Mato Grosso

EM PETIÇÃO ESDRÚXULA, ADVOGADO CONFIRMA PATRIMÔNIO MILIONÁRIO DE CONSELHEIRO

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Mato Grosso

 Da Redação: Pedro Ribeiro e Laerte Lannes

Reportagem Especial

 

Um processo judicial é chamado de sua excelência por dois motivos: primeiro para dar lhe a devida importância, já que constitui instrumento necessário na busca do direito. Um processo mal feito prejudica as partes nelas envolvidas, tumultua a prestação jurisdicional, quando ele for inepta ou não apresentar as próprias condições da ação.

Em segundo lugar: para justamente ironizar a importância que lhe é atribuída, já que é mero instrumento, e como o aborto: frustrou a expectativa de vida.

E é exatamente isso que fez o advogado José Antônio Rosa, que propôs uma ação de reparação de danos morais contra o jornalista Marcelo Duarte, do site Marreta de Rondonópolis que tinha publicado uma reportagem sobre a ´magica´ do aumento patrimonial do presidente do Tribunal de Contas do Estado (TCE) conselheiro, Antônio Joaquim de Moraes Rodrigues Neto, que é seu cliente.

Em uma petição emaranhada e desordenada o casuístico afirma na sua petição: “Ora, Excelência, é crime ter prosperidade de vida”? E ainda completa: “Somente porque o mesmo (Antônio Joaquim) nasceu em uma cidade pequena no interior de Goiás, ele deveria continuar pobre”. E finaliza o advogado na petição: “Antônio Joaquim não poderia ter evoluído seu patrimônio em 20 anos de trabalho”? Evidente que não. Desde que o conselheiro consiga provar como conseguiu multiplicar injustificadamente seu patrimônio nesse período e com apenas o vencimento que ele  recebe todo mês no TCE.

A petição mal redigida do advogado bateu todos os recordes e superou as piores expectativas. É deplorável que a insensatez dê lugar aos incultos argumentos. O Direito(na academia isso sim é previsto e ensinado) é uma atividade que se compromissa a defender a cuidar da aplicação das normas jurídicas vigentes em um país, para organizar as relações entre indivíduos e grupos na sociedade.

Mas nunca para prejudicar seu próprio cliente. Aliás, o advogado que não gosta muito de leituras longas, não deveria fazer direito. José Rosa não teve muita sorte profissional na sua atividade anterior como engenheiro civil, se embrenhou para a área do Direito e talvez por falta de tempo não conseguiu ler a demanda contra o jornalista.

Uma pena! Aliás os advogados acostumados a copiar e colar, deveriam voltar a praticar a leitura. Não só Códigos, mas, jurisprudência, súmulas e doutrinas. Talvez os mais abnegados pudessem ser diferente de outros casuísticos que não conseguiram se libertar do Ctrl C e Ctrl V, comando no computador para as petições e recursos que já estão prontos em bancos de petições, na maioria das vezes.

E o advogado só precisa copiar e colar. Ao voltar para a academia, os advogados no final das contas, terão em mãos os conhecimentos necessários para realizar pesquisas jurídicas, elaborará peças iniciais, petições e recursos; acompanhar audiências e muito mais.

Ora, qualquer estudante do curso de direito já consegue a ter um discernimento de leitura da introdução e Filosofia do Direto nas suas passagens pelos bancos acadêmicos e conseguem elaborar a maioria das peças, com eficiência. E lamentável que José Rosa, um velho conhecido da justiça e da Polícia Federal, ainda não saiba disso.

Rosa já foi preso pela Polícia Federal na operação Pacenas, quando ele comandava a Procuradoria Geral do munícipio de Cuiabá. Na época, segundo o Ministério Público Federal, a quadrilha teria arquitetado o desvio da dinheirama do PAC(Programa de Aceleração do Crescimento) e que resolveria o problema de saneamento e esgoto em Cuiabá. Com a operação, o governo federal cancelou o repasse e Cuiabá, por causa do ´esquema´ arquiteto pela quadrilha, ficou largada a própria sorte.

Diferentemente de Várzea Grande, cidade vizinha, e que serão aplicados ainda este ano, mais de R$ 403 milhões em obras de sistema de abastecimento de água, esgotamento sanitário, pavimentação asfáltica, drenagem, habitação entre outros, que vão proporcionar o desenvolvimento social e econômico da cidade. Lamentável! Mas, talvez o poder e liderança assumido pelo advogado com o tempo não tenha  feito ele aprender quando foi preso pelos policiais federais, após gravações e prontamente anuladas pela justiça.

