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Auxílio Emergencial: nascidos em maio já podem realizar saques

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Da Redação

Os beneficiários nascidos em maio já podem realizar saques e transferências de novas parcelas do Auxílio Emergencial, desde da última quinta-feira (13).  O calendário de pagamentos é organizado em ciclos de crédito em conta poupança social digital e saque em espécie, e seguem até dezembro para o pagamento das cinco parcelas definidas pelo Governo Federal para o público do CadÚnico e para quem se cadastrou pelo App Caixa, Auxílio Emergencial ou pelo site auxilio.caixa.gov.br.

A Caixa já pagou R$ 154,1 bilhões para 66,1 milhões de pessoas. Foram 219,5 milhões de pagamentos. O site recebeu 1,61 bilhão de visitas e a central exclusiva 111 registra mais de 437 milhões de ligações. O aplicativo Caixa teve 112,7 milhões de downloads e o aplicativo Caixa Tem, para movimentação da poupança digital, ultrapassa 202 milhões de downloads. 

Desde a última sexta-feira (14) é a vez dos beneficiários nascidos em agosto receberem o crédito digital do Auxílio Emergencial. Serão 3,9 milhões de brasileiros que já poderão movimentar os recursos através do Caixa Tem. A próxima data de saque, para os nascidos em junho, é no dia 22 de agosto.

A Caixa publica as atualizações diárias de números referentes ao pagamento do Auxílio Emergencial no link: https://caixanoticias.caixa.gov.br/.

Foto: Agência Brasil

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Durigan defende que Brasil deve ampliar comércio exterior

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O ministro da Fazenda, Dario Durigan, defendeu nesta segunda-feira (17) a estratégia de abertura do comércio de produtos brasileiros para outros países. 

Segundo ele, outros governos e investidores olham para o Brasil com confiança. “Em um mundo de incertezas, temos de construir o Brasil como um porto seguro, temos de projetar segurança e previsibilidade”, disse ao participar de evento na capital paulista.

Para Durigan, essa abertura deve ser baseada em negociações e não de dependência de um parceiro exclusivo, na Ásia ou na América do Norte, por exemplo.

“[O Brasil] vai fazer o debate sabendo de suas fraquezas e fortalezas”, apontou.

A fala do ministro ocorre no momento de tensão entre Brasil e Estados Unidos. Na semana passada, o governo federal anunciou a abertura formal do processo para avaliar se a imposição unilateral de tarifas por parte dos Estados Unidos (EUA) contra exportações brasileiras será respondida com base na Lei da Reciprocidade Econômica

Aprovada no ano passado, justamente em reação ao primeiro tarifaço do governo de Donald Trump, a Lei nº 15.122 estabelece critérios para suspensão de concessões comerciais em resposta a ações, políticas ou práticas unilaterais de outro país que impacte negativamente a competitividade econômica do Brasil.

Medidas fiscais

Durigan também argumentou sobre a adoção de medidas, como bloqueio de orçamento e limite de gastos obrigatórios, para que o país mantenha a estabilidade fiscal. 

“Precisamos manter uma trajetória fiscal, sem desestabilizar”, disse.

Sobre a reforma tributária, o ministro reconhece que pode amedrontar, por impor muitas mudanças. Porém, Durigan acredita que 2027 será um importante ano para a transição, e que, ao final, resultará em um sistema melhor, a médio e longo prazo, para o país. 

A questão dos juros também foi abordada. Durigan afirmou que não há condições de discutir crédito no país sem “juros civilizados”, por, conforme o ministro, serem a “milha final” dos ajustes de médio prazo necessários para o desenvolvimento do país.



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