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Prefeitura monta telões em quatro ruas de Cuiabá para jogo decisivo da Seleção e contempla até via sem pavimentação

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A Prefeitura de Cuiabá definiu as quatro ruas vencedoras da quarta etapa da campanha Minha Rua é Show de Bola, que receberão estrutura especial para a transmissão da próxima partida da Seleção Brasileira, marcada para esta segunda-feira (29), às 13h. A iniciativa convida a população a viver novamente o clima da Copa do Mundo em comunidade, reunindo famílias, amigos e vizinhos em diferentes regiões da capital.

As ruas contempladas nesta etapa foram a Rua F, no bairro Jardim Passaredo; a Rua 05, no bairro São João Del Rey; a Rua 10, no Jardim Aroeira; e a Rua Cruz de Malta, no bairro Serra Dourada. A escolha foi feita com base no número de curtidas obtidas nos vídeos e fotos enviados pelos moradores ao perfil oficial da Prefeitura de Cuiabá no Instagram.

Além dos telões para a transmissão da partida, a Prefeitura vai montar uma estrutura completa de apoio, com tendas, cadeiras, banheiro químico, freezer com água gelada e toda a logística necessária para oferecer mais conforto e segurança ao público durante o evento.

Um dos destaques desta edição é a contemplação da Rua Cruz de Malta, no bairro Serra Dourada, que possui trecho sem pavimentação. Mesmo com essa característica, a via foi incluída entre as vencedoras, demonstrando que o engajamento da comunidade e a mobilização dos moradores foram determinantes para a escolha.

A campanha tem fortalecido a tradição de reunir a população para torcer pela Seleção Brasileira em clima de festa, promovendo integração entre os bairros e incentivando a participação popular. Desde o início da iniciativa, diversas ruas da capital já receberam telões e estrutura especial para acompanhar os jogos.

Com clima agradável em Cuiabá e temperaturas mais amenas nos últimos dias, a expectativa é de mais uma grande mobilização popular nesta segunda-feira. Por se tratar de um jogo eliminatório e decisivo para a continuidade da Seleção na competição, a tendência é de forte participação dos torcedores.

A Prefeitura convida toda a população a vestir a camisa verde e amarela, reunir a família e participar da torcida nas ruas contempladas, transformando mais uma vez Cuiabá em um grande ponto de encontro para acompanhar a Seleção Brasileira.

Localização dos pontos de transmissão:

1. Rua Cruz de Malta, bairro Serra Dourada
https://maps.google.com/?q=-15.547925,-56.049152

2. Rua F, bairro Jardim Passaredo
https://maps.google.com/?q=-15.639837,-56.006374

3. Rua 05, bairro São João Del Rey
https://maps.google.com/?q=-15.613818,-56.006344

4. Rua 10, bairro Jardim Aroeira
https://maps.google.com/?q=-15.542374,-56.039219

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT



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“Não venham dizer que é eleitoreira”, dispara Wellington sobre operação contra Mauro

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O senador Wellington Fagundes (PL), candidato ao Governo de Mato Grosso, rebateu a tese de que a Operação Heritage teria sido deflagrada por razões eleitorais e afirmou que as suspeitas envolvendo o acordo de R$ 308 milhões entre o Estado e a operadora Oi já eram discutidas antes do atual período eleitoral. Durante discurso no plenário do Senado, nesta quarta-feira (12), Wellington afirmou que as denúncias já haviam sido levadas à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Crime Organizado e que sua atuação no colegiado foi justamente no sentido de cobrar o encaminhamento das suspeitas aos órgãos de controle.

“E não venham dizer que isso é denúncia apenas eleitoreira, porque isso foi feito lá atrás, e nós nunca acusamos. Nós só pedimos as investigações”, afirmou.

Segundo o senador, o calendário eleitoral não pode ser utilizado como argumento para impedir ou retardar investigações de possíveis irregularidades.

“Como se alguém que roubasse durante a campanha não pudesse ser investigado. Isso é um absurdo”, declarou.

A Operação Heritage foi deflagrada pela Polícia Federal no dia 6 de agosto, após autorização do Supremo Tribunal Federal, para investigar suspeitas relacionadas ao acordo firmado entre o Governo de Mato Grosso e a Oi. A investigação apura a possível movimentação irregular dos recursos por meio de fundos e empresas e analisa possíveis crimes como peculato, lavagem de dinheiro, organização criminosa e crimes contra o Sistema Financeiro Nacional.

Wellington também aproveitou o discurso para direcionar críticas ao governador Otaviano Pivetta (Republicanos), seu adversário na corrida pelo Palácio Paiaguás. O senador questionou a tentativa, segundo ele, de Pivetta se desvincular das decisões e resultados da gestão de Mauro Mendes, da qual foi vice-governador por mais de sete anos.

“O atual Governador, que foi por sete anos e pouco Vice-Governador, disse que não sabia, não acompanhou, sendo que, uma semana atrás, ele dizia que tudo o que aconteceu no Governo durante esses sete anos e pouco foi mérito dele também. Agora começam as denúncias e já quer se esquivar”, afirmou.

A declaração ocorre em meio ao impacto político provocado pela Heritage dentro do grupo que apoia a candidatura de Pivetta. Fábio Garcia deixou a disputa pela vice-governadoria após ser atingido pelas medidas determinadas na investigação e Gisela Simona foi anunciada para ocupar a vaga.

O senador afirmou que já havia tratado das relações envolvendo o Banco Master, empresas e pessoas ligadas ao acordo com a Oi durante a CPI do Crime Organizado. Segundo ele, a cobrança era para que eventuais suspeitas fossem formalmente investigadas.

“Fiz questão de alertar naquele momento que Mato Grosso precisa de resposta, que não poderia terminar apenas em discussão política, muito menos sem uma conclusão. Por isso, como líder do bloco Vanguarda, lá na CPI eu cobrava que a comissão enviasse aos órgãos de controle”, afirmou.

O senador também citou o depoimento do ex-governador Pedro Taques (PSB) à CPI, realizado em março, e disse ter alertado o ex-governador para que a comissão não fosse utilizada como palanque eleitoral.

“Disse a ele que esperava que ali não fosse transformado num palanque”, assinalou.

Wellington também defendeu que as investigações avancem para esclarecer eventuais prejuízos aos servidores públicos. No Mato Grosso, contratos relacionados a empréstimos consignados do Banco Master também são alvo de apuração.

“Teve servidores públicos que ficaram endividados e suicidaram. Não tem maldade maior que se possa fazer”, declarou.

Ao comentar a atuação da Polícia Federal, o senador afirmou que o trabalho realizado até agora é robusto, mas ressaltou que a responsabilidade final caberá à Justiça.

“Isso tudo está comprovado pela Polícia Federal e, claro, vai ter o julgamento final”, afirmou.

Wellington ainda rejeitou acusações de que adversários políticos teriam atuado para provocar a operação.

“Não dá pra querer dizer que tudo isso foi feito por influência política”, disse.

A Operação Heritage segue em andamento. Os investigados ainda terão direito à defesa e não há, até o momento, condenação judicial em relação aos crimes apurados.



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