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Polícia Civil identifica motorista envolvido em acidente com morte de motociclista em Cuiabá

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O motorista envolvido no acidente de trânsito que resultou na morte de um motociclista, na madrugada desta quarta-feira (5.3), na Avenida Emanuel Pinheiro, foi identificado pela Polícia Civil e interrogado, na Delegacia Especializada de Delitos de Trânsito (Deletran).

O condutor será indiciado pelos crimes de fuga de local de acidente e omissão de socorro previstos nos artigos 304 e 305 do Código de Trânsito Brasileiro.

O acidente, envolvendo um veículo Honda Civic e uma motocicleta, que vitimou Luís Fernando de Souza Mendes, ocorreu durante a madrugada, por volta das 2 horas, na estrada para Chapada dos Guimarães, no bairro Jardim Florianópolis, em Cuiabá.

Assim que foi acionada sobre os fatos, a equipe da Deletran esteve no local, confirmando o óbito do motociclista. O outro veículo envolvido no acidente fugiu do local, sem prestar socorro à vítima e deixando para trás o para-choque e a placa do automóvel. O motorista foi identificado e interrogado, ainda nesta quarta-feira (5), pelo delegado Christian Alessandro Cabral.

Por meio de imagens de câmeras de segurança, também foi possível identificar a causa do acidente, sendo verificado que o motociclista (vítima) trafegava na contramão da via, em alta velocidade, quando colidiu no automóvel.

Fonte: Governo MT – MT



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Linguagem e práticas não discriminatórias são temas do terceiro dia do curso de Letramento Racial

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“Diversidade é convidar para a festa e inclusão é chamar para a dança”. A reflexão da consultora Vernã Myers foi trazida pela pesquisadora Silviane Ramos Lopes da Silva nesta quarta-feira (17 de junho) em mais um módulo do Curso de Letramento Racial e Práticas Antirracistas oferecido pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso.

Para a professora doutora, o cuidado com o outro e a forma de se comunicar refletem na saúde do ambiente e na qualidade do trabalho. A linguagem e as práticas não discriminatórias passam pela reflexão sobre as diferenças entre liberdade de expressão e agressão. “As pessoas deveriam ter a preocupação na forma como falar sem agredir, expor o outro ou invalidar as identidades”, pontuou.

Como desconstruir a linguagem discriminatória

A palestrante apontou a comunicação não violenta como o motor da cultura a ser adotado por todos que atuam no Judiciário mato-grossense e apresentou um Guia Executivo de Governança. Entre as formas de linguagem inclusiva a serem adotadas, citou a desconstrução do racismo e do etarismo. Por exemplo, evitar expressão como “denegrir” por ser radicada na violência da escravidão; e usar o sentido literal “difamar ou “caluniar”.

No capacitismo, evitar “fingir demência” por usar a deficiência mental como sinônimo de defeito ou piada; e usar “pessoa com deficiência (PcD)”. E dessa forma, orientou a desconstrução do machismo, etarismo e sobre as expressões relacionadas ao espectro LGBTIAPN+.

“O princípio do respeito mútuo é uma identidade inegociável. Não sabe como chamar ou se referir à pessoa? Pergunte o nome”, ressaltou Silviane Ramos.

Manifestações no chat

Durante a formação online, muitas manifestações no chat (bate-papo) demonstraram o entendimento e a necessidade dessa desconstrução:

“A verdade é que ninguém gosta de ser identificado pelo seu estereótipo, sobretudo se algum desses estereótipos é algo que a gente sente complexo, sente que é pejorativo… Estou aprendendo muito, inclusive, termos que usava e não tinha noção da sua origem.” (servidora Valdete Rangel Soares Assunção)t

“Profª, é possível afirmar que determinados comportamentos racistas estão cristalizados no ‘inconsciente coletivo’? E como podemos alterar, na prática, essas atitudes?” (servidora Larissa Utzinger Dias Daud)

“E tem gente que vai dizer que é “mimimi”, “vitimismo”… NÃO FALEMOS!! Pq não sabemos da dor do outro!!” (servidora Rosecler Alves de Oliveira)

Silviane Ramos Lopes da Silva é doutora em Sociologia pela Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), mestre em História pela Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), consultora em Equidade Racial e membro da Latinas/Fiocruz.

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Lídice Lannes

Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Autor: Lídice Lannes

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT



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