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Plano de governo de Rogerinho Meira: Frigorífico ou matadouro clandestino?

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Da Redação.

A pré-campanha eleitoral movimenta o município de Jangada, devido os acontecimentos dos últimos dias, que mudou totalmente o cenário da política, como também levantou muitas suspeitas sobre as origens dos recursos, que supostamente mantinha as atividades assistencialistas do vereador Rogerinho Meira (PP).

Rogerinho Meira que foi eleito o mais jovem vereador de Mato Grosso, em 2016 vinha despontando na vida política, com trabalhados populistas e assistencialistas, atendendo de várias formas os moradores de Jangada, 24hs por dia.

A fama dos trabalhos de Rogerinho, já tinha atingido os quatro cantos da cidade, todos sabiam que o vereador estava atendendo praticamente todas as reivindicações populares.

Foto: facebook

Com esses trabalhos prestados, o nome do vereador começou a ser aclamado pela população para avançar na vida pública, quando surgiram as cogitações para Rogerinho se posicionar como pré-candidato a prefeito de Jangada.

Depois de alguns meses da confirmação do seu nome como pré-candidato, a população já colocava Rogerinho como um dos favoritos para vencer as eleições deste ano, até que a Operação “Mahyas”, deflagrada pela Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Cuiabá, mudou toda história política na cidade.

A Operação “Mahyas”, teve o objetivo de cumprir 53 ordens judiciais, sendo 24 mandados de prisão preventiva, 19 mandados de busca e apreensão, sete sequestros de veículos e três suspensões de atividades comerciais em açougues, que vendem carnes de animais de abatedouros clandestinos.

Nome da operação: A expressão Mahyas é uma das origens da palavra “Máfia”.

Nesta Operação “Mahyas” foram presos o pai, o tio e um irmão do vereador Rogerinho Meira, acusados e investigados de chefiar e fazer parte de uma quadrilha especializada em roubo e comercialização de gado.

Foto: facebook

“Edson Joel de Almeida Meira, o popular, Edinho Meira (Pai do vereador continua preso), Paulo Viela Meira (Tio do vereador Rogerinho, continua preso) e Rodrigo Meira (Irmão do vereador Rogerinho) foi detido como suspeito, encaminhado para esclarecimento na Delegacia e logo depois liberado”.

Foto: facebook

Depois desta operação da Polícia Civil, que virou destaque na imprensa nacional, a população de Jangada, que antes via o vereador Rogerinho Meira como herói, começou a questionar se não é um vilão, já que boa parte de sua família está presa ou investigada por crime organizado.

“Boa parte da população questiona se os trabalhos de assistencialismo de Rogerinho Meira, não era mantido com dinheiro do roubo de gado”?

Após os acontecimentos policiais, aquele que era apontado como um dos favoritos para vencer as eleições, começou a ganhar o desprezo da população, já que as pessoas temem que a Prefeitura de Jangada, vire um balcão de negócio de gado roubado.

Foto: Facebook

Durante esta semana, o vereador e pré-candidato Rogerinho Meira publicou em sua rede social, uma foto informando que estava elaborando o seu plano de governo, o que mais uma vez levantou algumas suspeitas:

Será que o plano de Rogerinho Meira é criar emprego e renda para Jangada com a implantação de um frigorifico, pagando impostos, assinando carteiras, tudo dentro da legalidade, ou vai seguir as condutas daqueles que estão presos e investir em matadouros clandestinos?

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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