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Padrasto é preso em MT após estuprar enteadas de 7 e 8 anos no DF

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Da Redação

Um criminoso de 26 anos, identificado apenas como Anderson, foi preso na manhã desta segunda-feira (7) no bairro Jardim Liberdade em Rondonópolis ( a 218 km de Cuiabá),  por ter abusado sexualmente das duas enteadas, de 7 e 8 anos, no município de Novo Gama no Distrito Federal. Os abusos teriam acontecido no mês de novembro do ano passado.

Segundo as informações, as crianças estavam na escola quando uma das vítimas foi até o banheiro e relatou para uma professora que estava com dores nas regiões intimas. Ao ser questionada sobre uma lesão em sua vagina, a menina informou que seu padrasto havia colocado o seu pênis no local.

A irmã mais velha relatou ainda que havia sido abusada sexualmente cerca de quatro vezes enquanto estava sozinha na residência com o padrasto. Os agentes do Conselho Tutelar foram até à escola e encaminharam as crianças para prestarem depoimento, no entanto retornaram para a residência da mãe.

Conforme a Polícia Civil, a mãe das crianças também foi indiciada e está sendo investigada por ter colocado as vítimas na presença do suspeito após ter conhecimento dos abusos. Ela ainda teria colocado as irmãs na frente do agressor para que elas negassem o caso.

Tempo depois, o suspeito fugiu do município e ficou escondido na residência da sua mãe, que o ajudou na sua fuga. Durante as investigações foi constatado que ele estava na região do Piauí e usava as redes sociais normalmente.

Depois, o agressor foi para a cidade de Rondonópolis onde estava sendo monitorado há diversos dias pelos agentes da Polícia Civil. Após o suspeito se aproximar da residência, ele recebeu voz de prisão e foi encaminhado à delegacia onde prestou depoimento.

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Wanderley nega manobra e diz que eleição pode ocorrer até dezembro

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O presidente da Câmara Municipal de Várzea Grande, Wanderley Cerqueira (MDB), negou que esteja tentando adiar deliberadamente a eleição da Mesa Diretora para o biênio 2027/2028. Segundo ele, o Legislativo ainda está dentro do prazo previsto para realizar a votação, que pode ocorrer até 31 de dezembro.

A declaração ocorre em meio à pressão de um grupo de vereadores ligado à prefeita Flávia Moretti (PL), que cobra a convocação de uma nova eleição e acusa Wanderley de postergar o processo por não contar com votos suficientes para garantir a permanência na presidência.

“Eu não estou me recusando em nada, eu não tenho nenhuma ordem judicial, então eu não estou recusando nada”, afirmou o presidente.

Wanderley ressaltou que cumprirá eventual determinação da Justiça, mas defendeu que, enquanto não houver uma ordem nesse sentido, a Câmara pode seguir o calendário que considera previsto nas normas vigentes.

“Se a lei determinar que eu tenho que fazer, não tem problema nenhum. Enquanto a lei não determinar, nós estamos dentro do prazo. Porque tem até 31 de dezembro para fazer eleição”, declarou.

O presidente também destacou que o mandato da próxima Mesa Diretora começa em 1º de janeiro de 2027.

“E eu não tô [negando], tem presidente, e o próximo presidente assume a partir de 1º de janeiro de 2027. Nós estamos dentro do marco temporal, que é outubro a 31 de dezembro”, acrescentou.

A eleição anterior da Mesa Diretora, realizada em maio, reconduziu Wanderley ao comando da Câmara para o próximo biênio, mas acabou anulada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), que considerou irregular a antecipação da votação.

Após a anulação, vereadores contrários ao presidente passaram a cobrar a realização de um novo pleito. O grupo apresentou à Justiça um pedido para obrigar Wanderley a convocar a votação em até 24 horas. A iniciativa recebeu apoio de 15 dos 23 parlamentares da Casa.

No início de outubro, o juiz Carlos Roberto Barros de Campos, da 3ª Vara Especializada da Fazenda Pública de Várzea Grande, determinou que o presidente prestasse esclarecimentos antes de decidir sobre o pedido de urgência. Na ocasião, o magistrado não concedeu nem negou a liminar.

Wanderley afirma que não existe, até o momento, determinação judicial obrigando a convocação imediata da eleição. A disputa sobre o calendário do pleito segue em análise, enquanto os vereadores aguardam uma definição sobre os próximos passos.



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