Mato Grosso

Policiais penais apreendem 16 celulares e evitam entrada de outros ilícitos na Penitenciária de Rondonópolis

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A direção da Penitenciária Major PM Eldo de Sá Correia, em Rondonópolis realizou nesta segunda-feira (12.1), a Operação Escudo Penal que resultou na apreensão de dezenas de objetos que seriam levados por drones a presos da unidade penal.

A operação teve como objetivo localizar criminosos que manuseiam drones a fim de transportar cargas ilícitas para dentro da Penitenciária. A ação teve início na madrugada, quando os policiais penais disfarçados entraram em uma região de mata, próxima à MT 130 e, após horas de caminhada na região de mata, avistaram dois suspeitos que pilotavam os drones. Ao perceberem a presença da equipe penitenciária e receberem voz de prisão, os criminosos fugiram mata adentro.

Entre os materiais localizados estavam uma mochila com 16 aparelhos celulares, uma peça de celular, 11 fontes, 227 chips, 11 cabos USB, quatro garrafas contendo uísque, dois isqueiros, nove carretéis de linha, duas fitas isolantes, dois garrotes de látex, três papéis de seda, cinco pacotes de fumo, duas bandejas de mortadela, e duas bandejas de mussarela, além de um kit drone contendo o aparelho aéreo, nove baterias, carregador, hélices e cabo USB.

Conforme a direção da penitenciária, a apreensão totalizou um prejuízo de aproximadamente R$ 400 mil aos criminosos.

A equipe de policiais penais atuam de forma contínua no combate ao crime organizado e no reforço à segurança para coibir a entrada de objetos ilícitos dentro da unidade.

Fonte: Governo MT – MT



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Júri condena réu a 48 anos por feminicídio e homicídio qualificado

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O Tribunal do Júri da Comarca de São José dos Quatro Marcos (315 km de Cuiabá) condenou, nesta quarta-feira (22), Millykovik de Almeida Pereira a 48 anos, 7 meses e 10 dias de reclusão, em regime fechado. O réu foi responsabilizado por duplo homicídio qualificado, sendo um deles reconhecido como feminicídio, cometido no contexto de violência doméstica e familiar, com emprego de recurso que dificultou a defesa das vítimas.O julgamento contou com a atuação do promotor de Justiça Jacques de Barros Lopes, que representou o Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) durante a sessão plenária e sustentou a tese acusatória, defendendo o reconhecimento das qualificadoras descritas na denúncia.De acordo com a acusação, o crime ocorreu na madrugada do dia 26 de junho de 2025, por volta das 3h40, em uma residência localizada na Rua Fortaleza, nas imediações do Mini Estádio Municipal de São José dos Quatro Marcos. As vítimas foram Marielly Ferreira Campos, de 16 anos, companheira do réu, e Wallisson Rodrigo Scapin Gasques, de 25 anos.Conforme apurado nas investigações, o réu mantinha um relacionamento amoroso com a adolescente, mas tinha conhecimento de que ela também se envolvia afetivamente com a outra vítima, situação que já havia motivado desentendimentos anteriores. Na madrugada dos fatos, ao se dirigir até a residência onde Marielly se encontrava, Millykovik de Almeida Pereira flagrou a jovem e Wallisson juntos em um dos cômodos da casa.Dominado por intenso sentimento de raiva, ciúmes e inconformismo, o acusado empunhou uma faca e desferiu diversos golpes contra as duas vítimas. O Ministério Público sustentou que o ataque ocorreu de forma repentina, durante a madrugada, em ambiente fechado, impedindo qualquer possibilidade de defesa ou reação das vítimas.Durante o julgamento, os jurados acolheram integralmente a tese apresentada pelo Ministério Público, reconhecendo o feminicídio em razão da condição do sexo feminino da vítima Marielly, no contexto da violência doméstica e familiar, além do motivo torpe e do recurso que dificultou a defesa das vítimas.Diante da gravidade dos fatos, o Juiz Presidente fixou a pena em patamar elevado, determinando o cumprimento em regime fechado e a manutenção da prisão do réu.“Trata-se de uma condenação que reafirma o compromisso do sistema de Justiça com a proteção da vida das mulheres e com o enfrentamento à violência doméstica e familiar. Além disso, a pena aplicada reflete a gravidade dos fatos e a forma covarde como o crime foi cometido”, destacou o promotor de Justiça.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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