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Polícia Militar prende dois faccionados com drogas e revólver em Cáceres

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Policiais militares do 6º Comando Regional prenderam dois homens faccionados, de 30 e 23 anos, por tráfico ilícito de drogas e porte ilegal de arma de fogo, na noite desta segunda-feira (15.6), em Cáceres. Com a dupla, foram apreendidas porções de maconha e pasta base de cocaína, além de um revólver calibre .38.

Durante **a execução** da operação Território Livre, as equipes policiais receberam informações sobre suspeitos que estariam traficando entorpecentes e outros materiais ilícitos em uma residência no bairro Jardim Universitário. Os militares **realizaram o monitoramento da residência** e se aproximaram para abordagem ao perceberem que havia uma pessoa na casa.

No contato na residência, a equipe policial foi recebida por uma mulher, que disse que residia no local com seu filho, que havia acabado de deixar a casa com outro homem. A testemunha disse ainda que os dois suspeitos estavam mexendo com objetos dentro de um quarto e autorizou os militares a realizarem buscas.

Dentro do cômodo, os policiais encontraram nove porções grandes de pasta base de cocaína e três porções de maconha, além de materiais para embalar as drogas. Também nas buscas, a PM encontrou uma caixa contendo um revólver calibre .38 e seis munições para o armamento.

Os policiais apreenderam os materiais ilícitos e, ao deixarem a casa para **realizar buscas pelos suspeitos, localizaram** a dupla se aproximando da residência. Eles foram abordados e ficaram em silêncio ao serem questionados sobre as drogas e **a arma encontradas**. Também foi identificado que os suspeitos fazem uso de tornozeleira eletrônica.

Os dois homens receberam voz de prisão e foram conduzidos para a delegacia de Cáceres, com o material apreendido, sendo entregues à Polícia Judiciária Civil para registro da ocorrência e demais providências cabíveis.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: PM MT – MT



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Dia Nacional da MPB resgata história de resistência e inovação da música brasileira

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O Brasil celebra, neste sábado, o Dia Nacional da Música Popular Brasileira, instituído por meio da lei federal 12.624, de 2012. A data escolhida, 17 de outubro, é em alusão ao nascimento da compositora e Chiquinha Gonzaga, mulher vanguardista que, em 1899 compôs a canção que conhecemos como primeira marchinha: Ô, Abre Alas.

A MPB, que conhecemos como gênero musical, não é filha diretamente da produção de marchinhas ou choros, grandes composições de Chiquinha Gonzaga. Nasceu em meados da década de 1960, como evolução da bossa nova. O grande marco é a música Arrastão, com letra de Vinicius de Moraes e música de Edu Lobo, composta em 1965 e vencedora do 1º Festival da Música Popular Brasileira da TV Excelsior, na voz de Elis Regina.

Quem conta à Rádio Assembleia o contexto do surgimento da MPB é a professora Doutora do curso de Música da UFMT, Teresinha Prada.

E o diferencial desse gênero que surge pós bossa nova era propor experimentações de misturas de sonoridade que demonstram a pluralidade cultural brasileira. Buscava também o pertencimento nacional, privilegiando o violão, em detrimento da guitarra elétrica. Que também não ficou fora da MPB por muito tempo, pois foi incorporada ao gênero musical pelos tropicalistas, como Gilberto Gil e Caetano Veloso.

O surgimento da MPB, durante a ditadura militar brasileira, também é uma resposta poética e de contestação ao regime.

Dessa maneira, a sigla MPB passa a incorporar literalmente toda produção musical popular no Brasil, sendo reconhecida por artistas como Chico Buarque, Nara Leão e Geraldo Vandré, que privilegiam o violão, incorpora o choro e o samba, que são gêneros musicais anteriores à MPB, agrega mais instrumentos sonoros e abraça nomes como Rita Lee, Clara Nunes, Alceu Valença, Djavan, Tim Maia, Belchior e tantos outros, que experimentam o rock, o samba de terreiro, o baião, o soul e toda a riqueza cultural brasileira.

Para Karola Nunes, fazer MPB em Mato Grosso também é um ato de resistência

Para Karola Nunes, fazer MPB em Mato Grosso também é um ato de resistência

Foto: Helder Faria

Mato Grosso também contribui para a produção da Música Popular Brasileira, trazendo as identidades próprias do Estado, adicionando regionalismos e compondo a grande diversidade sonora do país, que chamamos de brasilidades.

Amor e Casa é um dos lançamentos mais recentes da cantora e compositora mato-grossense Lorena Ly, que também conversou com a Rádio Assembleia e destaca elementos regionais na composição de sua música.

Karola Nunes é também um dos grandes nomes da MPB produzida em Mato Grosso, seja na carreira solo, seja em grupos e bandas, como o grupo de samba Sasminina e a banda Calorosa.

Ao som de Malemá Tentiano, da Banda Calorosa, convidamos você, ouvinte da Rádio Assembleia, para continuar sintonizado, que aqui você vai ouvir a grande diversidade da MPB e o melhor da música mato-grossense.

Priscila Mendes, para a Rádio Assembleia

Fonte: ALMT – MT



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