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Coronavírus interrompe atividades do Malai Manso Resort

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Da Redação

A direção do Malai Manso Resort anunciou que suspenderá temporariamente suas atividades, a partir do dia 23 de março até o dia 12 de abril, em decorrência dos desdobramentos da pandemia do coronavírus (COVID-19).

A ação do resort está em conformidade com as recomendações do Ministério da Saúde e da OMS – Organização Mundial de Saúde e tem como objetivo preservar a saúde, integridade e bem-estar de hóspedes e colaboradores, contribuindo assim para a não disseminação do novo coronavírus.

A direção do resort informa ainda, que as reservas que já foram realizadas para o período em questão, poderão ser remarcadas de acordo com a intenção e disponibilidade, sem multas e de acordo com a tarifa disponível no período, reforçando assim, o compromisso e a transparência do Malai Manso com o atual momento do país.

“O período em que o resort estará fechado poderá ser estendido, a depender da evolução da pandemia no país”.

Os clientes que tiverem reservas para o período citado, poderão remarcar uma nova data de hospedagem até o dia 31 de dezembro de 2020. As remarcações devem ser solicitadas até 10 dias uteis antes da sua hospedagem e poderão ser confirmadas mediante disponibilidade e condições pré-determinadas para os períodos (ex. mínimo de diárias/alteração de políticas tarifárias, etc).

As reservas feitas por uma agência de viagem, serão remarcadas diretamente com as mesmas.

Mais informações sobre remarcação e cancelamentos de reservas, poderão ser obtidas por meio do telefone: (65) 3028-0404 ou pelo e-mail reservas@malaimansoresort.com.br

 

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Durigan defende que Brasil deve ampliar comércio exterior

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O ministro da Fazenda, Dario Durigan, defendeu nesta segunda-feira (17) a estratégia de abertura do comércio de produtos brasileiros para outros países. 

Segundo ele, outros governos e investidores olham para o Brasil com confiança. “Em um mundo de incertezas, temos de construir o Brasil como um porto seguro, temos de projetar segurança e previsibilidade”, disse ao participar de evento na capital paulista.

Para Durigan, essa abertura deve ser baseada em negociações e não de dependência de um parceiro exclusivo, na Ásia ou na América do Norte, por exemplo.

“[O Brasil] vai fazer o debate sabendo de suas fraquezas e fortalezas”, apontou.

A fala do ministro ocorre no momento de tensão entre Brasil e Estados Unidos. Na semana passada, o governo federal anunciou a abertura formal do processo para avaliar se a imposição unilateral de tarifas por parte dos Estados Unidos (EUA) contra exportações brasileiras será respondida com base na Lei da Reciprocidade Econômica

Aprovada no ano passado, justamente em reação ao primeiro tarifaço do governo de Donald Trump, a Lei nº 15.122 estabelece critérios para suspensão de concessões comerciais em resposta a ações, políticas ou práticas unilaterais de outro país que impacte negativamente a competitividade econômica do Brasil.

Medidas fiscais

Durigan também argumentou sobre a adoção de medidas, como bloqueio de orçamento e limite de gastos obrigatórios, para que o país mantenha a estabilidade fiscal. 

“Precisamos manter uma trajetória fiscal, sem desestabilizar”, disse.

Sobre a reforma tributária, o ministro reconhece que pode amedrontar, por impor muitas mudanças. Porém, Durigan acredita que 2027 será um importante ano para a transição, e que, ao final, resultará em um sistema melhor, a médio e longo prazo, para o país. 

A questão dos juros também foi abordada. Durigan afirmou que não há condições de discutir crédito no país sem “juros civilizados”, por, conforme o ministro, serem a “milha final” dos ajustes de médio prazo necessários para o desenvolvimento do país.



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