Mato Grosso

Corrupção, extorsão e adultério, os pecados de Novelli

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Mato Grosso

Da Redação.

Avareza; Gula; Luxuria; Ira; Inveja; Preguiça; Vaidade, o que os sete pecados capitais tem em comum com os conselheiros afastados do Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso, no caso de José Carlos Novelli, pelo tudo indica, entra até desobediências dos Dez Mandamentos, com supostas práticas de roubos, traições e cobiça.

O conselheiro afastado José Carlos Novelli, que já foi considerado um exemplo de imagem como um casal exemplar, quando era casado com Maria Auxiliadora, mais uma vez mostrou que é “fraco”, ao não resistir o pecador da carne, cometendo adultério.

O casal José Carlos Novelli e Maria Auxiliadora era considerado um exemplo para as famílias, que até fez o saudoso Padre Firmo Pinto Duarte Filho convidar o casal, para desenvolver o evento Vinde e Vede, com objetivo de valorizar a família, como também, as ações da Igreja Católica.

O saudoso Padre Firmo mostrou com as suas ações que, até hoje beneficia milhares de mato-grossenses, tinha o objetivo de fortalecer as famílias para serem desenvolvidas de acordo com os mandamentos de Deus.

Neste caso, o conselheiro afastado José Carlos Novelli, além de ter supostamente cometido o adultério, que segundo informações de bastidores, na época teria trocado a esposa por uma “ninfa estudante de medicina”, também traiu a Deus, já que lhe foi dada a missão por Padre Firmo, de fortalecimento das famílias através das ações da Igreja Católica.

Foto: Ilustração.

Se o conselheiro afastado José Carlos Novelli foi capaz de trair sua família e até Deus, ao povo de Mato Grosso que através dos seus impostos pagam os salários dos conselheiros afastados, não seria diferente, visto que está afastado por suspeita de corrupção, por ter desviado recursos público, o popular roubo.

Corrupção: Ação ou efeito de corromper, de adulterar o conteúdo original de algo. Ação ou resultado de subornar, de oferecer dinheiro a uma ou várias pessoas, buscando obter algo em benefício próprio ou em nome de uma outra pessoa; suborno.   Desvirtuamento de hábitos; devassidão de costumes; devassidão.

As movimentações realizadas por Novelli, e seus companheiros afastados do TCE-MT, levantaram muitas suspeitas, a estimativa que juntos, os esquemas de corrupção conseguiram desviar cerca de R$ 1 bilhão dos cofres públicos.

Foto: Montagem G1

Uma das suspeitas levantadas envolvendo o nome de José Carlos Novelli, é a fortuna acumulada só em relógios de luxos, que ronda os R$ 500 mil, (Meio Milhão), que foi apreendida pela Polícia Federal.

Os relógios:

O Relógio Baume Mercier – Montblanc Masculino Aço – 118490 apreendido na residência de Novelli custa a preço de mercado o R$38.990,00 mil. A marca feminina da esposa, Dayse, Baume Mercier Vintage Ladies 18K Yellow Gold Baume & Mercier Oval Dial Mesh sai por R$ 53.200,00 mil.

Foto: Divulgação

Já o Rolex Daytona Men’s Black Watch o valor é de R$ 197.972,72 mil e o feminino da doutora Dayse é o Rolex feminine – Datejust-Automatic-self-Wind-Female-Watch custa R$ 27.000,00 mil.

Foto: Divulgação

Os outros relógios de Novelli da marca Cartier custa R$ 36,400,00 e da sua esposa custa R$ 27.000,00 mil.

Foto: Divulgação

Novelli já teria entrado na Justiça, tentado reaver a fortuna em relógio, porém a Polícia Federal quer saber de onde surgiram os recursos para aquisição desta fortuna.

Será que Novelli além de ter cometido vários pecados, ainda insiste na inveja, tentar se comparar a Jesus, quando realizou o milagre da multiplicação com pão, vinho e peixe, e Novelli com a multiplicação da sua fortuna?

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MP investiga suspeita de irregularidade no tratamento da água

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A 6ª Promotoria de Justiça Cível de Tutela Coletiva do Consumidor da Capital notificou a concessionária responsável pelo abastecimento de água em Acorizal, a Prefeitura Municipal e a agência reguladora para que adotem medidas e prestem esclarecimentos à população sobre a qualidade da água distribuída no município. A medida foi tomada após uma fiscalização conjunta que identificou a suposta utilização de cal destinada à construção civil no processo de tratamento da água fornecida aos moradores. Diante dos indícios encontrados e dos possíveis riscos à saúde pública, o Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) instaurou procedimento para apurar a regularidade dos serviços de abastecimento de água e esgotamento sanitário na cidade. A investigação foi motivada por denúncias encaminhadas aos canais de atendimento do Ministério Público, relatando possíveis irregularidades nos sistemas de tratamento de água e esgoto do município. A promotora de Justiça Valnice Silva dos Santos solicitou a realização de uma fiscalização conjunta com a Vigilância Sanitária Estadual, a Delegacia Especializada de Defesa do Consumidor (Decon) e o Procon-MT. Durante a inspeção, realizada no dia 18 de agosto, as equipes encontraram sacos de cal utilizados na construção civil dentro da Estação de Tratamento de Água (ETA). Segundo o relatório da fiscalização, o material estaria sendo empregado no processo de tratamento da água distribuída à população.
De acordo com a promotora de Justiça Valnice Silva dos Santos, a recomendação tem como objetivo assegurar transparência e garantir que os moradores recebam informações claras sobre a qualidade da água consumida e as providências adotadas pelos responsáveis pelo serviço.
“É fundamental que a população tenha acesso a informações sobre a qualidade da água consumida e sobre as providências adotadas para garantir a segurança do abastecimento. A prioridade é proteger a saúde dos moradores e assegurar a regularidade do serviço”, destacou a promotora.
Na recomendação expedida pelo MPMT, os órgãos e entidades notificados devem informar à população as condições atuais do abastecimento, as medidas adotadas para garantir a potabilidade da água e as ações de monitoramento. Também foi solicitada a divulgação periódica dos resultados das análises e das providências implementadas para assegurar a qualidade da água distribuída no município. Além disso, foi estabelecido o prazo de cinco dias para que os notificados apresentem ao MP informações sobre medidas adotadas.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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