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Assistência Social divulga dados e alerta beneficiários de programas sociais sobre a necessidade de manter cadastros atualizados

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Da Redação.

Conforme a secretária da Pasta, Flávia Omar, o número do mês passado pode sofrer alterações – para mais e para menos – já que o Ministério da Cidadania está atualizando o banco de dados com frequência e novas inclusões podem ocorrer. Um exemplo citado pela secretária é o seguro-desemprego. “Como há intenção do governo Federal em prorrogar por mais dois meses os pagamentos do Auxílio, pessoas que tiveram o beneficio negado até o mês passado, por estarem recebendo o seguro-desemprego, poderão fazer uma contestação e pleitear o Auxílio e passar a usufruir do recurso”.

Outra mudança que deve ampliar o alcance das famílias assistidas em Várzea Grande será a inclusão de mães menores de idade aptas ao recebimento do Auxílio.

A coordenadora do Cadastro Único e do Bolsa Família no Município, Geni Corrello,  explica que do universo dos beneficiados, 33.001 foram aprovados dentro do Auxílio Emergencial. Nesse benefício, 29.632 pessoas, receberam R$ 600 e outras 3.369, receberam R$ 1,2 mil.

Outras 34.776 famílias estão sendo assistidas, em Várzea Grande, por meio do Cadastro Único. Dentro deste perfil, 17.880 recebem recursos via Bolsa Família. Desse total, 3.051, receberam R$ 600, 13.897 tiveram acesso a R$ 1,2 mil e 932 famílias, receberam R$ 1,8 mil.

Considerando ainda as famílias dentro inseridas no Cadastro Único, outras 16.896 foram beneficiadas, sendo 14.119 para receber R$ 600 e 2.777 para sacar R$ 1,2 mil.

A secretária de Assistência Social lembra a necessidade de as famílias manterem seus cadastros em dia, atualizados.  “Quem recebe Bolsa Família precisa manter seu cadastro sempre atualizado para continuar a receber o benefício. Mudanças na situação da família devem ser informadas, a qualquer tempo, no setor responsável pelo Cadastro Único/ Bolsa Família que funciona aqui na sede da secretaria”. Alguns casos que necessitam de atualização cadastral: nascimento ou morte de alguém na família, saída de um integrante para outra casa, mudança de endereço, entrada das crianças na escola ou transferência de escola e aumento ou diminuição da renda.

Mesmo que não haja nenhuma mudança, a confirmação das informações do cadastro deve ser feita obrigatoriamente a cada dois anos. Se o cadastro ficar mais de dois anos sem atualização, a família será convocada para o processo de Revisão Cadastral. “Periodicamente, o MDS faz o cruzamento a base do Cadastro Único com outros bancos de dados do governo. Aquelas famílias que apresentam diferenças nas informações cadastradas são convocadas para o processo de Averiguação Cadastral”, alerta.

O cadastro no Bolsa Família é realizado através da Prefeitura, por meio da secretaria de Assistência Social, que funciona na Avenida Castelo Branco, em frente ao Parque Ecológico ‘Tanque do Fancho’. Para o acesso das famílias, as inscrições podem ser realizadas nos quatro Centro de Referência de Assistência Social  (Cras) em funcionamento no bairro Santa Maria, no Cristo Rei, no São Mateus e do Jardim Glória.

Para conhecer o calendário completo do Bolsa Família até dezembro de 2020, acesse: http://www.caixa.gov.br/programas-sociais/bolsa-familia/Paginas/default.aspx.

Foto: Prefeitura VG

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Durigan defende que Brasil deve ampliar relações comerciais

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O ministro da Fazenda, Dario Durigan, defendeu nesta segunda-feira (17) a estratégia de abertura do comércio de produtos brasileiros para outros países. 

Segundo ele, outros governos e investidores olham para o Brasil com confiança. “Em um mundo de incertezas, temos de construir o Brasil como um porto seguro, temos de projetar segurança e previsibilidade”, disse ao participar de evento na capital paulista.

Para Durigan, essa abertura deve ser baseada em negociações e não de dependência de um parceiro exclusivo, na Ásia ou na América do Norte, por exemplo.

“[O Brasil] vai fazer o debate sabendo de suas fraquezas e fortalezas”, apontou.

A fala do ministro ocorre no momento de tensão entre Brasil e Estados Unidos. Na semana passada, o governo federal anunciou a abertura formal do processo para avaliar se a imposição unilateral de tarifas por parte dos Estados Unidos (EUA) contra exportações brasileiras será respondida com base na Lei da Reciprocidade Econômica

Aprovada no ano passado, justamente em reação ao primeiro tarifaço do governo de Donald Trump, a Lei nº 15.122 estabelece critérios para suspensão de concessões comerciais em resposta a ações, políticas ou práticas unilaterais de outro país que impacte negativamente a competitividade econômica do Brasil.

Medidas fiscais

Durigan também argumentou sobre a adoção de medidas, como bloqueio de orçamento e limite de gastos obrigatórios, para que o país mantenha a estabilidade fiscal. 

“Precisamos manter uma trajetória fiscal, sem desestabilizar”, disse.

Sobre a reforma tributária, o ministro reconhece que pode amedrontar, por impor muitas mudanças. Porém, Durigan acredita que 2027 será um importante ano para a transição, e que, ao final, resultará em um sistema melhor, a médio e longo prazo, para o país. 

A questão dos juros também foi abordada. Durigan afirmou que não há condições de discutir crédito no país sem “juros civilizados”, por, conforme o ministro, serem a “milha final” dos ajustes de médio prazo necessários para o desenvolvimento do país.



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