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Políticos nas mãos dos vereadores 2022 ou 2030?

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Foto: Megacurioso

Da Redação

 

Câmaras em recesso ou negociação? Em muitas Casas de Leis, o período dos primeiros dias do mês de julho, para muitos é encarado como recesso parlamentar, mesmo que neste ano de pandemia não se justifique, por outro lado, informações de bastidores apontam que os movimentos ficaram ainda mais intensos, entre os nobres vereadores e o gestor que exerceu o mantado no ano passado. Existem contas de gestão para serem apreciadas e votadas, uma eventual reprovação, compromete a vida do político, no mínimo pelos próximos oito (08) anos, para quem tem projeto em 2022, seja qual for a disputa, é melhor amarrar direitinho, do contrário só em 2030.

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Entre coincidências e ironias: quando adversários dividem mais do que divergências

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A política é, por natureza, o campo das diferenças. Ideias opostas, projetos distintos e, muitas vezes, rivalidades que marcam trajetórias inteiras. Mas, vez ou outra, a própria vida trata de embaralhar essas linhas e apresentar coincidências que desafiam a lógica dos embates públicos.

É o caso de dois conhecidos personagens da política de Cuiabá e de Mato Grosso: um agora ex-governador e o outro ex-prefeito da capital. Rivais em momentos distintos, ambos passam a compartilhar uma curiosidade que chama atenção — nasceram no mesmo dia, 12 de abril.

A data, que deveria ser apenas um marco pessoal, ganha contornos simbólicos quando une, ainda que involuntariamente, figuras que já estiveram em lados opostos. É o tipo de coincidência que a política não explica, mas que o cotidiano insiste em revelar.

E há mais. Para além da coincidência no calendário, existe também uma afinidade curiosa nos momentos de descontração. Ambos apreciam a mesma “gelada”, a popular “Kriptonita”, apelido atribuído à Heineken entre amigos e bastidores.

Pode parecer detalhe irrelevante diante da magnitude das decisões públicas que ambos já tomaram. Mas são justamente esses pequenos pontos em comum que humanizam figuras públicas frequentemente vistas apenas sob o prisma da disputa.

No fim, a coincidência serve como lembrete de que, por trás dos cargos, discursos e embates, existem pessoas com histórias que, em alguns aspectos, se cruzam. E, se a política separa, a vida, vez ou outra, se encarrega de aproximar — nem que seja por uma simples data no calendário ou por um brinde em comum.

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