Economia
A 4ª etapa da Caravana do FCO começa nesta terça-feira (20) em Sapezal
Economia
Da Redação
A Caravana do FCO já passou por oito municípios, pelos quais, cerca de 1.200 pessoas assistiram às palestras sobre as linhas de crédito do Fundo Constitucional do Centro-Oeste (FCO), dos segmentos empresarial e rural em Mato Grosso. O evento é realizado pela Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec-MT) em parceria com o Banco do Brasil e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae-MT).
Nesta semana, o evento será nas regiões oeste e sudoeste do Estado, e tem o objetivo de promover o desenvolvimento regional. A 4ª etapa da Caravana do FCO, começa na terça-feira (20.06), em Sapezal, na Câmara de Vereadores do município. Na quarta-feira (21.06), será no Sindicato Rural de Campo Novo do Parecis. Já na quinta-feira (22.06), o encontro será no Auditório da Associação Comercial e Empresarial de Tangará da Serra (ACITS). Sempre com abertura às 19h30.
O objetivo do FCO é contribuir para o desenvolvimento econômico e social, por meio do financiamento de empreendimentos ligados aos setores industrial, agropecuário, mineral, de turismo, de infraestrutura econômica, comercial e de serviços.
Para este ano, foram disponibilizados R$ 2.948 bilhões em recursos para Mato Grosso, sendo 50% para FCO Empresarial e 50% FCO Rural. Entre as vantagens do Fundo, estão: encargos financeiros diferenciados; bônus de adimplência de 15% sobre os encargos financeiros; isenção de tarifa de abertura de crédito (TAC) e Imposto sobre Operações de Crédito, Câmbio e Seguros (IOF); e prazo ajustado à capacidade de pagamento.
Agenda
20/06 Sapezal
21/06 Campo Novo do Parecis
22/06 Tangará da Serra
05/07 Jaciara
06/07 Alto Araguaia
18/07 Aripuanã
19/07 Juara
20/07 Juína
Economia
Inflação recua para 0,07% em julho e volta para meta do governo
Os alimentos ficaram mais baratos no mês de julho e ajudaram a inflação oficial a perder força pelo quarto mês seguido e fechar em 0,07%. O resultado faz o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) acumular 4,44% em 12 meses, trazendo o indicador de volta para a meta do governo.

O IPCA de julho veio em linha com a estimativa do mercado financeiro. O boletim Focus desta segunda-feira (10), sondagem do Banco Central (BC) com instituições econômicas, projetava que a inflação de julho ficaria em 0,07%. Para o fim de 2026, o mercado espera IPCA em 5,02%.
Veja o resultado da inflação oficial em 2026:
Janeiro: 0,33%
Fevereiro: 0,70%
Março: 0,88%
Abril: 0,67%
Maio: 0,58%
Junho: 0,16%
Julho: 0,07%
Os dados foram divulgados nesta terça-feira (11) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Dentro da meta
O comportamento dos preços fez com que o acumulado de 12 meses (4,44%) entrasse novamente na meta do governo: de 3%, com tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou para menos, ou seja, um intervalo de 1,5% a 4,5%.
Em abril, o acumulado estava em 4,39%, mas o índice extrapolou o limite máximo em maio (4,72%) e junho (4,64%).
Desde o início de 2025, o período de avaliação da meta é referente aos 12 meses imediatamente passados e não apenas ao alcançado no fim do ano (dezembro). A meta é considerada descumprida se a inflação estourar o intervalo de tolerância por seis meses seguidos.
Julho
O resultado de julho foi o menor desde agosto de 2025, quando o IPCA marcou 0,11%. Levando em consideração apenas os meses de julho, o desempenho do mês passado é o menor desde 2022 (-0,68).
O índice de difusão em julho, que mostra o quanto a inflação está espalhada no mês, foi de 50%, ou seja, metade dos 377 produtos e serviços pesquisados pelo IBGE tiveram aumento de preço.
Confira como foi o comportamento dos preços e o impacto em ponto percentual (p.p.) nos nove grupos pesquisados pelo IBGE:
Alimentação e bebidas: -0,67% (-0,14 p.p.)
Habitação: 0,99% (0,15 p.p.)
Artigos de residência: 0,07% (0 p.p.)
Vestuário: -0,66% (-0,03 p.p.)
Transportes: 0,05% (0,01 p.p.)
Saúde e cuidados pessoais: 0,40% (0,06 p.p.)
Despesas pessoais: 0,22% (0,02 p.p.)
Educação: -0,03% (0 p.p.)
Comunicação: 0,04% (0 p.p.)
O índice
O IPCA apura o custo de vida para famílias com rendimentos entre um e 40 salários mínimos. Ao todos, são coletados preços de 377 subitens (produtos e serviços).
A coleta de preços é feita em dez regiões metropolitanas – Belém, Fortaleza, Recife, Salvador, Belo Horizonte, Vitória, Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba, Porto Alegre – além de Brasília e nas capitais Goiânia, Campo Grande, Rio Branco, São Luís e Aracaju.
(Em atualização)
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