Mato Grosso
Padrasto é preso em MT após estuprar enteadas de 7 e 8 anos no DF
Mato Grosso
Da Redação
Um criminoso de 26 anos, identificado apenas como Anderson, foi preso na manhã desta segunda-feira (7) no bairro Jardim Liberdade em Rondonópolis ( a 218 km de Cuiabá), por ter abusado sexualmente das duas enteadas, de 7 e 8 anos, no município de Novo Gama no Distrito Federal. Os abusos teriam acontecido no mês de novembro do ano passado.
Segundo as informações, as crianças estavam na escola quando uma das vítimas foi até o banheiro e relatou para uma professora que estava com dores nas regiões intimas. Ao ser questionada sobre uma lesão em sua vagina, a menina informou que seu padrasto havia colocado o seu pênis no local.
A irmã mais velha relatou ainda que havia sido abusada sexualmente cerca de quatro vezes enquanto estava sozinha na residência com o padrasto. Os agentes do Conselho Tutelar foram até à escola e encaminharam as crianças para prestarem depoimento, no entanto retornaram para a residência da mãe.
Conforme a Polícia Civil, a mãe das crianças também foi indiciada e está sendo investigada por ter colocado as vítimas na presença do suspeito após ter conhecimento dos abusos. Ela ainda teria colocado as irmãs na frente do agressor para que elas negassem o caso.
Tempo depois, o suspeito fugiu do município e ficou escondido na residência da sua mãe, que o ajudou na sua fuga. Durante as investigações foi constatado que ele estava na região do Piauí e usava as redes sociais normalmente.
Depois, o agressor foi para a cidade de Rondonópolis onde estava sendo monitorado há diversos dias pelos agentes da Polícia Civil. Após o suspeito se aproximar da residência, ele recebeu voz de prisão e foi encaminhado à delegacia onde prestou depoimento.
Mato Grosso
MP investiga suspeita de irregularidade no tratamento da água
A 6ª Promotoria de Justiça Cível de Tutela Coletiva do Consumidor da Capital notificou a concessionária responsável pelo abastecimento de água em Acorizal, a Prefeitura Municipal e a agência reguladora para que adotem medidas e prestem esclarecimentos à população sobre a qualidade da água distribuída no município. A medida foi tomada após uma fiscalização conjunta que identificou a suposta utilização de cal destinada à construção civil no processo de tratamento da água fornecida aos moradores. Diante dos indícios encontrados e dos possíveis riscos à saúde pública, o Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) instaurou procedimento para apurar a regularidade dos serviços de abastecimento de água e esgotamento sanitário na cidade. A investigação foi motivada por denúncias encaminhadas aos canais de atendimento do Ministério Público, relatando possíveis irregularidades nos sistemas de tratamento de água e esgoto do município. A promotora de Justiça Valnice Silva dos Santos solicitou a realização de uma fiscalização conjunta com a Vigilância Sanitária Estadual, a Delegacia Especializada de Defesa do Consumidor (Decon) e o Procon-MT. Durante a inspeção, realizada no dia 18 de agosto, as equipes encontraram sacos de cal utilizados na construção civil dentro da Estação de Tratamento de Água (ETA). Segundo o relatório da fiscalização, o material estaria sendo empregado no processo de tratamento da água distribuída à população.
De acordo com a promotora de Justiça Valnice Silva dos Santos, a recomendação tem como objetivo assegurar transparência e garantir que os moradores recebam informações claras sobre a qualidade da água consumida e as providências adotadas pelos responsáveis pelo serviço.
“É fundamental que a população tenha acesso a informações sobre a qualidade da água consumida e sobre as providências adotadas para garantir a segurança do abastecimento. A prioridade é proteger a saúde dos moradores e assegurar a regularidade do serviço”, destacou a promotora. Na recomendação expedida pelo MPMT, os órgãos e entidades notificados devem informar à população as condições atuais do abastecimento, as medidas adotadas para garantir a potabilidade da água e as ações de monitoramento. Também foi solicitada a divulgação periódica dos resultados das análises e das providências implementadas para assegurar a qualidade da água distribuída no município. Além disso, foi estabelecido o prazo de cinco dias para que os notificados apresentem ao MP informações sobre medidas adotadas.
Fonte: Ministério Público MT – MT
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