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Ingratidão: Não tem como agradar dois reis.

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Com a chegada do ano eleitoral, muitos que estão exercendo um cargo público, ficaram entre “cruz e a espada”, já que devem ao menos, favor, e gratidão entre outras coisas, para quem fez sua indicação, o verdadeiro apadrinhamento político, mas devido o velho ditado “Rei Morto, Rei posto”, a ética, moral e bons costumes devem prevalecer, já que o ideal mesmo, seria no mínimo, um comportamento de lealdade, porque a vida política de determinados indivíduos, só foi possível graças a intervenção do padrinho, que agora corre o risco sentir o gosto da traição, da ingratidão, recebendo como agradecimento o abandono. Porém, o ingrato se esquece que na política se perdoa a traição, mas nunca o traidor, ainda há tempo de mudar para não cair no esquecimento.

Foto: aleteia

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Entre coincidências e ironias: quando adversários dividem mais do que divergências

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A política é, por natureza, o campo das diferenças. Ideias opostas, projetos distintos e, muitas vezes, rivalidades que marcam trajetórias inteiras. Mas, vez ou outra, a própria vida trata de embaralhar essas linhas e apresentar coincidências que desafiam a lógica dos embates públicos.

É o caso de dois conhecidos personagens da política de Cuiabá e de Mato Grosso: um agora ex-governador e o outro ex-prefeito da capital. Rivais em momentos distintos, ambos passam a compartilhar uma curiosidade que chama atenção — nasceram no mesmo dia, 12 de abril.

A data, que deveria ser apenas um marco pessoal, ganha contornos simbólicos quando une, ainda que involuntariamente, figuras que já estiveram em lados opostos. É o tipo de coincidência que a política não explica, mas que o cotidiano insiste em revelar.

E há mais. Para além da coincidência no calendário, existe também uma afinidade curiosa nos momentos de descontração. Ambos apreciam a mesma “gelada”, a popular “Kriptonita”, apelido atribuído à Heineken entre amigos e bastidores.

Pode parecer detalhe irrelevante diante da magnitude das decisões públicas que ambos já tomaram. Mas são justamente esses pequenos pontos em comum que humanizam figuras públicas frequentemente vistas apenas sob o prisma da disputa.

No fim, a coincidência serve como lembrete de que, por trás dos cargos, discursos e embates, existem pessoas com histórias que, em alguns aspectos, se cruzam. E, se a política separa, a vida, vez ou outra, se encarrega de aproximar — nem que seja por uma simples data no calendário ou por um brinde em comum.

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