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“Efeito Neymar” impulsiona receitas e Santos bate recorde histórico

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O Santos vive uma virada financeira expressiva. Em balanço divulgado nesta semana, o clube atingiu arrecadação de R$ 678,5 milhões em 2025 — um crescimento de quase 70% em relação aos últimos anos, marcando um recorde histórico e simbolizando a recuperação após o período mais crítico recente.

O principal motor dessa transformação é o chamado “Efeito Neymar”, impulsionado pela presença e pela força de imagem de Neymar Jr. Ídolo formado na base santista, e o maior artilheiro da história da Seleção Brasileira, superando Pelé — um feito que reforça ainda mais seu peso dentro e fora de campo.

Sob a gestão do presidente Marcelo Teixeira, o Santos mudou sua lógica financeira. Antes dependente da venda de jogadores, o clube passou a apostar em receitas recorrentes, que dobraram em dois anos. O superávit operacional também cresceu, saltando de R$ 58,3 milhões para R$ 104,8 milhões, mostrando maior capacidade de geração de caixa.

A presença de Neymar elevou o engajamento da torcida a outro patamar. O programa de sócios-torcedores arrecadou cerca de R$ 50 milhões, mais que o dobro da projeção inicial. A visibilidade global também abriu portas para novos contratos e valorização de patrocínios e direitos de transmissão.

Após o rebaixamento em 2023 e uma fase de forte instabilidade, o Santos mostra capacidade de reação rápida quando aliado a uma gestão mais eficiente e a um nome de peso mundial. O desafio agora é manter esse crescimento de forma sustentável, sem depender exclusivamente do impacto de Neymar, mirando um futuro mais sólido já a partir da temporada de 2026.



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Brasil vence Canadá e conquista o título da Fifa Series

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A Seleção Brasileira feminina garantiu o título da Fifa Series neste sábado ao vencer o Canadá pelo placar de 1 a 0. Em uma partida que alternou momentos de domínio técnico e intensa pressão defensiva, a equipe brasileira demonstrou resiliência para segurar o resultado, mesmo terminando o confronto com uma jogadora a menos em campo.

O único gol da partida saiu logo no primeiro minuto do segundo tempo. Após uma investida de Kerolin pela grande área, a goleira Kailen Sheridan fez uma defesa parcial, mas a sobra ficou com Aline Gomes. Com precisão, a atacante finalizou de pé direito para balançar as redes e colocar a Canarinho em vantagem. O gol premiou o volume ofensivo do Brasil, que finalizou 24 vezes ao longo do jogo, sendo 11 delas no alvo.

Apesar do placar magro, o primeiro tempo foi de ampla superioridade brasileira em termos de criação. A equipe chegou a carimbar o travessão em uma cabeçada de Lauren após cobrança de escanteio de Duda Sampaio. Do outro lado, a goleira canadense Kailen Sheridan se destacava como uma verdadeira barreira, realizando defesas difíceis em chutes de Ludmila e Tainá Maranhão, impedindo que o Brasil fosse para o intervalo com uma vantagem confortável.

O cenário tornou-se dramático aos 35 minutos da etapa final, quando Ary Borges recebeu o segundo cartão amarelo após uma falta dura em Jessie Fleming e foi expulsa. Com a superioridade numérica, o Canadá se lançou ao ataque e quase empatou em uma cabeçada de Evelyne Viens que parou na trave. Nos minutos finais, a goleira Lelê brilhou com uma defesa espetacular em um arremate de canhota de Delaney Pridham, garantindo a manutenção do placar.

Com o apito final aos 52 minutos, o Brasil celebrou a conquista da taça, consolidando um desempenho sólido na competição internacional. A vitória reforça o processo de evolução da equipe, que soube sofrer nos momentos de pressão e aproveitar a oportunidade decisiva para garantir o lugar mais alto do pódio.

Fonte: Esportes



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