Mato Grosso

Há 16 anos sofrendo, população de Acorizal quer mudança

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Mato Grosso

Da Redação.

A maioria dos moradores da cidade de Acorizal, está indignada com tanta incompetência e corrupção, que marcaram as últimas administrações no comando a Prefeitura, deixando o município sucateado, explorado, denegrido e inviável economicamente.

“Teve prefeito que ficou oito anos no comando, ficou rico, fez de tudo, ficou tão pesado que não conseguiu dar uma passo a mais na vida pública, hoje, o ranking de maiores devedores da cidade, é liderado por agentes públicos, que coincidência ou não, estão pleiteando comandar novamente a Prefeitura de Acorizal”, disse um eleitor, que pediu para não ser identificado, e está indignado com os políticos que insistem lutar pelo poder.

Foto: Facebook

Meraldo Sá, que tem seus direitos políticos cassados por vários anos, já teve a sua candidatura impugnada nos últimos dias pela Justiça, ele tenta a todo custo, conseguir disputar através de liminar, ou seja, um possível candidato a prefeito, que já tem problemas de improbidade administrativa, quando há atividades que caracterizam desvio de dinheiro público, quer voltar a administrar o dinheiro da Prefeitura de Acorizal.

“O vereador e presidente da Câmara de Acorizal, Diego Taques está sendo apontado como o plano B de Meraldo Sá, para assumir a campanha do grupo”.

Em uma situação semelhante, tem o atual prefeito Clodoaldo Monteiro, que está sendo apontado por boa parte da população, como um dos piores prefeitos da história do município, devido atividades que foram reprovadas pelo Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso, como também pela Câmara Municipal de Acorizal e dezenas investigadas pelo Ministério Público do Estado de Mato Grosso.

Foto: Divulgação.

“Clodoaldo Monteiro é visto muita gente, como uma das piores decepções política do povo de Acorizal”.

De acordo com dados, levantados pela equipe de reportagem do Grupo O Mato Grosso de Comunicação, a renovação é a palavra chave que está fazendo toda diferença na disputa eleitoral de Acorizal, aqueles que acham que os antigos grupos políticos, na forma antiga de fazer política vai prevalecer, poderão se surpreender com a nova tendência, que os eleitores buscam nos políticos, com um presente e futuro sem corrupção e uma administração pública eficiente.

Foto: Divulgação.

 

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TJ anula votação secreta e manda AL reanalisar veto a reajuste de 6,8%

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O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) anulou a votação secreta realizada pela Assembleia Legislativa (ALMT) que manteve o veto do Governo do Estado ao projeto que prevê reajuste salarial de 6,8% para os servidores do Poder Judiciário. Com a decisão, os deputados terão de analisar novamente o veto, desta vez em uma votação aberta e nominal.

A decisão foi tomada pela Turma de Câmaras Cíveis Reunidas de Direito Público e Coletivo do TJMT após recurso apresentado pelo Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso (Sinjusmat), que questionou a validade da votação realizada em dezembro de 2025.

O relator do processo, desembargador Márcio Vidal, destacou que o próprio Judiciário já havia reconhecido a inconstitucionalidade de dispositivos que permitiam o sigilo na apreciação de vetos. Para ele, não seria coerente manter uma votação baseada justamente em uma regra considerada inconstitucional.

“Não seria juridicamente coerente declarar inconstitucional a norma que autorizou o sigilo e, simultaneamente, preservar a votação realizada com fundamento direto nessa mesma disposição”, afirmou o magistrado.

A decisão, entretanto, não determina que o reajuste seja aprovado. O TJMT deixou claro que cabe à Assembleia decidir novamente se mantém ou derruba o veto do Executivo, apenas exigindo que o procedimento siga as regras constitucionais.

“Preserva-se a liberdade política da Assembleia Legislativa para deliberar acerca da manutenção ou da rejeição do veto governamental, sem que o Poder Judiciário interfira no conteúdo da decisão parlamentar”, destacou Vidal.

Na votação anulada, realizada em dezembro do ano passado, 12 deputados votaram pela manutenção do veto e 10 pela derrubada. Como a sessão ocorreu de forma secreta, não foi possível identificar como cada parlamentar se posicionou. Para derrubar o veto, eram necessários 13 votos.

O projeto havia sido aprovado anteriormente pela Assembleia e previa reajuste de 6,8% para os servidores do Judiciário. O então governador Mauro Mendes vetou integralmente a proposta, alegando que o aumento poderia provocar impacto nas contas públicas e gerar um efeito cascata sobre outras carreiras do funcionalismo.

Com a decisão do TJMT, a Assembleia deverá incluir novamente o veto na pauta e realizar uma votação pública, com registro nominal dos votos. O julgamento, portanto, não garante o reajuste aos servidores, mas reabre a discussão sobre a proposta e elimina o sigilo que marcou a primeira análise do veto.



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