Economia
Empresários reafirmam parceria com a Prefeitura em prol da saúde e valorização do comércio em Sinop
Economia
Da Redação.
A prefeita Rosana Martinelli recebeu, nesta semana, manifestação da Câmara de Dirigentes Lojistas de Sinop (CDL) por meio da qual a entidade reforça o compromisso dos mais de 1,4 mil empresários associados na luta contra o coronavírus e a adoção de medidas preventivas nos comércios em geral.
O documento é assinado pelo presidente da instituição, Marcos Antônio Alves, e destaca os desafios impostos à Administração Pública para a implementação de medidas que busquem o equilíbrio entre a saúde e a economia da cidade. A atuação da gestora recebeu elogios da classe.
O comércio local é um dos principais geradores de emprego e renda ao município. Desde o início da pandemia, o governo municipal e o setor vêm discutindo cenários e elaborando planos de atuação que proporcionem a manutenção de postos de trabalho e o funcionamento de empresas, sem, no entanto, deixar de lado as preocupações com a saúde.
Desde então, empresários também vêm se readaptando às exigências e dinâmicas de operação determinadas por força de decreto e que foram desde o funcionamento, apenas, via delivery (para empresas do ramo alimentício), ao funcionamento com capacidade reduzida de público.
Na avaliação dos membros da Câmara, a abertura ao diálogo proporciona de medidas de valorização. “Inúmeras foram as reuniões, videoconferências e ofícios trocados entre a CDL e a prefeitura buscando o equilíbrio exato entre a saúde e a economia de Sinop. E em todos os momentos vossa excelência manteve-se aberta ao diálogo, preocupada com as medidas de segurança no que diz respeito à saúde e preocupada com os impactos econômicos que a Pandemia causava em nosso município”, cita Marcos Antônio Alves em correspondência direcionada à prefeita Rosana Martinelli.
“Sabemos que como gestora vossa responsabilidade é enorme e encontrar o equilíbrio entre duas crises instaladas é um desafio sem proporções e nunca enfrentado anteriormente por qualquer gestor”, afirmou, ainda, o presidente da CDL.
Desde o início da pandemia, a Prefeitura vem construindo e também readaptando seu plano de contingência baseado no cenário epidemiológico local. As decisões são estabelecidas em âmbito Gabinete de Situação de Enfrentamento ao Coronavírus, formado por secretarias municipais diversas e voltado à implementação de estratégias de trabalho e medidas de enfrentamento.
Economia
Durigan defende que Brasil deve ampliar comércio exterior
O ministro da Fazenda, Dario Durigan, defendeu nesta segunda-feira (17) a estratégia de abertura do comércio de produtos brasileiros para outros países. 

Segundo ele, outros governos e investidores olham para o Brasil com confiança. “Em um mundo de incertezas, temos de construir o Brasil como um porto seguro, temos de projetar segurança e previsibilidade”, disse ao participar de evento na capital paulista.
Para Durigan, essa abertura deve ser baseada em negociações e não de dependência de um parceiro exclusivo, na Ásia ou na América do Norte, por exemplo.
“[O Brasil] vai fazer o debate sabendo de suas fraquezas e fortalezas”, apontou.
A fala do ministro ocorre no momento de tensão entre Brasil e Estados Unidos. Na semana passada, o governo federal anunciou a abertura formal do processo para avaliar se a imposição unilateral de tarifas por parte dos Estados Unidos (EUA) contra exportações brasileiras será respondida com base na Lei da Reciprocidade Econômica.
Aprovada no ano passado, justamente em reação ao primeiro tarifaço do governo de Donald Trump, a Lei nº 15.122 estabelece critérios para suspensão de concessões comerciais em resposta a ações, políticas ou práticas unilaterais de outro país que impacte negativamente a competitividade econômica do Brasil.
Medidas fiscais
Durigan também argumentou sobre a adoção de medidas, como bloqueio de orçamento e limite de gastos obrigatórios, para que o país mantenha a estabilidade fiscal.
“Precisamos manter uma trajetória fiscal, sem desestabilizar”, disse.
Sobre a reforma tributária, o ministro reconhece que pode amedrontar, por impor muitas mudanças. Porém, Durigan acredita que 2027 será um importante ano para a transição, e que, ao final, resultará em um sistema melhor, a médio e longo prazo, para o país.
A questão dos juros também foi abordada. Durigan afirmou que não há condições de discutir crédito no país sem “juros civilizados”, por, conforme o ministro, serem a “milha final” dos ajustes de médio prazo necessários para o desenvolvimento do país.
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