Economia
Fiscalização vistoria preços de produtos de higiene e proteção em estabelecimentos comerciais
Economia
Da Redação.
Mais um estabelecimento comercial em Cuiabá passou pela fiscalização da equipe da Polícia Civil e Procon Estadual, nesta quarta-feira (27.05). Agentes estão percorrendo supermercados, farmácias e distribuidoras de medicamentos e produtos hospitalares para checar possível prática de preços abusivos de produtos com alta procura neste período de pandemia.
O comércio vistoriado é uma farmácia localizada na Avenida Historiador Rubens de Mendonça, em Cuiabá, e foram checados preços de produtos como máscaras de proteção, álcool em gel e vitamina C.

A fiscalização da equipe integrada já percorreu, desde o início da operação, em 30 de abril, oito estabelecimentos entre hipermercados, posto de combustível, farmácia e distribuidoras de produtos médico-hospitalares.
A ação é realizada pela Equipe Especial de Pronta Resposta da Polícia Civil e conta com policiais da Delegacia Especializada do Consumidor, Gerência de Operações Especiais e Delegacia de Roubos e Furtos de Cuiabá, além de fiscais do Procon-MT.
As equipes coletam, inclusive com imagens, informações dos produtos que depois passarão por análise para checar se há anormalidade em relação aos preços praticados.
O delegado Rodrigo Azem Buchdid, que coordena a Equipe Especial da Polícia Civil, pontua que a fiscalização checa os produtos de higiene e proteção, além de gêneros alimentícios da cesta básica.

“Focamos a fiscalização nos produtos que tiveram uma procura bastante substancial em função do período que vivenciamos. Álcool em gel, água sanitária, entre outros, cuja procura aumentou bastante após o início da pandemia, como as máscaras de proteção, cuja procura teve um aumento substancial neste período”, explica o delegado.
Foto: PC-MT
Economia
Governo libera R$ 5,2 bilhões para reforçar assistência social e saúde
O Ministério do Planejamento e Orçamento autorizou nesta quarta-feira (27) a liberação de crédito suplementar de R$ 5,166 bilhões nos orçamentos Fiscal e da Seguridade Social da União para reforçar despesas de diversos órgãos do Executivo.

De acordo com a Portaria nº 485/2026, os recursos serão remanejados por meio da anulação de dotações orçamentárias já existentes.
A maior parcela do crédito, de R$ 4,726 bilhões, será destinada ao Fundo Nacional de Assistência Social para o pagamento do Benefício de Prestação Continuada (BPC) à pessoa com deficiência e da Renda Mensal Vitalícia (RMV) por invalidez. O valor representa cerca de 90% do montante total autorizado.
Os maiores destinatários do crédito suplementar são:
- benefício de Prestação Continuada (BPC) e RMV por invalidez: R$ 4,7 bilhões;
- assistência farmacêutica do SUS: R$ 387,6 milhões;
- preservação e acesso ao patrimônio cultural da saúde: R$ 653,3 mil;
- ensino profissional marítimo militar: R$ 27,4 milhões;
- projetos de desenvolvimento sustentável local integrado: R$ 10,6 milhões;
- administração do Ministério da Agricultura: R$ 10,9 milhões;
- auxílio-moradia de agentes públicos do Ministério da Justiça: R$ 463 mil;
- sentenças judiciais da Nuclebras Equipamentos Pesados (Nuclep): R$ 2,3 milhões.
Saúde
O valor destinado ao Fundo Nacional de Saúde serão usados na assistência farmacêutica do Sistema Único de Saúde (SUS). Os recursos servirão tanto para aquisição e distribuição de medicamentos da atenção básica quanto para o fornecimento de medicamentos de componente especializado em diversos estados.
Entre as unidades da Federação que receberão os maiores reforços estão:
- São Paulo, com R$ 66 milhões;
- Paraná, com R$ 56,9 milhões;
- Rio Grande do Sul, com R$ 48,2 milhões;
- Minas Gerais, com R$ 30,4 milhões;
- Goiás, com R$ 26,4 milhões.
Remanejamento de recursos
Segundo o texto, a abertura do crédito suplementar será viabilizada por meio da anulação de dotações de diversos órgãos e programas federais.
Entre as principais fontes dos recursos estão valores destinados a subvenções econômicas para operações agropecuárias, transferências do setor energético, despesas de pessoal de diferentes órgãos federais e programas da área de saúde.
Também foram canceladas dotações relacionadas a aposentadorias e pensões civis da União em universidades federais, institutos federais de educação e hospitais universitários, além de recursos originalmente destinados a benefícios previdenciários, assistência social, defesa nacional e outras ações governamentais.
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