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Polícia Militar prende cinco suspeitos com arma de fogo e drogas em Várzea Grande

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Policiais militares do 4º Batalhão realizaram a prisão de cinco suspeitos pelos crimes de porte ilegal de arma de fogo e tráfico ilícito de drogas, em ocorrências registradas nesta quarta-feira (13.5), em Várzea Grande. Nas ações, foram retirados de circulação uma revólver e mais de 100 porções de maconha e cocaína.

No bairro Ipase, a equipe do Grupo de Apoio (GAP) recebeu denúncias sobre quatro suspeitos que estariam armados dentro de um veículo, no estacionamento de um supermercado. Os militares foram ao estabelecimento e abordaram um Fiat Mobi, o mesmo informado na denúncia, ocupado por dois homens, de 39 e 51 anos.

Na busca pessoal a um dos homens, foi encontrado um revólver de calibre 22 com 15 munições. Questionados sobre o que faziam com a arma, os suspeitos apresentaram versões desencontradas e alegaram que aguardavam outra pessoa para verificarem uma casa. Os dois homens foram conduzidos para a Central de Flagrantes para demais providências.

Na segunda ocorrência registrada, os militares do GAP receberam informações de que um bar estaria sendo ponto de venda de drogas, no bairro Mapim. A equipe se deslocou ao endereço denunciado e abordou dois homens, de 19 e 29 anos, e uma mulher, de 32 anos, sendo que dois deles faziam uso de tornozeleira eletrônica.

Na revista aos suspeitos e na busca no bar, os policiais localizaram, ao todo, 65 porções de substância análoga à cocaína e 41 porções de maconha. Uma balança de precisão e materiais utilizados no tráfico de drogas também foram apreendidos.

Os três suspeitos confirmaram que faziam a venda de drogas e receberam voz de prisão, sendo encaminhados para a Central de Flagrantes de Várzea Grande para registro da ocorrência e demais procedimentos cabíveis.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: PM MT – MT



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Chico Guarnieri é o 5º candidato mais multado do país por desmatamento

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O deputado estadual Chico Guarnieri (PSDB), que busca a reeleição este ano, aparece como o quinto candidato mais multado do Brasil por infrações ambientais desde 2023, segundo levantamento realizado pela Agência Tatu em parceria com o Intercept Brasil. A pesquisa identificou 49 candidatos de 15 partidos que, juntos, acumulam R$ 15,5 milhões em multas aplicadas pelo Ibama.

De acordo com o levantamento, Guarnieri recebeu uma autuação de R$ 970 mil por suposto desmatamento de 194 hectares sem autorização em uma propriedade localizada em Barra do Bugres, na região Médio-Norte de Mato Grosso. A área está inserida no bioma Amazônia.

Com o valor, o parlamentar tucano ocupa a quinta posição no ranking nacional de candidatos com maiores autuações ambientais. O levantamento também aponta que o PL concentra o maior número de nomes na lista: 13 candidatos do partido somam aproximadamente R$ 6 milhões em multas ambientais nos últimos três anos.

Defesa contesta autuação

A defesa de Chico Guarnieri, no entanto, questiona administrativamente a autuação do Ibama e contesta a dimensão da área apontada pelo órgão ambiental.

Segundo os advogados, durante a fiscalização teriam sido identificados apenas cerca de nove hectares dentro de área de preservação, número significativamente inferior aos 194 hectares considerados na autuação.

A defesa também sustenta que, posteriormente, a propriedade teve o Cadastro Ambiental Rural (CAR) validado pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), sem registro de passivo ambiental.

O episódio ganha peso político em meio à campanha eleitoral de 2026. Guarnieri tenta renovar o mandato na Assembleia Legislativa e, no início desta semana, ganhou um importante aceno político ao receber o apoio público do senador Flávio Bolsonaro, durante visita do presidenciável a Campo Novo do Parecis.

A situação, portanto, coloca o candidato tucano em uma posição de atenção justamente em um momento de disputa eleitoral, ao mesmo tempo em que sua defesa busca reverter administrativamente a penalidade aplicada pelo órgão ambiental.

Até o momento, trata-se de uma autuação administrativa contestada pela defesa, e não de uma condenação definitiva por crime ambiental.



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