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Policiais penais apreendem 16 celulares e evitam entrada de outros ilícitos na Penitenciária de Rondonópolis

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A direção da Penitenciária Major PM Eldo de Sá Correia, em Rondonópolis realizou nesta segunda-feira (12.1), a Operação Escudo Penal que resultou na apreensão de dezenas de objetos que seriam levados por drones a presos da unidade penal.

A operação teve como objetivo localizar criminosos que manuseiam drones a fim de transportar cargas ilícitas para dentro da Penitenciária. A ação teve início na madrugada, quando os policiais penais disfarçados entraram em uma região de mata, próxima à MT 130 e, após horas de caminhada na região de mata, avistaram dois suspeitos que pilotavam os drones. Ao perceberem a presença da equipe penitenciária e receberem voz de prisão, os criminosos fugiram mata adentro.

Entre os materiais localizados estavam uma mochila com 16 aparelhos celulares, uma peça de celular, 11 fontes, 227 chips, 11 cabos USB, quatro garrafas contendo uísque, dois isqueiros, nove carretéis de linha, duas fitas isolantes, dois garrotes de látex, três papéis de seda, cinco pacotes de fumo, duas bandejas de mortadela, e duas bandejas de mussarela, além de um kit drone contendo o aparelho aéreo, nove baterias, carregador, hélices e cabo USB.

Conforme a direção da penitenciária, a apreensão totalizou um prejuízo de aproximadamente R$ 400 mil aos criminosos.

A equipe de policiais penais atuam de forma contínua no combate ao crime organizado e no reforço à segurança para coibir a entrada de objetos ilícitos dentro da unidade.

Fonte: Governo MT – MT



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Corregedoria desenvolve automação para tornar decisões judiciais mais uniformes

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Captura de tela do sistema PJe (Processo Judicial Eletrônico). À esquerda, lista com vários processos; à direita, painel de A Corregedoria-Geral da Justiça de Mato Grosso (CGJ-MT), por meio do Departamento de Aprimoramento da Primeira Instância (DAPI), está desenvolvendo uma série de automações voltadas à modernização das rotinas judiciais da Primeira Instância.

A primeira delas é uma ferramenta que utiliza inteligência artificial para identificar automaticamente processos que podem estar relacionados a precedentes qualificados, entendimentos já consolidados pelos tribunais sobre processos semelhantes. A inciativa contribui para a uniformização da jurisprudência e para maior eficiência na gestão processual.

Chamada de LegalFlow, a solução faz a leitura da petição inicial logo após a distribuição no Processo Judicial Eletrônico (PJe) e compara seu conteúdo com uma base de dados de precedentes qualificados. Quando a ferramenta identifica possível correspondência, o sistema cria no PJe uma tarefa denominada “Analisar Precedentes”, permitindo que o usuário avalie a sugestão apresentada pela inteligência artificial.

Na tela, o magistrado ou assessor visualiza um resumo da petição inicial, o precedente identificado e informações sobre o grau de similaridade entre os temas. Caso concorde com a indicação, pode vincular uma etiqueta ao processo para facilitar sua identificação e tratamento. Se entender que não há relação entre o caso concreto e o precedente apontado, basta encerrar a tarefa e o processo segue sua tramitação normal.

Segundo o diretor do DAPI, Guilherme Schultz, a iniciativa busca enfrentar um desafio recorrente da atividade jurisdicional, a identificação de demandas submetidas a precedentes qualificados.

“Atualmente essa análise exige consultas em diferentes bases de dados e fontes de informação, o que impacta tanto no tempo necessário para pesquisa como na qualidade das respostas. Com a automação, conseguimos agilizar esse trabalho, favorecer a uniformização da jurisprudência e contribuir para uma gestão mais eficiente dos processos”, explica.

Nesta primeira etapa, a ferramenta está voltada à identificação de processos relacionados aos Incidentes de Resolução de Demandas Repetitivas (IRDRs), mecanismo utilizado pelos tribunais para uniformizar o entendimento sobre questões jurídicas que se repetem em diversas ações.

A gestora administrativa do DAPI, Milena Valle Rodrigues, explica que a ferramenta vem sendo utilizada em processos que tramitam nas Varas com competência em Fazenda Pública em todo o Estado. A expectativa, segundo ela, é que a solução seja disponibilizada para todas as unidades judiciais a partir de agosto.

“Também estamos trabalhando na expansão da base de consulta. Até o fim do mês, a ideia é incluir precedentes qualificados do Supremo Tribunal Federal, o STF, e do Superior Tribunal de Justiça, o STJ. Ampliando o alcance da automação e o suporte oferecido às unidades judiciais”, detalha.

Autor: Larissa Klein

Fotografo:

Departamento: Assessoria de Comunicação da CGJ-TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT



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