Fatos ou boatos?

“Chifre trocado não dói ou é lenda”?

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Curtinhas

Da Redação

Considerado por muitos como a praga deste século, o aplicativo de conversa em rede social, está entregando muitas “verdades secretas”, não é de hoje que se ouve falar de flagrantes de conversas, trocas de juras de amor, até mesmo relatos de “momentos picantes”, existem aqueles ou aquelas mais desatentos (as) que deixam registrados os dias, horas até locais dos encontros amorosos.

Os flagrantes tecnológicos já vêm resultando em vários casos de escândalos extraconjugais, até mesmo da devolução na “mesma moeda”, ou “mesmo chifre”, porém o que mais se vê, é que nem sempre a troca é recebida com o mesmo prazer da “pulada de cerca”, raramente se encontra da divindade do perdão, tem alguns que são punidos, incomodando “tchulim”, ao dividir casa e comida, outros são botados para fora de casa.

“Nem as médicas ou médicos conseguem curar tantas feridas”.

Se online já está dando tanta crise, agressões e prejuízos, imagina quando acontece no formato tradicional, o famoso flagrante, no ato do ápice do amor bandido e proibido, não pode resultar em coisa boa, porém, mesmo assim ainda há quem perdoe, ou finge perdoar, sabe lá Deus o que vem de resposta.

Fato é que independente de atos, boatos e flagrantes, on-line ou presencial, o tal liberalismo, ninguém é de ninguém, parece que caiu por terra, o orgulho ferido seja dele ou dela, é o combustível para atos que na maioria dos casos, são os fatos de arrependimentos, nesses casos não seria melhor adotar o “vida que segue” seja aceitando, perdoando e separando, sem agressões.

O caso mais parece um drama romântica, porém pode ser trágico, se não tomar os devidos cuidados com o celular…

“O que os olhos não veem, o coração não sente”? Então deve ser melhor deixar o telefone pra lá…

Foto: youtube.com

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Curtinhas

Entre coincidências e ironias: quando adversários dividem mais do que divergências

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A política é, por natureza, o campo das diferenças. Ideias opostas, projetos distintos e, muitas vezes, rivalidades que marcam trajetórias inteiras. Mas, vez ou outra, a própria vida trata de embaralhar essas linhas e apresentar coincidências que desafiam a lógica dos embates públicos.

É o caso de dois conhecidos personagens da política de Cuiabá e de Mato Grosso: um agora ex-governador e o outro ex-prefeito da capital. Rivais em momentos distintos, ambos passam a compartilhar uma curiosidade que chama atenção — nasceram no mesmo dia, 12 de abril.

A data, que deveria ser apenas um marco pessoal, ganha contornos simbólicos quando une, ainda que involuntariamente, figuras que já estiveram em lados opostos. É o tipo de coincidência que a política não explica, mas que o cotidiano insiste em revelar.

E há mais. Para além da coincidência no calendário, existe também uma afinidade curiosa nos momentos de descontração. Ambos apreciam a mesma “gelada”, a popular “Kriptonita”, apelido atribuído à Heineken entre amigos e bastidores.

Pode parecer detalhe irrelevante diante da magnitude das decisões públicas que ambos já tomaram. Mas são justamente esses pequenos pontos em comum que humanizam figuras públicas frequentemente vistas apenas sob o prisma da disputa.

No fim, a coincidência serve como lembrete de que, por trás dos cargos, discursos e embates, existem pessoas com histórias que, em alguns aspectos, se cruzam. E, se a política separa, a vida, vez ou outra, se encarrega de aproximar — nem que seja por uma simples data no calendário ou por um brinde em comum.

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