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Polícia Civil cumpre 14 ordens judiciais contra investigados por roubo a residência em Sinop

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A Polícia Civil deflagrou, nesta quarta-feira (15.7), a Operação Gemini, com o objetivo de desmantelar um grupo criminoso responsável por um violento roubo a residência ocorrido em março deste ano, no município de Sinop.

Foram cumpridas 14 ordens judiciais, entre mandados de prisão preventiva, mandados de busca e apreensão, afastamentos de sigilo telemático e bancário, além de bloqueios de contas bancárias, expedidas pelo Poder Judiciário após representação da autoridade policial. Ao final, três pessoas foram presas e dois aparelhos celulares apreendidos.

A investigação teve início após um roubo praticado contra uma residência localizada no bairro Jardim das Primaveras. Três criminosos armados invadiram o imóvel, renderam as pessoas que estavam no local e as mantiveram em cárcere privado por aproximadamente duas horas. Durante a ação criminosa foram subtraídas armas de fogo, munições, um veículo e diversos objetos de elevado valor.

As investigações da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Sinop apontaram que o roubo foi planejado previamente e executado com divisão de tarefas entre os envolvidos.

Conforme apurado, os executores receberam instruções em tempo real por meio de videochamadas realizadas por integrantes do grupo.

Após as diligências investigativas realizadas, os policiais civis identificaram os autores do roubo e os responsáveis pelo suporte logístico da ação criminosa.

Segundo a investigação, foram identificados os três executores do crime e os dois suspeitos que teriam atuado no fornecimento e disponibilização do veículo utilizado como apoio à ação criminosa.

As investigações também apontaram o líder do grupo criminoso e responsável por orientar os executores durante toda a ação.

Fonte: Policia Civil MT – MT



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Senado deve escolher substituto de Bruno Dantas no TCU

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O Senado deverá escolher quem ocupará a vaga aberta no Tribunal de Contas da União (TCU) com a renúncia do ministro Bruno Dantas, anunciada nesta segunda-feira (31). Dantas ocupava uma das vagas cuja indicação é feita pelo Senado.

O TCU é formado por nove ministros. De acordo com a Constituição, seis são escolhidos pelo Congresso Nacional e três pelo presidente da República.

Na divisão adotada pelo Legislativo, das seis vagas que cabem ao Congresso, três têm origem no Senado e três na Câmara dos Deputados.

O Decreto Legislativo 6/1993 determina que os nomes indicados pelo Senado devem passar por arguição pública na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado (CAE) e depois por votação no Plenário da Casa. Além disso, o escolhido também precisa ser aprovado na Câmara dos Deputados. Concluído o processo no Congresso Nacional, cabe ao presidente da República nomear o novo ministro.

Renúncia

Bruno Dantas protocolou nesta segunda-feira o pedido de renúncia ao cargo de ministro do TCU, que ocupava desde 2014. Ele presidiu o tribunal no biênio 2023–2024.

Na carta em que anunciou a decisão, Dantas afirma que pretende se dedicar a novos projetos profissionais. Ele também destacou sua ligação com o Senado, onde ingressou como consultor legislativo e atuou entre 2003 e 2014 — Dantas, inclusive, chefiou a Consultoria Legislativa do Senado entre 2007 e 2011.

Além disso, ele representou o Senado no Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) e no Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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