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Juíza auxiliar da Presidência realiza visita à Auditoria Interna do TJMT

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A juíza auxiliar da Presidência do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), Christiane da Costa Marques Neves, realizou visita à Coordenadoria de Auditoria Interna. A magistrada foi recebida pela equipe do setor e pelo coordenador, Eduardo da Silveira Campos, que apresentou as principais ações previstas, com destaque para as atividades do mês de maio, designado como “Mês Internacional da Conscientização da Auditoria Interna”.

Durante a visita, a juíza destacou a importância de dar continuidade aos projetos já em andamento e reforçou o compromisso de apoiar as demandas da área. “Nós temos diversas iniciativas e trabalhos em curso que precisam ter continuidade, e é isso que estamos fazendo. Há vários pontos em que precisamos prestar auxílio, no sentido de encaminhar demandas. Em breve, teremos um evento e já estamos nos organizando para que tudo ocorra da melhor forma possível”, afirmou.

Agenda

Segundo a magistrada, a visita teve como objetivo inicial conhecer de perto a estrutura e o funcionamento da Coordenadoria, além de ouvir os servidores sobre as necessidades mais prementes. “Minha visita foi para conhecer o espaço, os servidores e entender as necessidades mais recentes. Algumas questões já vêm sendo tratadas desde o início, quando assumi como juíza auxiliar. Hoje, vim para observar detalhes mais específicos e já estamos combinando uma próxima agenda, que será uma visita de trabalho, para alinhar pontos que serão tratados com a Presidência, com a Corregedoria e com as demais áreas necessárias”, explicou.

O coordenador de Auditoria Interna, Eduardo da Silveira Campos ressaltou a relevância da aproximação institucional e do diálogo com a juíza Christiane da Costa Marques Neves. “Essa visita é muito importante para fortalecer o alinhamento das ações da Auditoria Interna com as diretrizes da Alta Administração. Tivemos a oportunidade de apresentar nossas atividades e planejar, de forma conjunta, os próximos passos, especialmente neste mês de conscientização, que reforça o papel estratégico da auditoria”, pontuou.

Ao final, a juíza Christiane da Costa Marques Neves demonstrou confiança no trabalho desenvolvido pela equipe e reforçou a expectativa positiva para os próximos desafios. “A expectativa é a melhor possível, porque a equipe é fantástica, muito qualificada. Embora eu ainda não conhecesse todos os servidores pessoalmente, já tinha conhecimento da capacidade e da qualidade do trabalho desenvolvido por eles”, concluiu.

Autor: Roberta Penha

Fotografo: Alair Ribeiro

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT



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Programa Magistratura e Sociedade discute relações de poder no Judiciário com filósofo Silvio Gallo

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Cartaz digital com a foto de um homem calvo e de óculos em um círculo. Traz o texto Já está no ar a 36ª edição do programa Magistratura e Sociedade, trazendo uma reflexão profunda sobre o papel do poder nas relações sociais, educacionais e no âmbito do Judiciário. O episódio apresenta entrevista com o filósofo e pedagogista brasileiro Silvio Donizetti de Oliveira Gallo, referência na área de Filosofia da Educação e autor de estudos fundamentais sobre pedagogia libertária no Brasil.

A conversa é conduzida pelo juiz de Direito e professor de Filosofia da Escola Superior da Magistratura de Mato Grosso (Esmagis-MT), Gonçalo Antunes de Barros Neto, e tem como tema “Jurisdição, Sociedade e Formação Filosófica”.

Durante a entrevista, Gallo propõe uma leitura crítica inspirada no pensamento do filósofo francês Michel Foucault, destacando que todas as relações humanas são atravessadas por relações de poder — desde os vínculos econômicos e afetivos até o exercício da docência e da jurisdição. Segundo ele, reconhecer essa dinâmica é essencial para compreender o papel dos diferentes atores envolvidos, especialmente no sistema de Justiça.

“O magistrado, ao proferir sua decisão, também exerce um poder”, explica o filósofo, ressaltando que os processos judiciais são permeados por múltiplas forças e interesses em disputa. Gallo chama atenção para a necessidade de uma postura crítica diante do poder. “Precisamos sempre desconfiar do poder, porque nenhum poder é legítimo por natureza.”

No programa, o entrevistado destaca ainda que essa reflexão é particularmente relevante no Poder Judiciário, cuja legitimidade não se funda no voto popular, reforçando a importância de uma atuação consciente, ética e sensível às complexidades sociais. Ao longo do programa, outros aspectos relacionados à formação filosófica, ao papel da educação e à atuação crítica dos profissionais do Direito também são abordados.

Produzido pela Esmagis-MT, com apoio da Coordenadoria de Comunicação do Tribunal de Justiça, o programa Magistratura e Sociedade busca fortalecer a formação humanística da magistratura, incentivando a reflexão crítica sobre o papel social da Justiça e promovendo uma prática jurisdicional mais ética, equilibrada e humanizada.

O programa completo pode ser assistido neste link.

https://www.youtube.com/watch?v=xigv9xQGeEo

Outras informações podem ser obtidas pelo e-mail [email protected] ou pelos telefones (65) 3617-3844 / 99943-1576.

Autor: Lígia Saito

Fotografo:

Departamento: Assessoria de Comunicação da Esmagis – MT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT



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