à queda dos preços do petróleo e à valorização do dólar, que pressionou metais básicos. Bancos também contribuíram para a baixa do índice. Na contramão, ações mais ligadas ao consumo interno tiveram ganhos, favorecidas pelo recuo das taxas de juros futuros.

Cenário internacional

Os investidores também acompanharam os sinais de avanço nas negociações entre Estados Unidos e Irã, além da retomada gradual do fluxo de navios pelo Estreito de Ormuz.

O alívio nas tensões externas reduziu o prêmio de risco sobre o petróleo e afetou empresas ligadas à energia. Ao mesmo tempo, o mercado monitora os próximos passos do Fed e os dados econômicos americanos para ajustar as expectativas sobre juros.

Petróleo recua

O petróleo caiu pelo terceiro pregão seguido e fechou no menor nível desde o início do conflito entre Estados Unidos e Irã, com o mercado reagindo à perspectiva de aumento da oferta global.

O contrato do Brent para setembro, parâmetro para a Petrobras, caiu 3,81%, encerrando a US$ 73,87 por barril. O barril do tipo WTI, do Texas, para agosto, recuou 3,92%, para US$ 70,34 por barril, chegando a operar abaixo de US$ 70 durante o dia.

A queda ocorreu após sinais de normalização do transporte de petróleo pelo Estreito de Ormuz e medidas envolvendo possíveis flexibilizações de restrições ao petróleo iraniano.

Analistas avaliam que o mercado passou a considerar menor risco de interrupção no fornecimento do petróleo, embora ainda acompanhe a evolução das negociações geopolíticas.

*com informações da Reuters.



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