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Wellington Fagundes critica suspensão do Plano Safra e cobra responsabilidade fiscal do governo: “Chega de gastança!”

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O senador Wellington Fagundes (PL-MT) criticou duramente, nesta sexta-feira (21/02), a suspensão do Plano Safra 2024/2025, cujos recursos se esgotaram antes mesmo da primeira colheita. A falta de crédito para os produtores rurais compromete diretamente a produção agrícola e impacta o bolso dos brasileiros, que já enfrentam preços elevados dos alimentos. Segundo o parlamentar, a situação é consequência da irresponsabilidade fiscal do governo, que continua gastando sem controle e deixando setores essenciais sem recursos.

“O governo anunciou o maior Plano Safra da história, mas o dinheiro acabou antes da primeira safra. Agora, o produtor rural está sem crédito e quem mais sofre com isso é o trabalhador, que paga caro pelos alimentos. O ovo, a carne e itens básicos estão cada vez mais inacessíveis, especialmente para quem ganha até cinco salários mínimos”, alertou o senador.

Fagundes destacou ainda que, sem o orçamento aprovado, o governo tem liberdade para gastar até 1/12 do previsto por mês, sem amarras, da forma que quiser. Enquanto isso, setores estratégicos, como o agronegócio, ficam desassistidos. “O governo segue aumentando gastos irresponsavelmente, gerando inflação e penalizando quem mais precisa. O agro precisa de crédito para continuar produzindo e garantindo alimentos na mesa do brasileiro. Não podemos aceitar essa falta de planejamento”, afirmou.

O senador reforçou que seguirá cobrando responsabilidade e a aprovação do orçamento para garantir os recursos necessários à produção agropecuária. “Chega de gastança! O governo precisa priorizar o que realmente importa. O agro não pode parar e o povo precisa do básico para viver”, concluiu.



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Polícia Civil prende babá por tortura contra bebê de cinco meses em Gaúcha do Norte

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A Polícia Civil de Mato Grosso prendeu, nesta tarde de quarta-feira (15.7), uma mulher de 23 anos, suspeita de praticar o crime de tortura contra uma bebê de apenas cinco meses de idade, em Gaúcha do Norte. A prisão foi realizada após investigações apontarem indícios de que a criança sofreu lesões enquanto estava exclusivamente sob os cuidados da investigada.

Segundo a investigação conduzida pela Delegacia de Gaúcha do Norte, a suspeita trabalhava como babá da vítima, que permanecia diariamente em sua residência.O caso foi descoberto na terça-feira (14), quando a mãe da bebê foi ao local para amamentar a filha e percebeu diversas lesões no rosto da criança.

Diante da situação, a mãe levou imediatamente a bebê para atendimento médico. No hospital, foi descartada a hipótese de queda acidental, em razão da existência de múltiplas lesões na região craniofacial.

Durante as diligências, os policiais civis apuraram que, no momento em que as lesões foram causadas, a investigada estava sozinha com a criança, afastando a possibilidade de envolvimento de terceiros.

Em interrogatório, a suspeita alegou que os ferimentos poderiam ter sido provocados pelo cinto de segurança do carrinho de bebê, afirmando que a criança teria dormido sobre o equipamento. No entanto, a versão foi descartada pela Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), que concluiu que as lesões foram produzidas por ação contundente na região da cabeça da vítima, incompatíveis com marcas provocadas por cintos ou outros dispositivos de contenção.

Com base nos elementos reunidos durante a investigação, a autoridade policial lavrou o auto de prisão em flagrante pelo crime de tortura, previsto no artigo 1º, inciso II, da Lei nº 9.455/1997. A suspeita foi colocada à disposição da Justiça e será apresentada em audiência de custódia.

Fonte: Policia Civil MT – MT



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