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Operação da PM acaba com festas clandestinas e aglomerações na capital e interior

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Mato Grosso

Da Redação

A Polícia Militar faz operação de repressão a festas clandestinas, reuniões, encontros e outros eventos e atividades proibidas durante a pandemia do coronavívus (Covid -19)  nos 141 municípios.

As equipes atuam no policiamento e fiscalização independente sobre o uso obrigatório de máscaras, proibição de aglomerações, entre outras medidas, conforme estabelece os decretos estaduais 532 e 465/2020, os quais definem as atribuições da Polícia Militar durante o estado de calamidade pública em função da pandemia. Em todas as regiões do Estado os policiais também atuaram em apoio aos municípios.

Em Várzea Grande, na região metropolitana de Cuiabá, a PM fez 38 conduções à delegacia e acabou com uma festa clandestina regada a bebida, droga, presença de menores e até com apreensão de arma de fogo. Em Barra do Garças(509 km de Cuiabá), a denúncia de uma festa de aniversário em uma chácara levou à prisão de um homem e apreensão de uma espingarda e 56 munições.  

Em outros municípios também ocorreram conduções para delegacias, dispersões de pessoas aglomeradas e outras situações. Em Acorizal(62 km de Cuiabá), policiais militares deram apoio a agentes municipais na fiscalização de bares, distribuidoras de bebidas e outros. Na noite de sexta-feira, bares de três comunidades rurais foram notificados.

Na mesma noite, em Cuiabá, nos bairros CPA, policiais militares encontraram muitas pessoas aglomeradas em bares consumindo bebidas alcóolicas. Com o apoio da PM, fiscais da prefeitura notificaram os estabelecimentos e orientaram os consumidores a retornarem para suas casas. Os mesmo ocorreu em dois bares do bairro Altos da Serra e diversas regiões da cidade.

Em Chapada dos Guimarães(67 km de Cuiabá), junto com a Prefeitura a PM montou barreiras, uma delas na chegada da cidade, próximo a comunidade Água Fria, fazendo abordagens de pessoas, orientação sobre medidas de restrição e prevenção ao coronavirus e vistoria e checagem de veículos.

Essa operação que está em curso é a segunda, ‘Dispersão II’, com reforço nas atribuições próprias da PM no que se refere à pandemia, previstas em decretos estaduais, e principalmente em apoio aos municípios.

A PM reforça que o objetivo e principal e orientar, conscientizar sobre a gravidade do momento que o Estado está passando com o aumento do número de pessoas internadas e de mortes provocadas pela Covid-19.

DADOS

Entre os registros das ações da PM estão: 3.100 dispersões (acabou com festas, acampamentos e outros eventos),  1.600   notificações em comércios por haver pessoas sem máscaras.

Também já fez cerca de 950 conduções de pessoas a delegacias por insistência, resistência e reincidência no descumprimento de medidas de saúde pública(por fazer aglomerações, festas, não usar máscaras entre outras).

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MP investiga suspeita de irregularidade no tratamento da água

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A 6ª Promotoria de Justiça Cível de Tutela Coletiva do Consumidor da Capital notificou a concessionária responsável pelo abastecimento de água em Acorizal, a Prefeitura Municipal e a agência reguladora para que adotem medidas e prestem esclarecimentos à população sobre a qualidade da água distribuída no município. A medida foi tomada após uma fiscalização conjunta que identificou a suposta utilização de cal destinada à construção civil no processo de tratamento da água fornecida aos moradores. Diante dos indícios encontrados e dos possíveis riscos à saúde pública, o Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) instaurou procedimento para apurar a regularidade dos serviços de abastecimento de água e esgotamento sanitário na cidade. A investigação foi motivada por denúncias encaminhadas aos canais de atendimento do Ministério Público, relatando possíveis irregularidades nos sistemas de tratamento de água e esgoto do município. A promotora de Justiça Valnice Silva dos Santos solicitou a realização de uma fiscalização conjunta com a Vigilância Sanitária Estadual, a Delegacia Especializada de Defesa do Consumidor (Decon) e o Procon-MT. Durante a inspeção, realizada no dia 18 de agosto, as equipes encontraram sacos de cal utilizados na construção civil dentro da Estação de Tratamento de Água (ETA). Segundo o relatório da fiscalização, o material estaria sendo empregado no processo de tratamento da água distribuída à população.
De acordo com a promotora de Justiça Valnice Silva dos Santos, a recomendação tem como objetivo assegurar transparência e garantir que os moradores recebam informações claras sobre a qualidade da água consumida e as providências adotadas pelos responsáveis pelo serviço.
“É fundamental que a população tenha acesso a informações sobre a qualidade da água consumida e sobre as providências adotadas para garantir a segurança do abastecimento. A prioridade é proteger a saúde dos moradores e assegurar a regularidade do serviço”, destacou a promotora.
Na recomendação expedida pelo MPMT, os órgãos e entidades notificados devem informar à população as condições atuais do abastecimento, as medidas adotadas para garantir a potabilidade da água e as ações de monitoramento. Também foi solicitada a divulgação periódica dos resultados das análises e das providências implementadas para assegurar a qualidade da água distribuída no município. Além disso, foi estabelecido o prazo de cinco dias para que os notificados apresentem ao MP informações sobre medidas adotadas.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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