José Rosa é conhecido nos fóruns e nos escritórios como o advogado Araponga: aquele que sai gravando todo mundo, inclusive os críticos que os contradiz e exponha sua idiossincrasia.

 

   

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Servidores da Corregedoria concluem curso de mediação e conciliação

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Dez servidores do Departamento de Apoio aos Juizados Especiais (Daje) e assessores de gabinetes da Corregedoria-Geral da Justiça de Mato Grosso (CGJ-MT) concluíram o Curso Básico de Mediação e Conciliação Judiciais. A capacitação desenvolveu conhecimentos teóricos e práticos sobre mediação e conciliação judiciais, para a atuação autocompositiva no âmbito judicial.

O gestor de capacitação e avaliação do Nupemec, Carlos Campelo é um homem de pele clara, cabelos curtos grisalhos e barba grisalha, veste camisa polo escura. Ele está em um corredor, ao fundo há uma placa de identificação do Nupemec.Segundo o gestor de capacitação e avaliação do Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos (Nupemec), Carlos Campelo, a formação contribui para ampliar a cultura do diálogo e da solução consensual de conflitos.

“As técnicas aprendidas durante a capacitação não se restringem ao ambiente de trabalho e podem ser aplicadas em diversas situações do cotidiano. Quando mais profissionais estiverem atuando nessa área, sejam servidores ou sociedade em si, mais pessoas irão conseguir resolver seus conflitos com diálogo, pois o primeiro passo para que isso ocorra é saber se comunicar”, afirmou.

A diretora do Daje, Shusiene Machado, é uma mulher de pele clara, cabelos castanhos lisos na altura dos ombros, veste blazer cinza sobre blusa da mesma tonalidade e usa colar com pingente em formato de cruz. Ela está em um corredor, ao fundo há uma placa de identificação do Nupemec.A diretora do Daje, Shusiene Tassinari Machado, destacou que a capacitação contribuiu para ampliar o conhecimento da equipe sobre os mecanismos consensuais de resolução de conflitos e irá fortalecer o apoio às atividades desenvolvidas pelos Juizados Especiais.

“Esse curso será um divisor de águas na nossa atuação, na gestão dos conciliadores credenciados que atuam nos processos judicias dos Juizados Especiais. Pois agora compreendemos não apenas a parte administrativa, mas também a teoria e a prática da mediação judicial”, explicou.

Curso – A capacitação foi dividida em duas etapas. A parte teórica, realizada presencialmente entre 24 e 28 de setembro de 2025, com carga horária de 40 horas e que incluiu simulações práticas de audiências de mediação. E a segunda etapa, o estágio supervisionado realizado entre fevereiro a junho deste ano, pela plataforma Microsoft Teams, com 60 horas práticas com casos reais.

Ana Tereza Pereira Meira, instrutora de mediação e justiça restaurativa, é um mulher de pele clara, cabelos longos castanho-claros, veste blusa sem mangas em tom claro com detalhes escuros e usa brincos discretos. Ela está em um corredor, ao fundo há uma placa de identificação do Nupemec.A instrutora de mediação e justiça restaurativa, Ana Tereza Pereira Meira, responsável pelo acompanhamento da etapa prática, destacou que a formação proporciona mudanças que refletem diretamente no atendimento prestado à população. “A pessoa que faz um curso de mediação, se torna diferente. Os alunos aprendem uma comunicação melhor, uma comunicação mais harmônica e isso ajuda no atendimento do público e do Poder Judiciário”, disse.

O gestor administrativo do Daje, Gláucio Corrêa é um homem de pele clara, cabelos curtos grisalhos, veste camisa social amarela de mangas longas. Ele está em um corredor, ao fundo há uma placa de identificação do Nupemec.Para o participante da capacitação, o gestor administrativo do Daje, Gláucio Corrêa, a formação proporcionou uma compreensão melhor da realidade dos conciliadores e juízes leigos que atuam nos Juizados Especiais. “Antes a gente trabalhava mais sob a perspectiva administrativa, agora nós sabemos exatamente como funciona, quais os desafios e isso contribuirá para o nosso trabalho de apoio e gestão”, pontuou.

O treinamento é uma iniciativa da CGJ-MT, com apoio da Escola dos Servidores e do Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos (Nupemec) do Tribunal de Justiça de Mato Grosso.

Autor: Larissa Klein

Fotografo:

Departamento: Assessoria de Comunicação da CGJ-TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT



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