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Fiscalização vistoria preços de produtos de higiene e proteção em estabelecimentos comerciais

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Da Redação.

 

Mais um estabelecimento comercial em Cuiabá passou pela fiscalização da equipe da Polícia Civil e Procon Estadual, nesta quarta-feira (27.05). Agentes estão percorrendo supermercados, farmácias e distribuidoras de medicamentos e produtos hospitalares para checar possível prática de preços abusivos de produtos com alta procura neste período de pandemia.

O comércio vistoriado é uma farmácia localizada na Avenida Historiador Rubens de Mendonça, em Cuiabá, e foram checados preços de produtos como máscaras de proteção, álcool em gel e vitamina C.

A fiscalização da equipe integrada já percorreu, desde o início da operação, em 30 de abril, oito estabelecimentos entre hipermercados, posto de combustível, farmácia e distribuidoras de produtos médico-hospitalares.

A ação é realizada pela Equipe Especial de Pronta Resposta da Polícia Civil e conta com policiais da Delegacia Especializada do Consumidor, Gerência de Operações Especiais e Delegacia de Roubos e Furtos de Cuiabá, além de fiscais do Procon-MT.

As equipes coletam, inclusive com imagens, informações dos produtos que depois passarão por análise para checar se há anormalidade em relação aos preços praticados.

O delegado Rodrigo Azem Buchdid, que coordena a Equipe Especial da Polícia Civil, pontua que a fiscalização checa os produtos de higiene e proteção, além de gêneros alimentícios da cesta básica.

“Focamos a fiscalização nos produtos que tiveram uma procura bastante substancial em função do período que vivenciamos. Álcool em gel, água sanitária, entre outros, cuja procura aumentou bastante após o início da pandemia, como as máscaras de proteção, cuja procura teve um aumento substancial neste período”, explica o delegado.

Foto: PC-MT

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Durigan defende que Brasil deve ampliar comércio exterior

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O ministro da Fazenda, Dario Durigan, defendeu nesta segunda-feira (17) a estratégia de abertura do comércio de produtos brasileiros para outros países. 

Segundo ele, outros governos e investidores olham para o Brasil com confiança. “Em um mundo de incertezas, temos de construir o Brasil como um porto seguro, temos de projetar segurança e previsibilidade”, disse ao participar de evento na capital paulista.

Para Durigan, essa abertura deve ser baseada em negociações e não de dependência de um parceiro exclusivo, na Ásia ou na América do Norte, por exemplo.

“[O Brasil] vai fazer o debate sabendo de suas fraquezas e fortalezas”, apontou.

A fala do ministro ocorre no momento de tensão entre Brasil e Estados Unidos. Na semana passada, o governo federal anunciou a abertura formal do processo para avaliar se a imposição unilateral de tarifas por parte dos Estados Unidos (EUA) contra exportações brasileiras será respondida com base na Lei da Reciprocidade Econômica

Aprovada no ano passado, justamente em reação ao primeiro tarifaço do governo de Donald Trump, a Lei nº 15.122 estabelece critérios para suspensão de concessões comerciais em resposta a ações, políticas ou práticas unilaterais de outro país que impacte negativamente a competitividade econômica do Brasil.

Medidas fiscais

Durigan também argumentou sobre a adoção de medidas, como bloqueio de orçamento e limite de gastos obrigatórios, para que o país mantenha a estabilidade fiscal. 

“Precisamos manter uma trajetória fiscal, sem desestabilizar”, disse.

Sobre a reforma tributária, o ministro reconhece que pode amedrontar, por impor muitas mudanças. Porém, Durigan acredita que 2027 será um importante ano para a transição, e que, ao final, resultará em um sistema melhor, a médio e longo prazo, para o país. 

A questão dos juros também foi abordada. Durigan afirmou que não há condições de discutir crédito no país sem “juros civilizados”, por, conforme o ministro, serem a “milha final” dos ajustes de médio prazo necessários para o desenvolvimento do país.



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