Mato Grosso
Polícia Civil prende líder do grupo envolvido em tentativa de latrocínio contra policial militar
Mato Grosso
Da Redação
O líder do grupo que atuou na tentativa de latrocínio que vitimou um policial militar aposentado no mês de maio em Várzea Grande, teve o mandado de prisão cumprido pela Polícia Civil, no final da tarde de quarta-feira (18), em continuidade as diligências da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf-VG).
O suspeito, de apenas 18 anos, foi localizado no bairro Novo Paraíso em Cuiabá e foi seguramente reconhecido pela vítima como líder do grupo criminoso, que dava ordem aos comparsas e o responsável por mandar matar o policial.
Outro jovem que teve a participação identificada no crime teve o mandado de prisão cumprida, na tarde da última terça-feira (16), também em ação realizada pela Derf-VG.
O roubo a residência seguido de tentativa de morte ocorreu na manhã do dia 29 de maio, quando o militar aposentado e sua esposa saíam do local. O casal foi abordado na garagem do imóvel por três homens armados, que anunciaram o assalto, exigindo o carro, dinheiro e outros pertences.
Durante o roubo, os moradores foram ameaçados, com as armas de fogo apontadas para a cabeça. O policial aposentado foi agredido e torturado com vários golpes de coronhadas na cabeça e teve lesões pelo corpo. Os criminosos fizeram diversos disparos de arma de fogo dentro da casa.
A ordem de prisão contra o suspeito, deferida pela 5ª Vara Criminal de Várzea Grande foi decretada com base em investigações da Derf-VG que o identificou como um dos autores do crime; Os suspeitos foram reconhecidos pelas vítima que disse que nunca vai esquecer a grave ameaça e o atentado praticado pelos criminosos.
Segundo a delegada da Derf-VG, Elaine Fernandes da Silva, o jovem é contumaz na prática de roubos e quando adolescente esteve internado diversas vezes. “Ele é onsiderado de alta periculosidade, colocava fogo em colchões e agredia fisicamente agentes do socioeducativo, durante o período em que esteve recolhido”, disse a delegada.
Foto: PMMT
Mato Grosso
MP investiga suspeita de irregularidade no tratamento da água
A 6ª Promotoria de Justiça Cível de Tutela Coletiva do Consumidor da Capital notificou a concessionária responsável pelo abastecimento de água em Acorizal, a Prefeitura Municipal e a agência reguladora para que adotem medidas e prestem esclarecimentos à população sobre a qualidade da água distribuída no município. A medida foi tomada após uma fiscalização conjunta que identificou a suposta utilização de cal destinada à construção civil no processo de tratamento da água fornecida aos moradores. Diante dos indícios encontrados e dos possíveis riscos à saúde pública, o Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) instaurou procedimento para apurar a regularidade dos serviços de abastecimento de água e esgotamento sanitário na cidade. A investigação foi motivada por denúncias encaminhadas aos canais de atendimento do Ministério Público, relatando possíveis irregularidades nos sistemas de tratamento de água e esgoto do município. A promotora de Justiça Valnice Silva dos Santos solicitou a realização de uma fiscalização conjunta com a Vigilância Sanitária Estadual, a Delegacia Especializada de Defesa do Consumidor (Decon) e o Procon-MT. Durante a inspeção, realizada no dia 18 de agosto, as equipes encontraram sacos de cal utilizados na construção civil dentro da Estação de Tratamento de Água (ETA). Segundo o relatório da fiscalização, o material estaria sendo empregado no processo de tratamento da água distribuída à população.
De acordo com a promotora de Justiça Valnice Silva dos Santos, a recomendação tem como objetivo assegurar transparência e garantir que os moradores recebam informações claras sobre a qualidade da água consumida e as providências adotadas pelos responsáveis pelo serviço.
“É fundamental que a população tenha acesso a informações sobre a qualidade da água consumida e sobre as providências adotadas para garantir a segurança do abastecimento. A prioridade é proteger a saúde dos moradores e assegurar a regularidade do serviço”, destacou a promotora. Na recomendação expedida pelo MPMT, os órgãos e entidades notificados devem informar à população as condições atuais do abastecimento, as medidas adotadas para garantir a potabilidade da água e as ações de monitoramento. Também foi solicitada a divulgação periódica dos resultados das análises e das providências implementadas para assegurar a qualidade da água distribuída no município. Além disso, foi estabelecido o prazo de cinco dias para que os notificados apresentem ao MP informações sobre medidas adotadas.
Fonte: Ministério Público MT – MT
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