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Peixe a R$ 25 atrai consumidores e segue até sexta-feira em Cuiabá

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A população de Cuiabá ainda pode aproveitar, até esta sexta-feira (03), o programa Peixe Santo, que comercializa peixe ao valor popular de R$ 25 o quilo. A iniciativa da Prefeitura segue com pontos de venda espalhados por todas as regiões da capital, facilitando o acesso durante a Semana Santa.

O atendimento ocorre diariamente das 8h às 22h, com exceção da Sexta-feira da Paixão, quando as vendas serão realizadas das 8h às 12h. Ao todo, estão sendo ofertadas cerca de 52 mil quilos de peixe redondo, híbridos do pacu, já eviscerados e sem escamas, garantindo praticidade ao consumidor.

Além do preço acessível de R$ 25/kg, há a opção de solicitar o corte e a retirada de espinhas, serviço cobrado à parte conforme escolha do cliente. A estrutura montada nos pontos conta com refrigeração adequada e segue todas as normas de segurança alimentar.

Os pontos de comercialização estão distribuídos estrategicamente pela cidade:

Região Norte
Terminal do CPA III
Praça Cultural do CPA II
Parque das Nascentes no Morada do Ouro

Região Leste
Trevo do Planalto, próximo à antiga policlínica na Avenida Dante Martins de Oliveira
Rotatória Viola de Cocho, no Jardim Imperial

Região Oeste
Avenida principal do Novo Colorado, próximo à frutaria
Trevo da Avenida Miguel Sutil, acesso ao Cidade Verde

Região Sul
Praça do Caic, no Pedra 90
Ponto em frente ao CRAS no Pedra 90
Praça do Popeye, no Tijucal
Praerinho

Região Central
Praça Alencastro, em frente à Prefeitura

A procura segue alta desde o início da semana, com reposição constante para atender à demanda. A ação busca garantir alimento de qualidade a preço acessível neste período tradicional de consumo de peixe, reforçando o compromisso social com a população cuiabana.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT



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Vice de Pivetta, Gisela destaca aproximação com a Baixada Cuiabana

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A advogada e ex-deputada federal Gisela Simona (União) afirmou que a aproximação com o governador Otaviano Pivetta (Republicanos) tem permitido ampliar o diálogo com moradores da Baixada Cuiabana. Escolhida para ocupar a vaga de vice na chapa de Pivetta ao Governo de Mato Grosso, ela disse ter percebido uma recepção positiva durante as agendas realizadas na região.

Segundo Gisela, as conversas com Pivetta começaram antes mesmo da definição sobre a composição da chapa. A intenção, de acordo com ela, era aproximar o governador da realidade enfrentada pelos moradores de Cuiabá, Várzea Grande e outros municípios da Baixada.

“Está muito bom. O Pivetta gosta de povo, ele se sente bem junto com as comunidades. E, independente desse convite, a gente tinha conversado no sentido de eu poder aproximá-lo mais de Cuiabá e Várzea Grande, principalmente da Baixada Cuiabana, que é meu território, e poder ver realidades que muitas vezes até ele se surpreendeu e disse: ‘eu não sabia que existia isso aqui em Cuiabá’”, afirmou.

Entre as situações apresentadas ao governador, Gisela citou áreas de vulnerabilidade social na Capital. Para ela, a presença de Pivetta junto às comunidades tem ajudado a revelar problemas que, muitas vezes, não aparecem de forma tão evidente na rotina administrativa.

“Também a pobreza em alguns bolsões que nós temos aqui em Cuiabá. Então, isso tem sido muito positivo, as pessoas recebem muito bem isso”, declarou.

A ex-deputada também defendeu que a construção de um projeto político deve partir do contato direto com a população e da disposição para ouvir as demandas apresentadas pelas comunidades. Na avaliação dela, essa proximidade é fundamental para compreender as necessidades de diferentes regiões.

“E acredito que é dessa forma que a gente faz política, é olhando no olho, é conversando, uma escuta ativa das pessoas”, disse.

Gisela ainda destacou a disposição atribuída a Pivetta para ouvir os moradores e afirmou que a eventual composição entre os dois reuniria perfis distintos na disputa pelo Governo de Mato Grosso.

“O Pivetta tem esse coração gigante, para quem conhece ele, que está pronto para ouvir essa realidade também. Então, por isso que eu digo que Pivetta e Gisela é o equilíbrio. Necessário, né, pra gente melhorar ainda mais essa gestão, continuar sendo, né, esse espaço de prosperidade dentro do Brasil, pra gente ver o nosso Estado ser cada vez melhor pra vivermos”, concluiu.



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