Cidades
“Ameaça velada? Mãe do prefeito de Livramento faz comentário e causa alvoroço político”
Cidades
kleyton Agostinho
Da Redação
Um comentário publicado nas redes sociais e atribuído à mãe do prefeito de Nossa Senhora do Livramento, Thiago Almeida(União), tem causado forte repercussão e levantado questionamentos nos bastidores da política local.
Na publicação, feita em um post na internet, a mulher teria feito uma declaração considerada por muitos como ameaçadora, inclusive direcionada ao próprio filho, o atual prefeito do município. O trecho que mais chamou atenção diz:
“Até agora estou calada, porém se eu abrir a minha boca a casa cai de muita gente.”
A frase rapidamente se espalhou pelas redes sociais, gerando indignação, especulações e cobranças por esclarecimentos. Internautas questionam o real significado da declaração e se haveria informações comprometedoras envolvendo o Prefeito da cidade.
Para parte da população, o comentário soa como uma insinuação grave, sugerindo a existência de fatos ocultos que, caso revelados, poderiam provocar consequências políticas e administrativas. Outros apontam que o episódio expõe um conflito familiar com possíveis reflexos na gestão municipal.
Até o momento, não houve manifestação oficial do prefeito Thiago Almeida nem esclarecimento público por parte da autora do comentário. O silêncio das partes só aumenta a curiosidade e alimenta rumores sobre o que estaria por trás da declaração.
veja abaixo:

o espaço está aberto para ambas as partes.
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Simininas aprendem Libras e violão em aulas que unem música e inclusão
As meninas do Programa Siminina, da unidade Jardim Santa Isabel, em Cuiabá, estão aprendendo que a música também pode ser uma ferramenta inclusiva. Durante as aulas ministradas pela professora de música Maria Rosa de Andrade, carinhosamente conhecida como Tia Rosinha, as participantes têm contato com a Língua Brasileira de Sinais e com o violão.
Nas atividades de Libras, as meninas aprendem sinais usados em situações do dia a dia, como cumprimentar, agradecer e pedir licença. A aula também utiliza músicas infantis de forma lúdica como “O Caderno”, “Baleia” e “Patinho Colorido” para ensinar sinais, dentro da proposta de música-terapia.
Para Sophia Ester, aprender Libras é importante para ampliar a comunicação e a convivência com pessoas surdas. Ela conta que já teve contato com a língua durante um evento voltado à comunidade surda e que conseguiu se comunicar com participantes. Na aula do Siminina, ela já aprendeu sinais como “oi”, “com licença” e “obrigada”, além dos sinais dos animais.
“Acho importante as pessoas também aprenderem Libras. Eu aprendi bater palmas assim”, disse Sophia, erguendo as duas mãos com as palmas voltadas para a frente ou para cima, agitando os dedos e movimentando os punhos levemente ao lado da cabeça.
Nas aulas de violão as meninas aprendem notas musicais e acordes, como dó maior e sol maior, além de exercícios para desenvolver a prática do instrumento, momento que é uma alusão a inclusão a todos os momentos.
Sonhando em seguir carreira, a aluna Milena Gabriela conta que começou como iniciante e, com o tempo, foi ganhando confiança para tocar. Segundo ela, hoje, já consegue executar uma música utilizando três notas no violão. “Eu tenho um sonho de ser cantora, tocar violão, viajar pelo país pelas minhas músicas. Quando eu fazer sucesso vou falar: Foi lá no Siminina que eu comecei”, contou.
Para a professora Tia Rosinha, as atividades utilizam a música como instrumento de aprendizagem e inclusão social. Segundo ela, as aulas trabalham canções da Música Popular Brasileira (MPB) e músicas infantis adaptadas para o aprendizado de Libras. “É muito gratificante mostrar para elas a grande importância da Libras e da inclusão. A música nos permite trabalhar a comunicação, a expressão e a convivência”, destacou a professora.
O Programa Siminina, vinculado à Secretaria Municipal de Assistência Social, Direitos Humanos e Inclusão, atende atualmente 1.402 meninas, entre 6 e 14 anos, em situação de vulnerabilidade, distribuídas em 18 unidades na capital. Além de aulas de canto e Libras, as meninas participam de aulas de balé, oficinas de matemática, práticas esportivas, rodas de conversa, palestras e apresentações, contribuindo para o desenvolvimento social, educacional e emocional de crianças e adolescentes no contraturno escolar.
Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT
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