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A escolha de se defender deve ser do povo

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Falar que é contra armamento, tendo a prerrogativa de viver arrodeados de seguranças “armados até os dentes”, como acontecem com boa parte dos artistas famosos e grandes empresários é fácil, mas, e o cidadão comum, o mero mortal, o trabalhador, a segurança de sua casa, do sítio ou chácara, do caminhão, quem faz? Os flagrantes das forças de segurança são raros, geralmente a polícia é chamada depois do fato ocorrido. Será que é crime o trabalhador, cidadão, defender sua família de criminosos, que fazem praticamente toda barbaridade, quando presos, estão dias depois nas ruas, cometendo os mesmos crimes. Pelo que tudo indica, o pai de família preparado não será surpreendido.

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Entre coincidências e ironias: quando adversários dividem mais do que divergências

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A política é, por natureza, o campo das diferenças. Ideias opostas, projetos distintos e, muitas vezes, rivalidades que marcam trajetórias inteiras. Mas, vez ou outra, a própria vida trata de embaralhar essas linhas e apresentar coincidências que desafiam a lógica dos embates públicos.

É o caso de dois conhecidos personagens da política de Cuiabá e de Mato Grosso: um agora ex-governador e o outro ex-prefeito da capital. Rivais em momentos distintos, ambos passam a compartilhar uma curiosidade que chama atenção — nasceram no mesmo dia, 12 de abril.

A data, que deveria ser apenas um marco pessoal, ganha contornos simbólicos quando une, ainda que involuntariamente, figuras que já estiveram em lados opostos. É o tipo de coincidência que a política não explica, mas que o cotidiano insiste em revelar.

E há mais. Para além da coincidência no calendário, existe também uma afinidade curiosa nos momentos de descontração. Ambos apreciam a mesma “gelada”, a popular “Kriptonita”, apelido atribuído à Heineken entre amigos e bastidores.

Pode parecer detalhe irrelevante diante da magnitude das decisões públicas que ambos já tomaram. Mas são justamente esses pequenos pontos em comum que humanizam figuras públicas frequentemente vistas apenas sob o prisma da disputa.

No fim, a coincidência serve como lembrete de que, por trás dos cargos, discursos e embates, existem pessoas com histórias que, em alguns aspectos, se cruzam. E, se a política separa, a vida, vez ou outra, se encarrega de aproximar — nem que seja por uma simples data no calendário ou por um brinde em comum.

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