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Pantanal pode morrer, mas Manso é intocável?

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Curtinhas

Da Redação

Já foram de mamando a caducando, em vários setores do Pantanal, as frases de espanto com o desastre ambiental são as mesmas, do mais humilde aos mais afortunados, todo ficaram aterrorizados, uma das mais belas paisagens do mundo, virou um cenário de destruição, propício para filmes de terror. Depois das visitas começas as falas, teorias, levantamentos, estudos de impactos, mas será que ninguém olha rio acima, ninguém vai ter “coco roxo” para interferir com quem é responsável pelo reservatório do Manso, será que 10% daquela água que embelezam as mansões, não seriam capazes de salvar vidas? Será que mais vale as belezas construídas para os ricos, do que as naturais para os pobres?

Foto: portalghf

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Entre coincidências e ironias: quando adversários dividem mais do que divergências

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A política é, por natureza, o campo das diferenças. Ideias opostas, projetos distintos e, muitas vezes, rivalidades que marcam trajetórias inteiras. Mas, vez ou outra, a própria vida trata de embaralhar essas linhas e apresentar coincidências que desafiam a lógica dos embates públicos.

É o caso de dois conhecidos personagens da política de Cuiabá e de Mato Grosso: um agora ex-governador e o outro ex-prefeito da capital. Rivais em momentos distintos, ambos passam a compartilhar uma curiosidade que chama atenção — nasceram no mesmo dia, 12 de abril.

A data, que deveria ser apenas um marco pessoal, ganha contornos simbólicos quando une, ainda que involuntariamente, figuras que já estiveram em lados opostos. É o tipo de coincidência que a política não explica, mas que o cotidiano insiste em revelar.

E há mais. Para além da coincidência no calendário, existe também uma afinidade curiosa nos momentos de descontração. Ambos apreciam a mesma “gelada”, a popular “Kriptonita”, apelido atribuído à Heineken entre amigos e bastidores.

Pode parecer detalhe irrelevante diante da magnitude das decisões públicas que ambos já tomaram. Mas são justamente esses pequenos pontos em comum que humanizam figuras públicas frequentemente vistas apenas sob o prisma da disputa.

No fim, a coincidência serve como lembrete de que, por trás dos cargos, discursos e embates, existem pessoas com histórias que, em alguns aspectos, se cruzam. E, se a política separa, a vida, vez ou outra, se encarrega de aproximar — nem que seja por uma simples data no calendário ou por um brinde em comum.

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